26 de set de 2014

Obsessed - Capítulo 3 - Você cruzou meu caminho


                                                     Morri com esse gif kkkkkkkk





- Aonde vocês pensam que vão? -ele perguntou num tom ameaçador-

Respirei fundo e fiquei imóvel, a garota permanecia atrás de mim, ela
estava ali como uma estátua, um movimento e estaríamos ferrados. Mas
como eu não sou burro nem nada, saquei rapidamente a arma da minha
cintura e em um movimento rápido dei um chute na mão daquele desgraçado
que permanecia deitado na nossa frente e a sua arma voou longe. Você
pensa que esta lidando com quem? Eu não sou mais um desses traficantes
inúteis com quem você costuma lidar não. Eu sou o Arthur, eu sou o
Arthur aguiar, eu sou o Candic porra.

- O que você pensou que iria fazer? -perguntei debochado-

- Quem você pensa que é moleque? -ele perguntou fervendo de raiva-

- Não sabe quem eu sou? -perguntei ironicamente-

- Não e nem me interessa saber. -respondeu friamente-

- Ótimo, eu não estou afim de te contar detalhes no momento. -disse simples-

- Você esta se achando não é moleque de merda? -disse com ironia e riu alto-

- Eu até poderia estar, motivo é o que não me falta pra isso. -disse
debochando-

- Você não sabe com quem esta lidando garoto. -disse friamente-

- Você é que não sabe com quem se meteu. -disse firme-

- Acabou de arranjar um inimigo pra vida toda seu pivete do
caralho. -disse alto-

Me aproximei e dei-lhe um chute no meio do estômago que o deixou se
contorcendo de dor, cuspi em cima dele e respirei fundo me afastando e
colocando a mão no bolso.

- Vai pela sombra. -disse dando uma olhadinha pra trás e sorrindo-

Coloquei o óculos e deixei uma das mãos no bolso, estiquei a outra
pra garota que estava em prantos em pé do meu lado e ela a segurou
firme, ela estava suando, tremendo e os seus olhos estavam vermelhos e
inchados de tanto chorar. Entrelacei a minha mão na dela e sai dali, a
conduzi até o meu carro e no caminho fomos cercados por flashes, câmeras
e paparazzis. Rapidamente entramos no carro e eu dei a partida saindo
dali depressa.

- Pra onde estamos indo? -ela perguntou-

- Aonde você mora? -perguntei-

- No Canadá. -respondeu e eu a encarei-

- Ta, aonde você esta hospedada? -perguntei-

- Ainda não estou hospedada em lugar nenhum. -respondeu-

- Ta de sacanagem comigo? -perguntei indignado- Aonde você iria passar a
noite?

- O Kenny iria me hospedar em algum lugar depois do desfile. -respondeu-

- Quem é esse? -perguntei-

- É um amigo da minha mãe, ele me ajuda a conseguir esses trabalhos de
moda, foi ele que me convocou pra desfilar aqui hoje no lugar da modelo
que se machucou. -respondeu-

- É seu empresário? -perguntei-

- Não tenho empresário, como eu disse, ele é um amigo da minha
mãe. -respondeu-

- Ele estava no desfile? -perguntei-

- Sim, ele era o estilista. -respondeu e eu prendi o riso ao lembrar dele-

- Bom, nós não podemos voltar lá agora, não depois do que
aconteceu. -comentei-

- Imagino. -disse- E pra onde nós estamos indo?

- Pra minha casa. -respondi-

- Sua casa? -perguntou- Eu não posso ir pra sua casa.

- Por que não? -perguntei- Tem uma ideia melhor?

- Não, eu só sei que não posso ir pra lá. -respondeu- Me deixe em
qualquer lugar.

- Para com isso, vamos pra minha casa, lá você toma um banho, come
alguma coisa e tenta descansar um pouco. Amanhã você vê o que vai
fazer. -disse a encarando-

- Eu mal te conheço. Pra falar a verdade eu nem te conheço. -comentou-

- E? -perguntei-

- E? E que eu não posso ir pra casa de um desconhecido e muito menos
passar a noite com ele. Isso é errado. -respondeu- Me deixe em qualquer
lugar, eu me viro.

