8 de ago de 2014

Dangerous Woman - Capítulo 11

              Por eu sou hot , hot , hot dog comigo você não pode  se eu te pegar tu vai levitar (8 ...
Lua P.O.V.

Com muito custo consegui fazer Arthur deixar eu ir para a minha casa.
Deixei o carro no jardim e assim que coloquei o pé na dá-la encontrei
Joe e Kenny.

- Agora é normal você dormir fora de casa dona Lua? - Kenny
perguntou rindo.

- Desculpa, "mãe" - ri também - Teve um probleminha ontem e eu acabei
dormindo na casa do Arthur.

- Probleminha? - ele franziu o senho.

- É, eu bati em uma garota - cocei a cabeça meio sem jeito.

- Você o que? - Joe perguntou rindo.

- Eu bati em uma garota.

- Por que fez isso?

- Longa história, outra hora eu conto.

- Ta né. Ah, lembrei de uma coisa. Sua irmã Mel ligou avisando
que amanhã a noite vai ter um jantar de noivado dela na casa do namorado.

- Putz, ela tinha me falado e eu tinha esquecido. Eu vou tomar um banho.

Mel era minha única irmã e que sobreviveu ao acidente que eu ainda mantinha  Nós não
nos falávamos direito como antes, mas ela ainda era a minha irmã. Ela estava noiva de um cara insuportável, eu já havia dito que
ela deveria largar dele, mas quem disse que ela meu ouviu? O cara era um
mauricinho dono de uma empresa e se achava o máximo. Terminei meu banho
e me troquei. Meu celular começou a tocar, Arthur estava me ligando.

- Fala seu chato.

- Oi pra você também - ele disse rindo.

- Você está bem?

- Sim, por mim eu já estaria trabalhando.

- Como se trabalhar fosse a melhor coisa do mundo.

- Quando se tem uma chefe gostosa como você dá pra fazer um sacrifico.

Dei risada.

- Por que me ligou?

- Deu vontade de falar com você.

- Cantada barata - falei rindo - Mas eu ia te ligar de qualquer jeito.
Amanhã eu vou em um jantar de uma amiga, então traz um termo para se trocar.

- Você vai levar três seguranças com você em um jantar?

- Na verdade, só você vai entrar comigo. Kenny e Joe vão ficar
monitorando na parte de fora.

- E por que você escolheu a mim pra te acompanhar?

- Você prefere que Kenny ou Joe vão no seu lugar?

- Não! Pelo menos eu indo, consigo manter qualquer engraçadinho longe.

- Idiota - ri - Vou desligar e o senhor vai descansar.

- Ta bom, tchau marrentinha.

- Tchau palhaço.

Deixei o celular carregando e fui para a cozinha almoçar. Os meninos me
contaram como se coisas haviam funcionado no dia anterior.

- Tenho uma novidade pra você Luh - Joe disse olhando o visor do celular.

- O que?

- Jake encomendou uma carga e chega hoje a noite. Tá afim de se divertir.

- Mas é claro. Essa carga vai ser minha e eu vou buscá-la.

- Acho melhor não Lua - Kenny disse meio receoso.

- Ele está merecendo. Quero que rastreiem os caminhões e nós vamos os
pegar antes que cheguem no local da recepção da carga.

- Temos um problema.

- Qual?

- Nós não temos uma pessoa que seja boa nesses negócios de tecnologia.

- Merda.

Uma ideia veio a minha cabeça. Corri para o quarto e liguei para Arthur.
Ele havia me contado sua um dos seus amigos era hacker e entendia muito
dessas coisas de internet.

 - Você não consegue ficar uma hora sem falar comigo? - ele disse rindo
ao atender.

- Eu não tenho tempo pra brincar agora. Como chama aquele seu amigo que
é hacker?

- O Bernardo?

- Isso!

 - Mas o que tem ele?

- Eu preciso do telefone dele, tenho um serviço para ele e preciso de um
hacker urgentemente.

- Ta ok, te mando o número por mensagem.

- Ok, obrigada.

- Até mais chata.

- Até.

Alguns minutos depois recebi a mensagem de Arthur e liguei para o número
que ele havia me mandado. Bernardo pareceu surpreso quando liguei, mas
concordou em vir até a minha casa. Ele chegou após uns vinte minutos e
nós fomos até o meu escritório.

- Eu ainda não entendi como posso te ajudar - ele disse rindo e tirou o
notebook da mochila o colocando em cima da mesa.

- Você é hacker, certo?

- Certo.

- Você consegue entrar no sistema de uma transportadora e rastrear
alguns veículos?

- Sim, isso é moleza.

