27 de fev de 2015

11 - Beloved Husband ( Absurd )

Boa leitura! ;)



 –  Que barulhadaaa!  –  Lua gritou quando estava lá dentro. Júlia a olhou com o cenho franzido e perguntou.
 –  Isso aqui é uma balada!  –  Disse como se ela já não soubesse.
        Lua revirou os olhos e saiu andando, a música tocava, pessoas dançavam, outras se agarravam e outras bebiam e fumavam, e algumas outras faziam tudo isso junto. Estava tão cheio que eles mal conseguiam andar.
        Enquanto eles andavam procurando por algum lugar menos cheio, sempre algum homem jogava uma piadinha, Lua já estava ficando desconfortável com aquilo... Ela estava até então alguns passos a frente de Arthur, mas depois de um homem ter falado uma coisa bem nojenta e ridícula pra ela, ela resolveu ficar ao lado de Arthur. 
 –  Eu falei pra você trocar de roupa!  –  Ele disse irritado, ela encolheu os ombros e agarrou o braço dele.
 –  Foi uma péssima ideia vir até aqui!  –  Ela disse enquanto olhava para os lados e via as pessoas se agarrando sem ao menos se conhecerem .
        Arthur não disse nada, apenas seguiu Júlia e Flávio, não demorou muito pros dois pararem de andar e começarem a dançar.
 –  Eu não acredito!  –  Arthur bufou e parou perto deles.  –  Sabia que aqui não tinha lugar para sentar!  –  Reclamou enquanto olhava para os lados. –  Uuh, pelo menos tem um bar!  –  Seus olhos brilharam e ele saiu andando em direção ao bar que estava lotado, antes que ele se afastasse mais, Lua puxou ele pelo braço.  – 
 –  Vai me deixar aqui sozinha?  –  Perguntou apreensiva.
 –  Sim!  –  Ele deu um meio sorriso e saiu andando novamente.
        Sem mais opções do que fazer, Lua também começou a dançar, ela não sabia nada sobre as músicas que tocavam, eram tão... Desnecessárias, falavam palavrões, criticavam as mulheres... Enfim, na época dela, isso não existia... O pior não era isso, era que todas as mulheres gostavam... Cantavam e tudo mais, era horrível.
        Ela não queria mais dançar, ela não queria fazer mais nada, só queria ir embora e dormir... Ninguém merecia ficar a madrugada toda ouvindo aquele tipo de música! 
        Ela foi procurar o Arthur pra levar ela pra casa, como ela já sabia ele estava no bar... Não sozinho, uma mulher loira, cabelos curtos... Alta, estava falando algo com ele, ele não dava muita atenção pra ela, mas ria do que ela falava, Lua se aproximou dos dois e ficou em pé atras dele.
        Os dois a olharam, Arthur torceu os lábios e depois desviou o seu olhar do de Lua, ela pegou o copo de bebida dele, pensando que era algo forte, mas não era... Era refrigerante.
 –  Você tá bebendo refrigerante?  –  Ele assentiu e ela fez uma careta.  –  Quero uma vodca!  –  Ele voltou a olhar para ela.
 –  Nem pensar...  
 –  Perae, você é a namorada dele?  –  A loira perguntou olhando para Lua.
 –  Não...  –  Ela relaxou um pouco.  –  Sou a esposa dele!  –  Lua deu um meio sorriso debochado. A loira arregalou os olhos e olhou para o Arthur que tratou de pedir a bebida que Lua queria.
 –  Ah, que legal!  –  A loira sorriu sem graça...  –  Com licença!  –  Pediu ela saindo, Lua se sentou no lugar dela e esperou Arthur dar a ela a sua vodca.
 –  Porque você estava rindo com ela ?  –  Perguntou enquanto olhava o copo pela metade de vodca.
 –  Não tava rindo!  –   Ele falou.
 –  Claro que tava, eu vi!  –  Ele mordeu os lábios e deu de ombros.
 –  Achei ela engraçada, não posso?  –  Lua deu um gole na bebida, que desceu pegando fogo pela sua garganta, tossiu algumas vezes mas depois se recompôs.
 –  Claro que não!  –  Falou Lua seriamente.  –  Você me viu rindo pra algum homem?  –   Ele negou com a cabeça.  –  E se você tivesse visto estaria fazendo pior... Então dê graças a Deus por eu não ter armado um barraco aqui!  –   Ele gargalhou. 
 –  Tá...  –  Ele bebeu seu refrigerante... E ela terminou de beber a sua vodca.
 –  Quero outra!  –  Avisou, ele a encarou de cenho franzido e negou com a cabeça.  –  Agora!  –  Ele bufou e revirou os olhos, mas acabou pedindo mais uma... Ou melhor, 3.
        Lua já estava tão bebada que mal conseguia pensar no que fazia, ela havia voltado a dançar, rebolava, encarava homens que estavam acompanhados, enfim, todas as mulheres queriam matar ela, já que ela era o centro das atenções. Arthur acompanhava tudo de longe, tentava manter a calma, mas era difícil, como ela era teimosa, ele tinha dito para ela não beber, mas ela o fez e agora sobra pra ele.
        Ele caminhou até ela e a pegou pela mão,
 –  Vamos embora !  –  Ele informou.
 –  Não!  –  Ela gargalhou enquanto soltava o seu braço.
 –  Agora!  –  Ele falou sério, Lua fechou a cara e puxou choro.  –  Ai meu Deus.  –  Ele sussurrou.
         Pegou a mão dela novamente, mas ela não andava, só sabia chorar, então Arthur colocou os braços dela entrelaçados em seu pescoço e a levou para o carro, ouviu todo o tipo de xingamento, ele iria se divertir pela manhã ao contar tudo isso pra ela.
          Ela reclamou um pouco mais pelo caminho, mas depois acabou pegando no sono... Quando chegaram em casa, Arthur teve a dificuldade de levar ela até o andar eles já que ela queria sair se qualquer forma de lá...
           Quando enfim eles chegaram, Lua se sentou no sofá enquanto Arthur fechava a porta e jogava as chaves em cima da mesa de centro.
 –  Vem tomar banho! – Ele estendeu a mão para que ela pegasse, mas ela não o fez, apenas negou com a cabeça... – Anda Lua! – Falou seriamente, ela puxou choro, mas se levantou e pegou a mão dele.
...
      Arthur acordou e logo foi preparar um café bem forte e procurar um remédio pra Lua... Ela iria acordar com um mal humor... O dia iria ser difícil!
 –  Arthuuuuuuur! – Lua gritou do quarto.
  