- Não vou te deixar em qualquer lugar, você não tem aonde ficar, não
conhece ninguém e nem nada por aqui. Prefere passar a noite em uma casa
segura, com uma cama quente, comida e conforto ou passar a noite na rua?
Se quiser voltar pro teatro fique a vontade mas eu não estarei mais lá
pra te salvar de um estupro ou de uma bala. -disse firme-

Ela ficou em silêncio e durante o resto do caminho não trocamos mais
nenhuma palavra, os meninos tinham ficado lá, eles nem sabiam do
ocorrido e eu não sou do tipo que sai contando o que me acontece, por
mais que a gente trabalhe junto eles não precisam ficar sabendo de tudo,
afinal, nem aconteceu nada demais. Chegamos e já estava tarde, passava
das 2 da madruga. Estacionei o carro e desci, dei a volta e abri a porte
pra madame que estava com um bico enorme, revirei os olhos e suspirei
fundo pra não explodir ali mesmo.

Me conduzi pra dentro e ela ficou parada no meio do jardim encarando a
casa, ela estava se abraçando, provavelmente estava com frio, fazia
muito sereno a essa hora. A encarei e ela ficou vidrada na paisagem, o
que foi? Nunca esteve em um lugar assim antes?
-pensei-

- Vai ficar ai a noite toda? -perguntei e ela me encarou-

Fiz sinal com a cabeça pra que ela me seguisse e entrei em casa, em
seguida ela entrou e tendo o mesmo efeito que a segundos atrás parou o
olhar no ambiente e ficou encarando a paisagem toda boquiaberta, ela
provavelmente nunca esteve em um lugar como esse. Revirei os olhos com
os meus pensamentos e joguei a chave em cima da mesa, ela me encarou,
continuava se abraçando, seu olhar estava fascinado com a casa e ela
parecia estar tensa.

- Venha, eu vou te levar a um dos quartos. -disse-

Subi e ela me seguiu, a conduzi até um dos quartos de hospedes, peguei o
que ficava do lado do meu caso acontecesse algo. Entrei no quarto e ela
me seguiu, permanecia abraçada, estava toda suja, com alguns hematomas
por conta da surra que tinha levado daquele velho. Seu cabelo estava
bagunçado, seus olhos inchados de tanto chorar, se eu não tivesse a
conhecido antes disso e olhasse pra ela somente agora eu nem teria
reparado nela.

- Você esta horrível. -comentei sorrindo-

- Tem certeza que eu posso ficar aqui? -perguntou me encarando-

- Por que não poderia? -perguntei a encarando-

- Seus pais não vão achar ruim? -perguntou e eu ri- O que foi?

- Eu não moro com os meus pais. -respondi colocando as mãos no bolso-

- Ah. -disse encarando o quarto- Você mora aqui sozinho?

- Não. -respondi-

- Não? -perguntou e eu neguei-

- Nunca estou sozinho. -respondi-

- Devo perguntar por que? -perguntou-

- Eu acho melhor você não fazer muitas perguntas. -respondi-

- Certo. -disse-

- Tome um banho, coloque uma roupa limpa, vou pedir pra prepararem algo
pra você comer. -disse me conduzindo até a porta- Se precisar de algo é
só pedir no interfone.

Ela assentiu e eu sai do quarto encostando a porta, fui pro meu e entrei
nele tirando as roupas, deixei-as espalhadas pelo chão e fui pro
banheiro. Tomei um banho rápido, sai, me sequei, coloquei uma box Calvin
Klein preta, me perfumei e desci assim mesmo.

Não tinha mais ninguém na cozinha, todos já deviam estar dormindo, é
tarde, como eu não lembrei disso antes de dizer que iria pedir pra
prepararem algo pra madame comer? Revirei os olhos pra mim mesmo e me
sentei no balcão, peguei uma maça e mordi a mesma. Os únicos acordados a
essa hora são os seguranças, eu geralmente não faço refeições em casa,
sou acostumado a comer em restaurantes antes de vir pra casa então as
empregadas e cozinheiras daqui não me esperam acordadas, afinal, eu
quase nunca venho pra cá, uma vez no ano talvez. Venho mais quando sou
obrigado e temos alguma emergência.