- Perfeito. Eu preciso que você entre no sistema da Fast e veja três
caminhões que vai sair as dez e veja se consegue a rota que eles vão fazer.

- Me dê um tempo e já te passo todas as informações que me pediu.

- Tudo bem.

Eu fiquei andando de um lado para o outro enquanto Bernardo estava vidrado
na tela do seu computador. Já havia se passado meia hora e eu estava
ficando maluca.

- Prontinho - ele disse chamando a minha atenção.

Corri para perto dele e assim que me aproximei vi que no computador
estava aberto um programa que tinha pontos mostrando os lugares que os
caminhões da empresa estavam.

- Perfeito! - falei sorrindo.

Bernardo me explicou como funcionava o programa e eu prestei atenção em
tudo. Peguei uma maleta de dinheiro na minha gaveta e o entreguei e
assim que ele a abriu seus olhos se arregalaram ao ver tanto dinheiro.

- É muito dinheiro.

- Você me ajudou muito, merece. Obrigada pela ajuda, você não sabe o
quanto foi importante.

- Sempre que precisar pode chamar. Eu vou deixar meu computador aqui.

- Tudo bem, peço pro Arthur te devolver depois.

- Nem precisa - ele disse rindo e olhando para a maleta de dinheiro.

- Tudo bem - ri também.

O acompanhei até a porta.

- Obrigada pela ajuda mais uma vez.

- Sem problemas, quando precisar já tem meu telefone. Tchau - ele disse
acenando.

- Tchau.

Voltei rápido para o escritório e olhei para o programa aberto no
computador. Eu já tinha a rota que os caminhões fariam.

- Separem as armas que vão querer levar, nós vamos render os motoristas
e saímos as nove horas daqui. Nós vamos de Range, porque o atalho que
eles vão pegar passa por uma estrada de terra e vai ser lá que nós os
abordaremos.

- Você tem certeza que vai fazer isso?

- Tenho Kenny, relaxa. Vai dar tudo certo.

Durante a tarde eu separei as armas que eu levaria e fiquei mexendo no
sistema que Bernardo havia deixado. Perto do horário combinado para
sairmos, fui para o meu quarto e coloquei uma calça jeans, uma blusa e
uma jaqueta de couro e uma bota. Fui para a sala e fiz simbaíba para que
Kenny, Joe e alguns seguranças me seguissem. Eu havia programado meu GPS
com a rota dos caminhões e nós dirigimos até a estrada de terra aonde
esperaríamos os caminhões. Se passou uma hora e meia e nada dos
caminhões aparecerem, eu já estava começando a ficar apreensiva, até que
avistei faróis ao longe.

- Os caminhões estão chegando, coloquem a sirene em cima dos carros e
fechem a estrada, eles terão que parar.

- Ok chefe.

Eu tinha arranjado as sirenes para que meus carros se passassem por
carros de polícia. A medida que os caminhões iam se aproximando, iam
diminuindo a velocidade gradativamente. Eles pararam um pouco antes dos
meus carros e eu fiquei ao lado de Kenny.

- Tirem eles dos caminhões e olhem a traseira para ter certeza de que é
o que estamos procurando.

Meus homens assentiram e fizeram o que eu havia mandado.

- Tá tudo aqui chefe - Joe gritou.

- Perfeito. Vocês três - apontei para três seguranças - peguem os
caminhões e levem para o meu balcão principal, quero essas cargas muito
bem guardadas.

- O que fazemos com os motoristas?

- Peguem os celulares e larguem eles aqui mesmo.

Os motoristas pareciam assustados com o armamento e se marinham em
silêncio. Esperei que os caminhões sumissem da minha vista e sorri
vitoriosa.

- Vamos voltar para casa.

Eles assentiram e rapidamente voltamos para a minha mandão. Larguei o
carro no jardim e assim que desci do carro meu celular tocou. Eram um
dos meus seguranças que haviam levado os caminhões.

- Fala.

- Chefe, os caminhões na estão dentro do galpão.

- Ótimo.

Desliguei e fiz outra ligação logo em seguida.

- Jake.

- Morena! Sabia que não ia resistir e iria me ligar. Como está o palhaço
do seu segurança.

- Está bem, ou melhor, está ótimo. Como andam os negócios?

- Ótimos.

- Suas cargas de hoje já chegaram?

- Não, ainda não... Espera aí, como você sabe que... Lua, você não
fez isso - ele falou com raiva na voz.

- Tenha uma boa noite, Jake.

Não esperei resposta e desliguei. Comecei a rir e Kenny e Joe
me acompanharam.

- Você não presta - Joe disse.

