13 de ago de 2014

Dangerous Woman - Capítulo 12


 Lua P.O.V

Fugi dos braços de Arthur e fui tomar um banho. Sai do banheiro com uma
toalha enrolada na cabeça e sem nada no corpo e assim que passei em
frente a cama Arthur havia acabado de abrir os olhos e me mirou com um
sorriso malicioso nos lábios.

- Seu pervertido, sossega o facho que ainda são sete horas da manhã.

- E tem hora pra foder agora? – ele perguntou fazendo bico.

- Para com isso – falei rindo - Levanta e coloca sua roupa. Anda
preguiçoso, tire sua linda bundinha da minha cama.

- Eu sei que minha bunda é sexy.

- Babaca.                                                   

Coloquei minha calcinha e meu sutiã e ele levantou e vestiu a cueca
roxa, acho que ele só tinha aquela cor de cueca. Coloquei um vestidinho
de alcinha e fiz um rabinho no cabelo.

- Que meiga – ele disse beijando meu pescoço.

- Eu sou meiga – falei mostrando a língua pra ele.

- Convencida.

Ele me deu um selinho e eu apertei sua bochecha.

 - Eu tive uma ideia.

- Qual – perguntei franzindo o cenho.

- Que tal eu e você irmos jantar?

- Isso é programinha de casal – torci o nariz rindo.

- Ei, sem preconceitos. Amigos também jantam juntos.

- Hmmm. Ta bom, eu topo.

- Ótimo. Na hora que eu sair do trabalho vou pra minha casa tomar um
banho e venho te buscar as oito e meia. Que tal?

- Combinado. Sem atrasos.

- Sim senhora – ele fez sentido e eu ri.

 - Agora vem, vamos lá pra cozinha.

Ele assentiu e chegando lá tomamos café com Luz, Kenny e Joe. Eles
pareciam nem se surpreender mais com o jeito que eu e Arthur nos tratávamos.

O dia passou correndo e quando vi já eram seis e meia e liberei os
rapazes. Tomei outro banho, passei perfume, dei só uma escovada no
cabelo e coloquei um vestido preto tomara-que-caia com um salto.
Terminei de me arrumar quase na hora que Arthur havia combinado de vir
me buscar e eu desci para a sala. Meu celular apitou e era uma mensagem
dele avisando que estava na porta. Sai e ele estava encostado no seu
carro com um sorriso no rosto.

- Por favor – ele disse abrindo a porta para que eu entrasse.

- Obrigada.

Ele pegou seu lugar no volante e deu partida no carro.

- Aonde nós vamos? – perguntei enquanto ele dirigia atento.

- Surpresa.

- Ah não, eu detesto surpresas, me fala por favor.

- Não vou dizer Lua.

- Chato – falei emburrada e ele riu.

Pouco tempo depois ele estacionou em frente a um restaurante japonês.

- Você gosta? – ele perguntou meio ancioso.

- Adoro.

Ele sorriu e me ajudou a descer do carro, me guiando até a entrada do
restaurante.

- Como posso ajudar? – a recepcionista perguntou sorridente.

- Eu tenho uma reserva para dois no nome de Arthur Aguiar.

- Ah sim senhor Aguiar. Me sigam por gentileza.

Fomos atrás dela e ela nos levou até uma mesa toda arrumada. Nos
sentamos e logo um garçom nos trouxe um cardápio.

- O que vai querer? – Arthur me perguntou olhando por cima do cardápio.

- Deixo você me surpreender.

- Tudo bem. Eu vou querer dois temakis e uma barca dessa para duas pessoas.

O garçom assentiu e saiu anotando nosso pedido.

- Como você adivinhou minha comida favorita? – perguntei quebrando o
silêncio.

- Tentei a sorte.

- Você anda esperto demais.

- Eu sou esperto.

- Você é convencido.

- Não mais do que você.