      Ele pegou uma xícara de café e foi até o quarto.
 –  Me dá um remédio!  –  Ela pediu chorosa. 
        Ele revirou os olhos e lhe entregou o café, ela deu um gole e fez uma careta desgostosa.
 –  Horrível!  –  Reclamou.
 –  Onde tem remédio?  –  Perguntou Arthur antes de sair do quarto.
 –  Não sei.  –  Deu outro gole e massageou a cabeça.
 –  Ótimo!  – Ironizou.
        Lua reviraria os olhos, mas estava com tanta dor de cabeça que ela nem ligou, apenas fechou os olhos e gemeu de dor.
 –  Porque você me deixou beber? Você sabe que eu não bebo!  –  Ele deu de ombros.
 –  Até parece que se eu tivesse dito alguma coisa você me obdeceria.  –  Lua deu um sorriso de lado.
 –  É verdade!  –  Gemeu.  –  Vai comprar remédio!  –  Mandou enquanto choramingava.
 –  Vou precisar passar na empresa!  –  Ele disse e saiu, Lua se levantou e só agora pode perceber o quão doendo estava os seus pés, estavam inchados e vermelhos, ela estava um trapo, só porque ouviu a Júlia.
        Ela foi atras de Arthur que tinha ido até o escritório pegar uns papéis.
 –  Eu tô morrendo de dor, você vai me deixar aqui sozinha?  –  Ela pôs as mãos na cintura.  –  Não tem remédio, eu preciso tomar remédio!  –  Ela queria ter falado alto, mas ela estava tentando ao máximo não fazer barulho, aquilo só a deixava com mais dor. –  Meu pé tá doendo, tá inchado, eu tô muito mal pra ficar sozinha, você não pode ir!  – Ela reclamou.
        Arthur fingia que não ouvia, Lua ficou com raiva e resolveu que não pediria ajuda a ele, ela mesma se viraria... Pegaria um táxi e iria comprar um bom remédio pra dor. Ela subiu até o quarto tomou um banho gelado, penteou os cabelos, escovou os dentes, não passou nenhum pouco de maquiagem, ela estava pálida e com olheiras, ela vestiu uma saia jeans claro e uma blusa regata vermelha, calçou uma havaiana branca e desceu a escadas bem devagar, já que os seus pés começaram a latejar.
        Arthur estava mexendo no celular quando a viu.
 –  Demorou! – Reclamou ele levantando e indo até a porta para abri-la.
– Não precisa me levar... Vai pro seu trabalho! – Falou ela com raiva, Arthur revirou os olhos.
– Deixa de bobeira, anda logo! – Apressou ela, Lua terminou de descer a escadaria e foi em direção a porta, passou por Arthur que trancou a casa. Lua foi até o elevador o mais rápido que pode e digitou o andar do térreo. O elevador se fechou, ela pode ver a cara desgostosa de Arthur quando viu as portas se fecharem.
        Lua caminhava lentamente, precisava de um remédio para dor, imediatamente, a cada passo seus pés doíam e sua cabeça latejava, ela nem começou a andar... A farmácia ficava a uns 15 minutos de seu apartamento, no meio do caminho ela cairia desmaiada pelo chão.
        Ela olhou de relance pra trás e viu o carro de Arthur se aproximar.
– Deixa de bobeira e entra no carro – Ele pediu pacientemente enquanto dirigia bem lentamente.
– Não... – Falou Lua dando de ombros. – Estou bem! – Ela disse também paciente.
– Deixa de criancice, entra logo no carro! – Dessa vez ele falou mais alto e algumas pessoas olharam, Lua percebeu e lançou a Arthur um olhar repreensor que não adiantou de nada. – Entra logo! – Ele ordenou, Lua franziu o cenho e depois olhou para os lados, algumas mulheres olhavam para o carro... Ou melhor, pro homem que estava dentro dele, o SEU homem. 