- Claro que presto, só dei o que ele merecia e isso é só o começo.

- Lua vai com calma - Kenny advertiu.

- Tenho tudo sobre controle, Kenny. Garotos, eu vou ir deitar. Obrigada
pela ajuda.

- Boa noite - eles responderam juntos.

Arthur P.O.V.

Eu poderia finalmente voltar para o trabalho depois de dois dias
entediastes trancado em casa. A questão não era nem de sentir falta de
trabalhar, eu sentia falta de Lua. Aquela marreta conseguiu dominar
meus pensamentos. Tomei banho e refiz o curativo com cuidado, aquela
merda ardia. Coloquei uma roupa mais larga e fui para a casa da Lua.
Chegando lá encontrei Kenny e Joe.

- E aí irmãozinho, você está bem?

- Estou sim Kenny, não foi nada demais.

- Vaso ruim não quebra - Joe disse tudo.

- Vai se foder Joe - ri também.

Lua apareceu na sala com um sorriso no rosto e eu sorri de volta.

- E aí? Tá inteiro?

- To sim chefinha.

Fui até ela e dei um abraço rápido.

- Tá andando igual pato agora? - ela perguntou caindo na gargalhada.

- Eu tô usando roupas largas por causa do curativo, palhaça.

- O curativo é na barriga e não da cintura pra baixo, então você não
precisa deixar a metade da sua bunda pra fora.

- Isso é swag.

- Eu não mereço - ela continuo rindo e eu revirei os olhos.

- Eu trouxe o meu terno como você pediu. Que horas vai ser o tal jantar?

- Nove horas, esteja pronto as oito e meia.

- Tudo bem.

- Venha comigo até o escritório, preciso te contar uma coisa.

Assenti é a segui até o escritório.

- Pode falar chefe.

- Ontem eu roubei uma carga do Jake e ele está louco da vida - ela disse
rindo.

- Sério? Não acredito que você fez isso Lua - ri também.

- Isso foi só uma brincadeira. Eu vou destruir aquele otário - ela se
sentou em sua cadeira.

- Maluca - disse me aproximando sorrindo e agachei em sua frente
deixando meu rosto a centímetros do dela.

- Otário - ela disse se aproximando mais.

- Marrenta.

- Palhaço.

Nos entreolhamos por alguns segundos e ela puxou minha nuca selando
nossos lábios. A peguei no colo e sentei-a na mesa para que ela ficasse
na minha altura.  Lua entrelaçou as pernas na minha cintura e nossas
línguas se mexiam em sintonia. Subi minha não em suas costas por baixo
da sua blusa a procura do feixo do seu sutiã, mas ela riu entre o beijo
e me afastou um pouco.

- Mas que fogo, você está em horário de serviço Aguiar.

- Difícil lembrar disso com você perto.

Ela revirou os olhos e eu dei mais um selinho nela. Lua pulou para
descer da mesa e eu a ajudei.

- Vai, vai lá pra fora com os rapazes - ela disse me empurrando e dando
tapinhas na minha bunda, o que me arrancou risadas.

- Eu vou descontar esses tapas depois, viu?

- Sonha meu querido.

Ela me mostrou a língua e fechou a porta do escritório. Sai dali rindo e
fui encontrar os caras. As sete horas fui tomar um banho. Sequei o
cabelo o deixando com meu topete habitual, passei perfume e vesti meu
terno. Quando fiquei pronto eram oito e pouquinho e fui para a sala
esperando Lua. Meia hora depois ela apareceu. Ela estava
maravilhosa, usando um vestido longo tomara-que-caia, uma corrente na
cintura como um cinto e havia uma fenda no vestido que começava na
metade das suas coxas.

- Você está perfeita.

- Obrigada. Você está até que bonitinho.

- Mentir é feio - falei e ela riu.

- Vem, vamos que eu não quero me atrasar.

- Ok.

A Ferrari branca estava parada na entrada. Lua jogou a chave para mim.

- Você dirigi, tome cuidado.

Sorri e abri a porta do passageiro para que ela entrasse e depois peguei
meu lugar no volante. Dirigi com cuidado e chegamos na casa que seria o
jantar. Era uma mansão, mas nem chegava perto da de Lua. Um
segurança abriu a porta ela desceu, peguei sua mão e entreguei q chave
para o manobrista. Segurei na cintura de Lua e entramos. Assim que
colocamos os pés na sala, uma garota morena abriu um sorriso gigante e
veio quase correndo abraçar Lua, que riu e apertou a garota.

- Senti sua falta - a garota disse.

- Eu também, mas eu estava cheia de coisas para fazer. Você está linda.