Desci do balcão e quando iria sair da cozinha trombo com aquela garota
na porta.

- Ah, me desculpa, eu, eu não, ai. -disse nervosa virando de costas-

- Ta tudo bem. -disse- Algum problema?

Ela estava usando um roupão branco, claro, ela não tinha roupas aqui e
não tinha nenhuma outra roupa naquele quarto. Como eu não pensei nisso?
Eu não estou pensando em nada ultimamente, desde que vi essa garota no
avião, tudo começou me confundir.

- Não, eu só vim buscar um copo de água. -respondeu- Mais já estou indo.

- Tudo bem, pode pegar a água, eu já estava saindo. -disse-

Ela passou por mim se esbarrando, parecia estar nervosa, toda
desajeitada, entrou na cozinha e eu encostei na porta e fiquei a
encarando. Ela ficou olhando de um lado pro outro e eu estava segurando
o riso e encarando o seu nervosismo e lerdeza.

- Aonde ficam os copos? -perguntou e eu apontei pra eles- Ah, obrigado.

- Não por isso. -respondi-

Ela tomou a água rapidamente e passou por mim correndo, tropeçou nos
degraus e eu fiquei a encarando e rindo da sua lerdeza. Ela olhou pra
trás algumas vezes e subiu, ela não parecia estar nervosa, ela estava
nervosa. Por que será em? -sorri sozinho-


Voltei pro quarto e deitei na cama, peguei o iphone e fiquei um tempo
mexendo nele. Os meninos ainda não tinham chegado e provavelmente não
chegariam antes do amanhecer. Coloquei o celular no criado mudo e
desliguei as luzes, me ajeitei na cama e em questão de segundos peguei
no sono, eu estava extremamente exausto.

* Lua Blanco P.O.V*

Acordei com a claridade batendo no meu rosto e me espreguicei na cama,
cocei os olhos e me sentei. Olhei ao redor e lembrei que estava na casa
daquele garoto, é, um garoto que eu "conheci" no avião, trocamos olhares
no embarque e no desembarque eu esbarrei nele. Nos encontramos no
desfile e devido aos ocorridos eu vim parar aqui. Ontem foi uma das
piores noites da minha vida, eu estava do lado de vários profissionais,
e o que aconteceu? Eu me espatifei no chão na frente de milhares de
pessoas e câmeras, fui alvo de risos e piadinhas e como se não bastasse
esse vexame, eu quase fui estuprada por um dos empresários que estavam
no evento. Eu ainda não me recuperei desse choque, ele iria mesmo me
violentar, ele iria mesmo praticar atos comigo ali, daquele jeito, eu
nunca fui tão humilhada.

Como eu vim parar aqui vocês já sabem, o fato é que, eu não conheço esse
menino, não sei nada sobre ele, eu nunca o vi na vida, faz um dia que
nós nos conhecemos, ele praticamente me salvou das mãos daquele
cafajeste, praticamente não, ele me salvou das mãos dele. Eu acho que
devo isso a ele, mais eu não o conheço, não sei nem o nome dele e ele
foi muito agressivo com aquele homem ontem, embora ele merecesse e ele
estava armado, será que ele pertence a algum desses grupos de
traficantes? No Canadá tem um, o chefe deles é conhecido como Candic, já
ouvi falar muito dele mais eu nunca o vi e nem pretendo. Quero ficar o
mais longe possível dessa gente e de qualquer encrenca que possa me
comprometer.