        Ela fechou a cara e olhou para as três mulheres que estavam conversando na calçada a alguns metros de distância, assim que elas perceberam o olhar de Lua sobre elas, elas desviaram o olhar totalmente sem graças. Mancando, Lua ainda caminhava, sem pressa.
– Lua! – Ele gritou, ela revirou os olhos e se aproximou do carro, Arthur parou e deu um meio sorriso, ela entrou no carro, fechou a porta, pôs o cinto de segurança e se virou para Arthur que ainda tinha o sorriso vitorioso nos lábios. 
– Não fala comigo! – Pediu ela enquanto encostava a cabeça no banco.
        Pra provocar Arthur ligou o rádio, não muito alto, mas ligou.
– Que droga! – Ela desligou o rádio olhando para ele de cara feia.
– Ninguém mandou beber ! – Ela revirou os olhos e massageou as têmporas .
– Tá, não fala comigo! – Pediu ela de novo. 
        2 minutos depois...
– Você vai me levar de volta pra casa né? – Perguntou Lua, ela não iria voltar andando... Ele ofereceu a carona, agora teria que fazer o serviço completo.
        Arthur fingiu que não ouviu, apenas a ignorou, Lua franziu o cenho.
– Responde! – Pediu impaciente, mas não gritou.
– Você falou pra ... – Ela o interrompeu.
– Responde logo! – Ele sorriu e respondeu.
– Vou precisar ir na empresa... – Lua bufou. – Vai ser rápido! – Ele completou.
– Fazer o que né?! – Fechou os olhos e esperou até Arthur estacionar em frente a farmácia.
        Lua saiu do carro, fechou a porta e entrou na frente. Foi até um freezer que tinha refrigerantes, águas entre outras coisas e pegou uma água sem gás, afinal não beberia remédio sem água. Depois de pegar a água ela caminhou até Arthur que já estava no balcão e falava com a farmacêutica.
        A mulher era alta, morena, tinha os cabelos cacheados na altura dos ombros, usava uma maquiagem nada legal e tinha um sorriso todo bobo nos lábios, como se tivesse ganhado o dia ao ver Arthur, Lua logo percebeu e como é de se imaginar não gostou nem um pouco, Arthur também percebeu, então pra quebrar o clima que a mulher achava que tinha, ele olhou para Lua.
– O que você está sentindo? – Lua fechou os olhos lentamente depois os abriu novamente, eles estavam quase se colando de tanto sono.
– Dor nos pés, dor de cabeça... – Deu um olhadinha para a farmacêutica que ainda olhava para Arthur encantada. – e raiva! – Lua bufou, mas não fez nada com a mulher, apenas entregou a garrafa de água ao Arthur e saiu de dentro da farmácia e o esperou do lado de fora, ao lado do carro.
[...]
– Não demora! – Arthur saiu de dentro do carro, deixando Lua lá dentro, não o trancou, óbvio.
        Ele disse que não demoraria, mas quando Lua foi ver, já haviam se passado mais de 15 minutos que ela estava o esperando, então ela resolveu ir até ele.
[...]
        O elevador chegou ao 10° andar, Lua estava prestes a entrar pra sala de Arthur quando uma menina de mais ou menos 19 anos a barrou.
– Senhora, você não pode entrar! – Lua achou aquilo um absurdo, como ela ousa ? 
– Eu vou entrar sim! – A menina fechou a cara e bufou.
– Não me faça ser grossa! – Pediu impaciente.
        Lua fechou a cara também.
– Você sabe com quem está falando? – Perguntou furiosa, então ouviu a porta da sala de Arthur se abrir... A confusão estava armada! 