- Você também. Olha só o seu cabelo.

- Obrigada. Cade o mala?

- Lua, não fala assim do Thomas. Ele é um cara legal.

- Você sabe que eu nunca gostei dele.

- Chega de falar disso. Agora me diz, quem é esse? - ela perguntou
sorrindo olhando para mim.

- Esse é o Arthur, ele é meu... amigo. Eu não queria vir sozinha e ele
se ofereceu para vir comigo.

- Sei. Prazer, sou Melaine mas pode me chamar de Mel - ela me deu um beijo na bochecha e eu doeu.

- Sou Arthur.

- Venham, vamos sentar que logo o jantar será servido. Seguimos ela e
sentamos em uma mesa de jantar gigantesca que estava toda decorada. Mel
e um cara moreno se sentaram próximos a nós, ele deveria ser o tal Thomas.

- Eu não acredito que ela não enxerga que ele é um idiota - Lua
murmurou baixinho.

- Que implicância com o cara - falei rindo.

- Ele é um idiota.

- Pelo menos não é você que está com um idiota.

- Verdade, eu estou em uma situação pior. Tenho um demente mental do meu
lado - ela gargalhou.

- Eu não vou nem te responder - falei sério.

- Ai como você é bravo - ela disse apertando minha barriga e fazendo
biquinho.

- Para com isso Lua - falei segurando o riso, ela me apertar estava
me causando cócegas.

- Parar com o que? - ela perguntou irônica.

- Modos Lua - ri baixo e ela parou.

- Molenga.

- Sossega.

Paramos de falar assim que Mel e Thomas se levantaram.

- Sejam todos bem-vindos a minha casa. Estou aqui com Mel para
anunciarmos oficialmente que iremos nos casar.

Os dois se beijaram e Lua revirou os olhos me fazendo rir.

- Podem servir os pratos - Mel disse e os garçons colocaram os pratos
na mesa.

Após terminarmos a sobremesa, Lua se levantou me puxando e foi até
Mel que estava conversando com algumas pessoas.

- Você sabe que quem vai fazer a sua despedida de solteira sou eu, né?

- Lua, eu não vou fazer despedida de solteira.

- Então você vai sair comigo. Uma noite, por favor -Lua pediu
juntando as mãos em forma de súplica - Por favor Maninha.

- Ta bom, ta bom. Sair com você não vai me matar - Mel disse se dando
por vencida.

- Perfeito! Eu tenho que ir agora, mas eu te ligo ora gente marcar.

- Já? Fica mais um pouco.

- Eu tenho mesmo que ir, mas eu te ligo. As duas se abraçaram e eu
apenas sorri para Mel.

Lua deu um ultimo aceno para a irmã e me puxou pela mão para fora
da casa. Entramos no carro e eu peguei a estrada para chegar mais rápido
na casa de Lua.

- Para! Encosta aqui - ela disse chamando minha atenção e eu fiz o que
ela mandou.

Havíamos parado em uma parte da estrada que tinha um barrando cercado
por uma grade e uma vista para uma floresta logo abaixo. Lua desceu
do carro e foi até perto da grade e eu a segui.

- Meu pai me trazia nesse mirante para olhar a lua - ela disse com os
olhos brilhando.

- É bonito, mas trazia você pra ver você mesmo?  - falei abraçando sua cintura e ela riu baixinho

- Não seu besta, quando eu tinha uns dez anos, ele me deu a lua e disse que toda vez
que eu a olhasse, eu deveria me lembra do tamanho do amor que ele sentia
por mim.

- Você sente muita falta deles, né?

- Muita, mas eu já me acostumei a ficar sozinha.

- Você não está mais sozinha. Você tem a mim, lembra? Seu melhor amigo.

Ela sorriu e eu puxei seu queixo colando nossos lábios. Prendi sua
cintura em meio aos meus braços e ela segurou em meus ombros. Lua
puxou meu lábio inferior e eu sorri.

- Vamos, vou te levar pra casa. Kenny e Joe já devem ter chego lá -
falei quando separamos nossos lábios.

Ela apenas assentiu e nós voltamos para o carro e o caminho foi em
silêncio. Ajudei ela a descer e entramos na casa.

- Nós estamos indo Luh - Joe disse e Kenny deu um meio sorriso.

- Tudo bem. Obrigado por terem ido.

- Sem problemas. Até amanhã chefe. Tchau Arthur.

- Tchau - eu e ela respondemos juntos.

Lua tirou os brincos e lá colocou na mesinha de centro e se sentou
no sofá com um suspiro. Uma ideia pareceu passar por sua cabeça e ela de
levantou rapidamente ido para a cozinha. Ela voltou com uma garrafa de
vinho e duas taças na mão.

