25 de ago de 2014

Your Bed Or Mine? - Capitulo 7 - THE PERFECT FIT - Part. 6

               
Hey amores, espero que gostem... 
HOT, HOT, HOOOT... Ahahaa' 
Bjs, até mais! 
Boa leitura!
"Fanfic movida a comentários. " 

O salto de Simon da cama despertou Lua de um sono agitado. Ela sentou-se, puxando o lençol consigo e olhou ao redor. Sempre deixava a porta do quarto aberta, caso Simon precisasse sair durante a noite.
Ela ficou tensa. A porta estava fechada. Seus olhos castanhos se ajustaram lentamente à escuridão. Simon saíra.
E bem ali... Nas sombras! O vulto de um homem!
Ele se aproximou da cama. Estava todo vestido de preto, in­cluindo a capa e o chapéu. Uma sinistra máscara preta ocultava-lhe o rosto.
Lua quis gritar, mas não o fez. Sua excitação logo sobrepujou o medo.
Ele parou ao lado da cama. Intensos olhos fitaram-na através da máscara. A expressão que exibiam disse-lhe o que ele tinha em mente.
Ele estendeu o braço e tirou-lhe o lençol da mão. Lentamente. Centímetro por centímetro, expôs o corpo dela.
— Por que você está aqui? — sussurrou Lua.
A resposta dele foi tirar uma espada da bainha, o brilho da lâmina destacando-se no escuro.
Um pequeno grito excitado escapou dos lábios dela.
Sem deixar de fitá-la, ele usou a ponta da lâmina para provocá-la. Com leveza. Sedução. Erotismo. Correu-a pelo pé descalço dela, fazendo-a estremecer, causando-lhe uma sensação incrível. A es­pada foi subindo. Instigando. Acariciando apele sensível. Deslizou pela parte interna de uma de suas coxas, pelo ventre firme, até a curva entre os seios.
— Tire a parte de cima — ordenou ele. — Bem devagar. Não precisa se apressar. Espero que tenhamos o resto da vida.
Lágrimas encheram os olhos de Lua.
Com dedos trêmulos, começou a abrir a frágil blusa de pijama de seda e renda e, enfim, atirou-a de lado. Os lindos olhos de Arthur desceram até a calcinha de renda dela. Ele correu a ponta da espada de leve pelo tecido delicado, deixando-a ofegante.
— Tire-a — ordenou ele.
— E se eu não a tirar?
— Eu a tirarei para você.
Lentamente, Lua despiu a calcinha. Estava completamente ex­posta agora. De mais de uma maneira. Seu coração, repleto de um amor eterno por ele. Seu corpo, nu e à espera de qualquer coisa que ele quisesse.
Ele baixou a espada e pousou-a na cama, ainda mantendo-a cativa.
Lua sorriu. Sedutoramente.
...
Arthur não estivera preparado quando Lua deixou a cama. Ela pegou a espada antes que pudesse detê-la. Arthur riu quando a apon­tou para ele... Com nervosismo.
— Isto não fazia parte de sua fantasia — lembrou-a.
— A fantasia é minha e, portanto, tenho o direito de mudá-la conforme me convier.
Arthur não gostou daquele tom de voz, nem do brilho nos enig­máticos olhos escuros. Adiantando-se até a mesinha de cabeceira, acendeu o abajur. Quando se virou, deparou com a ponta da espada tocando de leve a cintura de sua calça preta.
— Tome cuidado com essa coisa — avisou-a com toda a serie­dade. — Não é um brinquedo.
— Você falou com alguém?
— O que disse?
— Perguntei se você falou com alguém.
— Não. Por quê?
— Com ninguém daqui?
— Não. A última pessoa com quem falei foi você.
Ela ergueu a lâmina até a frente da camisa dele. Arthur engoliu em seco. A lâmina subiu até seu pescoço. Ele teve medo de engolir em seco daquela vez.
Foi tomado por certo alívio quando a ponta da lâmina subiu levemente até seu queixo. Prendeu a respiração. A lâmina tocou ligeiramente seus lábios, seu nariz.
Lua e ele se entreolharam. Ela sorriu. E tirou o chapéu da cabeça dele com a ponta da espada, fazendo-o voar longe. — Pelos Céus! — exclamou Arthur de cenho franzido.
— Tire a capa.
— Coloque a espada no chão.
— Quer que eu tire a capa para você?
— Está bem! — disse ele contrariado. — A capa já está indo mestra. — Arrancando a capa, atirou-a de lado.
— Agora a camisa.
Arthur despiu rapidamente a camisa da fantasia de Zorro.
— E isto — disse as mãos na cintura agora. — É exatamente a razão para nenhum homem que se preze dever vestir uma fantasia de Zorro para tentar realizar a fantasia de sua esposa.
— Não diga nada — ordenou Lua. Apontou a lâmina para a calça justa dele.
— Agora, a calça.
Arthur soltou um riso nervoso.
— De maneira alguma. Não enquanto você não tiver largado essa espada.
— Devo cortar a calça para você a fim de tirá-la?
Arthur deu um salto atrás quando ela fez a marca do Zorro com a espada no ar.
— Está certo, já entendi. — Despiu a calça o mais depressa que pôde. — Sei que isto é retaliação por eu ter sido um grande cretino. E se você se sentir melhor com minha admissão, eu sei que mereço.
— Continue falando — declarou Lua daquela vez. Arthur levou as mãos ao rosto para tirar a máscara. — Deixe a máscara — ordenou ela.