 ***
Thur ciumentinho *-*,maaais web perfeitaaa
Resposta: Awwn, obg amoree... <3 Obg por comentar, bjs... :*

Ahhh como senti falta das briguinhas de Lua e Arthur kkkkkkkkkkkk
Julia ta frita com esses velhinhos na balada kkkkkkkkkkk
posta maiss Viih *O* por favor
Resposta: kkkkk, Essas brigas... </3 , Os velhinhos esqueceram dela, ahahahaha' ... Ôooh, mulher, tô tentando postar mas fica cada vez mais difícil, mas sempre que eu tenho um tempinho passo aqui pra atualizar as fanfics... Espero que entenda! ;) Obg por comentar, bjs! :*

posta mais+++++++++++
super curiosa
Resposta: Tá aí... Ahahaha' Bjs, obg por comentar! :*

Veyy eu amooooo essa web, posta mais please ?!!
Resposta: Que bom amore, tá ai... Ahahaha' Bjs e obg por comentar! :*

Sofia Santos17/01/15 22:28
posta mais
Arthur que se cuide, lua vai dar a volta por cima
Resposta: Uhuuuul, Deus queira! Ahahaha' Obg por comentar, bjs! :*



7 comentários:

  1. Vai demorar eles ficar juntos?

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  2. Meu Deus... você postou!!!! Surtando de felicidades em 3...2...1!!!! hahahhahahahahhahaha já quero mais!! <3 :)

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  3. Kkkkk , luaa com ciumeees mds *--*
    #webperfeira :)
    Xx yasmin d

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  4. Lua Laerta está a solta kkk quando eles finalmente vão parar é admitir que se amam ,sdds mulher some mais não

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  5. Ahhh morriiii *---* Ameeeii kkkkk Lua doidinha solta feito arroz branco kkkkkk
    super entendo Vih :) esperoque dê certo pra vc postar mais hulhulhu

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