2 de nov de 2014

2° Capítulo - Need You


A vida é como uma caixinha de surpresas, 
e quando você menos espera ela te surpreende.

– Por favor não some. – Ela pediu e eu me virei para abraça-la.
– Pode deixar. – Quando me viro de novo para ir embora dou de cara com uma das pessoas que deixei em meu passado, coração acelerado? Ok. Frio na Barriga? Confere. Medo? Muito
– Melanie. – Foi a única coisa que ele disse.

– Eu só posso estar ficando louco! – André exclamou. – Memis você voltou? – Papai perguntou e eu apenas assenti. Ele parecia em choque. Sei que assim que ele cair na real vai começar a discutir comigo. Mas quem liga! Estou morrendo de saudades dele.
      Sua reação foi diferente da que eu esperava, ele simplesmente me deu um abraço bem apertado. Sabe aqueles que parece que nada mais importa?
– Você não sabe como eu senti sua falta filha. – Suspirou olhando nos meus olhos.
– Eu também senti pai. – Aperto-o mais contra mim, se é que isso é possível. Com a cabeça encostada no peito de homem que me criou, e que um dia eu virei as costas sem olhar para trás, deixo minhas lagrimas escorrem por meu rosto. – Me perdoa! – Peço.
– Claro que sim anjinho, eu te entendo. –  levanto a cabeça para observa-lo. – Não te culpo Melanie por ir atrás do seu sonho. Acho errado a fora que você foi embora não posso negar. – Dava para ver que papai realmente não tinha raiva de mim, e isso era o que mais doía, não era raiva que ele sentia e sim decepção. – Você fugiu das pessoas que mais te amavam sem dar uma explicação.
– Desculpa! – Mordo meus lábios tentando controlar o choro.
– Comigo esta tudo bem anjinho, seu problema vai ser com outra pessoa. – Sei bem a quem ele se referia. – A proposito filha, você não vai poder ficar aqui ,Chay esta passando por um momento difícil e eu estou hospedando ele aqui em casa. – Explicou.
– Eu sei. – Suspirei. – Vou para casa da mamãe. Ate pai. – Dou um abraço de despedida no velho. – Te amo.
– Eu também querida.
– Tchau Luinha. – Mando um beijo no ar para mesma, ela sorri.
– Quer que eu te leve na casa da sua mãe? – Indagou papai e eu assenti. – Então vamos.


      Durante o caminho, papai me deixou aparte de tudo que aconteceu na cidade enquanto estive fora, perguntou como foi em Los Angeles, eu contei sobre tudo que eu fiz lá. Em poucos minutos chegamos a casa de minha mãe.Me despedi do meu pai e sai.

      Toquei a campainha e dona Berenice abriu a porta, ela não tinha mudado nada, os cabelos lisos e negros como os meus estava a baixo do ombro.Tive vontade de rir da expressão de surpresa que ela fez.

      Depois de matar as saudades dela, resolvi ir arrumar minhas coisas para depois ir jantar.Minha mãe queria me levar para jantar fora.
      Uma hora depois, com tudo arrumado, começo a me preparar para sair.Escolhi uma roupa fresquinha, porque por incrível que pareça aqui ta muito quente hoje.
      Desço e encontro minha mãe sentada no sofá a minha espera.

– Vamos jantar onde mãe?
– Naquele restaurante italiano que você adora. – Sorriu e eu retribui, já disse que amo comer massas?
– E o que estamos esperando? Vamos logo. – Digo apressando-a, que se levanta rindo e solta um “ Sempre gulosa”. – Eu ouvi isso ok. – A reprendo com as mão na cintura e com um bico maior que tudo.
– Awn meu deus, ela ainda tem cinco anos! – Gritou com voz de bebê.
– Mãe cala a boca, e vamos logo comer que eu to com fome. – Falo me fingindo de brava.Eu e minha mãe as vezes parecemos ter a mesma idade é isso que eu gosto em nosso relacionamento.
– Vamos! – Riu, com certeza era de mim.
Pov Off.


Pov Chay.

     Ai minha cabeça! Essa empresa está me enlouquecendo, há dias que não saio com meus amigos ou fico com minhas irmãs.
     Preciso de uma folga. Abro a gaveta da minha mesa com o intuito de pegar a chave do carro e ir embora, e me deparo com o porta retrato que venho escondendo de mim mesmo.Porque senhor não consigo esquece-la? Cinco anos se passaram e ainda não a arranquei do meu coração.
    Pego o porta-retrato e fico encarando-o por um bom tempo.


– Onde estará você agora Melanie? – Pergunto-me.
– Com licença  Chay. – Melissa adentra a sala com vários papeis nas mão. – Trouxe para o senhor assinar. – Colocou o papel em minha mesa. Assinei e entreguei para mesma. – Gostaria de saber se o você vai precisar de mais alguma coisa ou se posso ir embora. – Indagou.
– Não vou precisar de mais nada Lissa. – Respondo me levantando. – Pensando bem, gostaria de saber se você gostaria de jantar comigo. – Riu por dentro ao ver como a loira tinha ficado paralisada.
– Sim Chay, só vou pegar minhas coisas. – Avisou saindo.
    
    Estava na hora de seguir em frente. Chega de viver do passado. 
    
    Melissa parece ser uma boa pessoa, jovem, bonita, prestativa e me trata bem, conheço-a desde que meu pai se foi, ela tem sido uma ótima amiga nesses anos. Acho que esta na hora de voltar a me interessar por alguém.


– Vamos? – Lissa perguntou encostada na porta e eu apenas assenti, seguindo em sua direção
– Onde a madame deseja ir? – Paro a sua frente e pergunto.
– Não sei. – Fez bico fingindo pensar. – Qualquer lugar, estou morrendo de fome. – Sorri do jeito que ela se expressou, muitas mulheres teriam receio de dizer que estavam morrendo de fome, ou iriam dizer que não estão com muita fome e que qualquer lugar estava bom, o que seria uma mentira, iriam fingir algo que não são, já Melissa simplesmente foi sincera.
– Você gosta de massas? – Sugeri e ela assentiu sorrindo. – Então vamos em um lugar que eu adoro, lá tem as melhores massas do mundo. Vem. – A puxo pela mão, guiando-a em direção ao meu carro.


Roupa da Mel:


Melissa:



Ei meus amores! Que bom que estão gostando da fic, quem sabe em vez de mini-fic ela não vira uma fic como as outras? Vai depender de vocês

4 comentários:

  1. Ahhhhhhh.. 😍😍 ChaMel !! ❤❤
    Poooostaaa maaaiiss logo, por favor !! ❤👏👏👏👏
    Tá perfect !! 😍👏👏👏👏

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  2. mirella vasconcelos04/11/2014 11:36

    Amei

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  3. Só digo uma coisa:: Que o reencontro deles seja derrubador de forninhos, amém!!
    kkkk Ta perfeito amiga, continue sua cabrita.

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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