Ele baixou as mãos e, sabiamente, cobriu as partes íntimas.
— Eu disse "continue falando". Volte àquele ponto em que dizia "sei que mereço".
Lua teve de fazer um tremendo esforço para manter o semblan­te sério. Era uma pena que estivesse segurando uma espada, em vez de uma máquina fotográfica.
Arthur , usando apenas uma máscara de Zorro, cobrindo-se desesperadamente como podia! Era, sem dúvida, um daqueles momen­tos que deviam ser registrados.
— E então? — persistiu ela, praticando a marca do Zorro no ar novamente.
Ele estreitou os olhos através da máscara, mas a expressão que continham era indubitavelmente sincera.
— Eu ainda não entendi tudo direito — começou. — Você tem de admitir que, pelo meu ponto de vista, nada disso faz sentido. Mas eu apenas sei tão bem quanto sei que estou parado aqui, nu em pelo e com uma espada afiada apontada para minhas partes íntimas, que você me disse a verdade. Por mais insano que possa parecer, eu confio em você. E sei que jamais me trairia.
— Onde você estava ontem à noite?
— Eu me hospedei num pequeno HOTEL. Por quê?
— E tem certeza de que ninguém contou a você que o irmão de Sarah é que foi o responsável pelos telefonemas e a fotografia?
— O irmão de Sarah? — indagou Arthur surpreso. — Eu nem sequer sabia que Sarah tinha um irmão.
— Resposta certa.
Lua adiantou-se até o armário e guardou a espada em seguran­ça. Depois que fechou a porta, virou-se com um sorriso.
— Acenda a luz — pediu.
Arthur levou a mão ao interruptor e acendeu a luz do quarto.
Ela se aproximou e o empurrou de costas na cama.
Arthur agarrou-lhe a mão e a fez deitar-se acima de seu corpo.
— Eu gosto realmente dessa...
Arthur calou-a com um beijo esfomeado e intoxicante, e aproveitou-se da posição que estavam para enterrar-se fundo dentro dela.
— Ah! — berraram em uníssono. Os corpos conectados de uma maneira indescritível.
Arthur segurava as coxas de Lua, enquanto entrava e saía de dentro dela em um ritmo lento e tortuoso.
— Abra os olhos, pequena — pediu ele, extasiado com o calor que Lua provocava nele. — Olhe para mim. Veja o quanto me enlouquece.
A morena abriu os olhos e deparou-se com os olhos dele encará-la de forma intensa.
Ele respirava com dificuldade, mas em nenhum momento ousou quebrar o contato visual. Seus lábios mantinham-se entreabertos e a deliciosa fricção entre os sexos de ambos o levava cada vez mais próximo ao orgasmo.
Lua juntou sua testa à dele, o ápice tão próximo que ela já conseguia sentir os espasmos pinicarem sua pele. Até que explodiu em um delicioso orgasmo, seus braços em volta da nuca de Arthur para que pudesse sustentar as violentas ondas de prazer.
O moreno logo se uniu a ela, liberando-se dentro dela com uma última e potente estocada, rosnando próximo ao ouvido dela enquanto os espasmos tomavam conta de seu corpo.
Nenhum dos dois ousara quebrar a intensa conexão que ali se formara. As respirações aceleradas aplacavam os corações descompassados de ambos, que se preocupavam somente em se olhar à medida que seus corpos voltavam ao estado natural de espírito. Era curioso saber que duas pessoas tão diferentes poderiam se encaixar tão perfeitamente.
Arthur maravilhou-se por encontrar no fundo daqueles olhos chocolates o brilho que procurava: amor. A certeza de que agora seria para sempre. Que esse amor que os unia, os consumia, tão avassalador duraria eternamente.
— O que foi? — perguntou ela, vendo que ele agora a encarava seriamente.
— Eu. Te. Amo — sussurrou pausadamente.
— Eu também te amo.
E ela o beijou. Um beijo selando o futuro de ambos, lado a lado.
“Que seja eterno enquanto dure”

10 comentários:

  1. Perfect
    Thur realizando a fantasia dela
    Ainda bem que eles se entenderam

    Hellen

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  2. AHHH QUE LINDOOOO *O*
    REALIZOU A FANTASIA EROTICA E SE DECLAROU PRA ELA ♥ ♡ ❤ 
    PERFEITOOO VIIH *---*

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  3. ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei

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  4. P-E-R-F-E-I-T-O

    Ana

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  5. mirella vasconcelos25/08/2014 23:24

    Amando posta mais

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  6. Simplesmente perfeito! 😍 ❤
    Só eu que chorei?? Haha 😊

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  7. Aí thur seu perfeito ♡_♡ além de acreditar na lua , realizou a fantasia dela e ainda disse q a ama ♥♥♥ posta mais hoje #especial_LuarDay Xx adaline

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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