Levantei e fui pro banheiro, fiz minha higiene e usei uma das escovas de
dentes novas que estavam na gaveta do armário. Arrumei o cabelo e o
prendi em um rabo de cavalo, eu ainda estava de roupão, eu não podia
ficar assim e nem sair assim, fui até o closet do quarto mais não tinha
nenhuma peça de roupa por ali, peguei as peças de roupa que eu estava
quando vim pra cá e as rasguei a transformando em um mini shorts e uma
mini blusa. Eles estavam extremamente curtos mas era melhor do que usar
um roupão e afinal, estava calor. Não teria problema, arrumei o quarto e
deixei tudo ajeitado, sai dele e a casa estava silenciosa, resolvi
descer e ver se eu encontrava alguém por ali. Desci e não encontrei
ninguém, não tinha ninguém por ali, e nem sinal. Fui até a cozinha e
como não tinha achado ninguém resolvi preparar o café, eu estava faminta
e o dono da casa também deve estar e eu tenho que agradece-lo de alguma
forma pelo que ele fez por mim, se tem uma coisa que eu sei fazer bem é
cozinhar. Minha mãe sempre diz que o homem que se casar comigo terá sorte.

Peguei algumas coisas na geladeira e preparei ovos com bacon, queijo
quente, peguei suco de laranja na geladeira e arrumei tudo na mesa,
espero que não se importem.

Subi pra ver se o dono da casa já tinha acordado e quando cheguei perto
da porta do quarto onde eu estava comecei ouvir algumas vozes vindas do
quarto ao lado.

- Você ta maluco? Como assim você se envolveu em uma briga? Por que?
Aonde você se meteu depois do desfile? Foi por isso que você sumiu? Por
que você não me contou caralho? Eu sou o seu melhor amigo e estamos
juntos nessa porra toda mano.  -alguém cuja a voz eu não conhecia dizia
nervoso-

- Cala a boca Mika, não ouviu o que eu disse? Ele estava tentando
pegar a garota caralho, o que você queria que eu fizesse? Deixasse ele
abusar da menina? Você sabe o quanto isso me tira do sério Mika, foi
exatamente assim que aconteceu com a Kátia porra. Não sei quem ele é,
nem da onde veio, também não sei nada sobre ela, eu só não podia deixar
ele violentar a menina ali na minha frente sendo que o meu maior ódio o
ódio que me persegue e me corrói por dentro começou por causa de um
estupro. -o dono daquela voz eu conhecia, não tanto mais eu reconheci a
sua voz, eles estão brigando e a culpa é minha-

- Arthur você não pensa cara, você é o Candic porra. Já pensou se ele é
um traficante poderoso? Ele pode vir atrás de você, vir atrás de nós,
como você mesmo disse, ele jurou vingança e agora? O que você pensa em
fazer? Suponho que não irá querer perder o posto de o maior traficante
do Canadá. -o outro dizia e depois de ter ouvido isso o meu coração
disparou, o que? Arthur? Candic? Como assim? Ele se chama Arthur e ele é
o Candic? O candic considerado o maior traficante do Canadá? A pessoa
que toca o terror e comete os piores crimes por lá?-

Me encostei na parede, eu não conseguia sair do lugar, eu não conseguia
me mover, eu estava imóvel, eu estou dentro da casa do Candic, da casa
do maior traficante do Canadá, ele é um delinquente, um criminoso, ele é
do mal, ele é um bandido, eu preciso sair daqui, eu preciso ir embora,
eu preciso me distanciar daqui antes que seja tarde, e agora? O que eu
vou fazer?

- Ninguém aqui irá perder nada, não viaja Mika, ele é apenas mais um dos
inúmeros inúteis existentes por ai. Você acha que eu tenho medo? Medo
não existe no meu vocabulário, eu sou o Candic, sou eu que mando nessa
porra, eu posso fazer o que eu quiser a hora que eu quiser. Sacou a
parada? -eles continuavam conversando e eu já não sabia mais como reagir-

- Algum problema? -um outro garoto perguntou me encarando- Quem é você e
o que esta fazendo aqui? -ele dizia me encarando, eu estava tão nervosa
que não consegui responder- O gato comeu a sua língua? Tá fazendo o que
na frente do quarto do Arthur?

- O que ta acontecendo aqui? -Arthur perguntou abrindo a porta e nos
encarando-

- Essa garota aqui estava ouvindo atrás da porta. -o menino respondeu me
encarando-

- Ah estava? -Arthur perguntou me encarando- Sua mãe não te ensinou que
é feio ouvir a conversa dos outros?