Fomos interrompidos pelo garçom que chegou com nossos pedidos. Eu comi o
temaki e alguns sushis e sashimis e já me sentia cheia, mas Arthur
parecia que não comia a dias, ele literalmente limpou a barca.

- Meu Deus, como você é morto de fome – dei risada.

- Exagero seu, comi só um pouco.

- Aham, só um pouqinho – falei irônica.

- Repito, exagerada.

Ri e uma ideia veio em minha cabeça. A mesa não era tão grande, então eu
estava próxima de Arthur. Subi meu pé devagar pela perna de Arthur e ele
me encarou na hora. Pousei meu pé em cima do seu amigo e mexi de leve e
ele surrou os lábios os mordendo. Sorri maliciosa e ele pareceu querer
pular em cima de mim ali mesmo no meio do restaurante, eu estava me
divertindo com a situação em que ele se encontrava.

- Aqui estão as sobremesas que vocês pediram Sr. Aguiar – o garçom disse
aparecendo com duas taças de sorvete de baunilha.

Mexi meu pé e Arthur segurou a toalha com força. Ri e tirei meu pé dali.

- Obrigada – ele disse e o garçom se retirou.

Arthur semicerrou os olhos me olhando e eu dei risada. Comecei a tomar o
meu sorvete e a colher de Arthur caiu no chão. Ele olhou para mim e se
abaixou indo para debaixo da mesa. Senti uma mão na minha coxa e me
toquei do real propósito dele ter ido pra debaixo da mesa. Arthur
colocou a mão no meio das minhas pernas entrando na minha calcinha e
acariciando minha intimidade e nesse mesmo momento o garçom voltou com
uma garrafa d’água e eu arregalei os olhos.

- Aqui está a sua água senhorita.

- E-eu não pedi água – falei com a voz entrecortada.

- Seu acompanhante disse que você queria – o garçom disse meio confuso.

- Ah s-sim. P-pode deixar aí. Obrigada.

O cara pareceu meio assustado, mas saiu. Ouvi Arthur rir debaixo da mesa
e ele voltou a se sentar em sua cadeira.

- Achei minha colher.

- Filho da puta – falei o fuzilando e foi a vez dele rir.

- Você acha que só você pode brincar? – ele perguntou e deu uma
colherada no seu sorvete sorrindo irônico.

- Engraçadinho.

Ele lambuzou o dedo no sorvete e passou nas minhas bochechas e eu abri a
boca não acreditando. Ele riu e eu peguei sorvete e passei na sua testa
e em seu nariz e ele me encarou surpreso.

- Ei! – ele disse protestando e eu ri.

- Eu vou no banheiro me limpar porque uma criança me lambuzou.

- Eu vou também, já que uma louca me sujou também.

Revirei os olhos e nós fomos em direção ao banheiro. Assim que estávamos
passando em frente ao banheiro de deficientes Arthur abriu a porta e meu
puxou para dentro quase me derrubando de susto.

- Ta doido criatura?

- Aham.

Ele disse e me beijou me colocando em seu colo. Eu agarrei seu pescoço
com meus braços e suas mãos passearam pelo meu corpo e pousaram em minha
bunda a apertando e eu arfei. Ele me imprensou contra a parede e o
barulho do choque com as minhas costas foi um pouco alto, mas nem demos
atenção. Quando ele ia descer o zíper do meu vestido ouvimos batidas na
porta e eu pulei do seu colo.

- Tem alguém aí? – uma voz perguntou.

- Espera aí, já estou saindo! – gritei me arrumando como dava – Vamos
sair daqui seu maluco –cochichei para Arthur e ele riu.

- Espera aí – ele me puxou e lambeu minha bochecha limpando o sorvete
que havia ali.

- Nojento – dei um tapa em seu ombro.

Saímos do banheiro e não havia ninguém do lado de fora. JArthur limpou o
sorvete do rosto com o guardanapo da mesa mesmo e deixou o dinheiro
dentro da pastinha com a conta. Peguei minha bolsa e saímos do
restaurante indo para o carro. Arthur praticamente voou até a minha casa
e assim que entramos em casa ele já começou a me agarrar e subimos as
escadas até o meu quarto aos beijos.

Abri a porta sem olhar e ele me pegou o colo e me jogou na cama subindo
em cima de mim rapidamente sem nem me dar tempo para pensar em alguma
coisa. Ele desceu o zíper do meu vestido com uma rapidez impressionante
e atirou aquela peça de roupa longe. Estourei os botões da camisa que
ele vestia e me livrei dela em fração de segundos, assim como fiz com a
sua calça. Ele se sentou e me puxou para o seu colo e eu rebolei em cima
do seu membro o fazendo apertar meu seio e gemer baixo. Comecei a
distribuir beijos a partir de sua boca e fui descendo por seu pescoço
até chegar em sua barriga. Beijei seu membro por cima da cueca o que o
fez tremer e eu sorri para ele. Quando eu estava pronta para tirar sua
cueca bateram na porta do meu quarto. Porra! Hoje pegaram o dia pra me
atrapalhar. Arthur bufou e eu levantei passando a mão no rosto
procurando por paciência.

- Quem é? – gritei.

- Senhorita Blanco, tem uma pessoa te esperando na sala de estar – era Luz.

- Diz que eu estou ocupada.

- Eu disse que estava tarde e que talvez você não gostasse de ser
incomodada, mas as pessoa está insistindo muito.

- Mas que merda – falei mais baixo – Fala que eu desço daqui a pouco,
manda esperar um pouco.

- Tudo bem, eu aviso.

Bufei e Arthur me olhou com cara de cachorro sem dono.

- Não me olha assim não, eu não pedi pra ninguém aparecer – disse me
sentando no seu colo e lhe dando um selinho.

- Eu vou matar quem estiver lá embaixo.

- Calma aí serial killer, vai devagar – falei gargalhando.

- Tenho motivos pra ficar puto.

- Vem, desce lá comigo.

Fui até o banheiro e peguei o meu roupão de seda e o coloquei só para
não aparecer apenas de lingerie na sala. Peguei na mão de Arthur, que
saiu de cueca mesmo, e fechei meu quarto. Ele começou a fazer cosquinha
na minha barriga e eu comecei a tentar fugir de seus braços enquanto
descíamos as escadas e eu ria feito retardada. Ele me abraçou por trás e
começou a beijar minha nuca o que me fez cócegas e me fez ficar arrepiada.

- Para com isso caramba – falei rindo.

 Assim que cheguei na sala eu e Arthur paramos de rir na hora e
encaramos a pessoas em nossa frente sem reação.

- Jake? O que faz aqui?


               Eu sei que ficou pequeno amores , mas eu tive que parar nessa parte 
       Ah adorei os comentários do capítulo anterior e só quero agradecer por vocês amarem o que eu faço e Obrigado gente obrigado mesmo 

10 comentários:

  1. Ahhh amando cada dia, tenta posta mais pf 🙏

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  2. Posta mais,
    Cada dia a fic fica melhor,
    Tenta posta mais um cap hoje pf pf ♥ ♥


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  3. Nossa agora fero.Posta mais

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  4. Jake vai levar uma surra do thur , se for falar algo de mal da lua ... amandooooooo Xx adaline

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  5. Posta ++++++++
    Ameeii *-*
    Essas pessoas amam atrapalhar eles e esse Jake tem que morrer !.!.!.

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  6. Quero saber o q vai aconteceeeeer!! Posta maiiiis!!!
    xx Beca

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  7. Estou amando cada dia que passa, sua web é muito boa e está cada dia melhor. Vc escrever super bem. Posta mais *o*
    Xx Mila Mozart

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  8. mirella vasconcelos13/08/2014 23:09

    Posta +++++++++++++++

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  9. Muito legal♥

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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