- Eu, eu não, eu não estava. -eu mal conseguia falar e quando conseguia
era interrompida-

- Eu, eu não, eu não, admita de uma vez que estava espiando. -o outro disse-

Eu estava cercada por 3 meninos, o Arthur e mais dois, um era moreno dos
olhos castanhos e o outro era o que estava me acusando, ele era moreno e
tinha o cabelo todo bagunçado. O Arthur e o moreno não tiravam os olhos
de mim, eles estavam me sugando com o olhar e isso estava me deixando
muito mal, muito constrangida. Eu estava explodindo de nervoso.

- Deixa que eu cuido dela. -Arthur comentou-

- Por que você? Deixa que eu cuido. -o moreno disse dando um sorrisinho-

Eu estava com o cu na mão, eu estava morrendo de medo, nervosa,
constrangida, eu estava na casa de um traficante, eu estava rodeada por
criminosos, o que vai acontecer agora? Eu estava tremendo, eu não
conseguia me mexer ou falar, eu estava em prantos.

- Caiam fora e deixem que eu resolvo daqui. -Arthur disse-

Os meninos saíram e ficaram nos encarando até descerem, encarei o Arthur
que me encarava sério, ele arqueou a sobrancelha, eu estava com medo,
assustada, nervosa, eu queria sair correndo mais eu estava imóvel ali.
Ele se aproximou e eu me afastei.

- O que foi? -perguntou- Te fizeram alguma coisa?

Eu não conseguia responder, eu estava com medo, assustada, nervosa,
constrangida, em prantos, eu queria correr, ir embora, sumir dali, ir
pro mais longe possível. Estou em uma casa cercada por criminosos e um
traficante que comanda o Canadá, corro risco de morte, estupro e o
caralho a quatro e eu achando que ele tinha me salvado.

- Não quer falar comigo? -perguntou me encarando- Como você se chama?

Ele estava parado na minha frente, estava só de box, tenho que confessar
que ele é uma tentação, eu já tinha percebido isso desde o momento que
coloquei os olhos nele. Ontem quando nos esbarramos na cozinha ele
estava deste mesmo jeito, fiquei tão nervosa que mal conseguia andar,
minhas pernas ficaram bambas, assim como estão agora, mais diferente de
ontem, agora elas estão bambas de medo. Ele foi se aproximando e eu me
afastei.

- Fica longe de mim. -foi a única coisa que eu consegui dizer-


                                                        Palmas pra mim porque fui eu que escrevi o capítulo kkkkkk deixei de folga e escrevi esse tempo todo me dediquei em Obsssed e Dangerous Woman por isso os capítulos sairia tão bons assim bom, Feliz LuAr Day e até o próximo

11 comentários:

  1. A web ta o otima!!! vcs já assistiram o clipe da Lua com o Kevin white, ta super lindo assistem no youtube

    ResponderExcluir
  2. Adoreiiiiii ta perfeitooooo!!!! Não demora mais n pra postaaa!!

    ResponderExcluir
  3. Posta mais, please
    Xoxo,bia

    ResponderExcluir
  4. Erica Vasconcelos27/09/2014 10:26

    Sua web é perfeita...posta+++++

    ResponderExcluir
  5. Mais please , Lua ta com medo mais não deveria ele salvou vida dela ser fosse pra ele fazer algo ja teria feito xXxAdriana

    ResponderExcluir
  6. Lua ta meio assustada , mais ela ñ vai se livrar tão cedo do thur ... palmas pra ti Xxx adaline

    ResponderExcluir
  7. Não vai ser mais postado Tudo Por Ela

    ResponderExcluir
  8. Caraca arrasou no capítulo, parabéns baby <3
    A Lua tá muito tensa, ela tem que fica mais calma. Lua e Arthur ainda vai da muita confusão Kkkk
    Posta mais baby
    Xx Mila Mozart

    ResponderExcluir
  9. +++++++++++++ quanto vc vai posta os proximos capitulos dessa web ???

    ResponderExcluir
  10. mirella vasconcelos28/09/2014 23:02

    Amando posta +++++++++++

    ResponderExcluir

Não vai sair sem comentar, né?! xD

Copyright © 2015 | Design e Código: Sanyt Design | Tema: Viagem - Blogger | Uso pessoal • voltar ao topo