- Vinho me agrada mais do que aquele champanhe do jantar - ela disse e
colocou a garrafa e as taças na mesa.

- Deixa que eu abro - disse ao vê-la pegando o abridor.

Abri e servi o vinho e entreguei uma taça para ela e peguei a outra. Ela
deu um gole e voltou a se sentar no sofá e eu me sentei ao seu lado.

- Por que você me trata assim? Eu já perguntei isso, mas eu não consigo
entender, eu sou só a sua chefe - ela perguntou se encostando no sofá.

- Você não é do minha chefe. Você é minha amiga.

Ela se aproximou de mim e apoiou a cabeça no meu ombro. Ficamos
observando o fogo crepitar na fogueira da sala por um bom tempo em silêncio.

- Tem alguém na casa? - perguntei quebrando o silêncio.

- Não, a Luz foi dormir na casa do filho hoje.

A puxei colocando-a no meu colo de frente para mim. Tirei a corrente que
estava em sua cintura e subi a não por sua perna exposta pela fenda a
apertando e Lua soltou um suspiro baixo.

- O que você está pensando em fazer? - ela perguntou mordendo os lábios.

- Isso.

Lua P.O.V.

- Isso - ele disse e me empurrou para trás fazendo que eu me deitasse no
sofá e ele veio para cima.

Suguei seus lábios com tanta força que quase arranquei sangue dele.
Arthur desceu o zíper do meu vestido e o puxou com urgência arrancando-o
do meu corpo e o jogando longe. Fiz o mesmo com seu terno e camisa e
tirei sua calça com os pés o deixando só de cueca. Ele abandonou meus
lábios e desceu dando chupões por toda a estêncil do meu pescoço até
chegar no meu colo. Arthur praticamente arrebentou meu sutiã e minha
calcinha. Uma de suas mãos apertou meu seio e a outra foi para a minha
intimidade e eu soltei um gemido abafado. Arthur desceu dando beijos
pela minha barriga e parou no meio das minha pernas e sorriu sapeca. Ele
beijou minha intimidade e eu senti meu corpo tremer. Poucos segundo
depois eu me sentia nos céus e agarrei a almofada com todas as minhas
forças enquanto Arthur continuava. Ele introduziu dois dedos em mim
ainda continuando seu trabalho com a língua, me fazendo empurrar sua
cabeça tentando o fazer ir cada vez mais fundo e mais rápido. Soltei um
suspiro alto e meu corpo relaxou.

- Gostosa - ele disse me beijando.

Sem aviso nenhum ele entrou dentro de mim e eu afundei minhas unhas nos
seus braços. Ele aumentava a velocidade e a força gradativamente e eu me
contorcia. Em certo momento ele começou a ir tão fundo que eu
praticamente sentia ele encostar no meu útero. Inverti as posições e
tomei seus lábios pra mim. O puxei pela nuca fazendo-os entra e acabamos
caindo no tapete. Ri em meio ao beijo e Arthur veio por cima de mim
novamente e me penetrou fundo.

(...)

- Tô começando a ficar com sono - falei enquanto passava minhas unhas de
leve no seu peitoral.

- Vem, vou te levar no quarto.

Ele levantou e me pegou no colo e como eu estava muito sonolenta nem
protestei e apenas encostei minha cabeça em seu peito. Arthur abriu a
porta meio desengonçado, porque me tinha nos braços e me colocou deitada
na cama e eu me encolhi de frio. Ele agachou ao meu lado e me cobriu e
quando ia se levantar para sair, eu segurei sua mão.

- Arthur.

- Sim?

- Dorme aqui? Só hoje, tá frio - pedi o olhando um pouco sem jeito.

Ele abriu um sorriso e deitou ao meu lado me puxando para si. Dei um
beijo em seu queixo e me aconcheguei em seu peito, dormindo logo em seguida. 


                     GENTEEEE!!!! , para tudo eu ganhei um fan clube :) :) sério mesmo a menina 
não me passou página mas so falou pelo zap zap ,  Obrigado amores vocês muitos especiais.        
               Espero que estejam gostando e espero que não esteja clichê mas isso vai de vocês e ah até o próximo suas gostosas

7 comentários:

  1. vc merece flor. vc arrasa com suas webs e essa esta otima :D posta maisssss

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  2. Que capitulo lindooooo. posta mais um hoje pelase

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  3. Q lindooooo, a Mel vai casar com eese cara msm ou vai ficar com o Chay??? E se ela for ficar com o Chay ela vai conhece-lo quado for sair com a Lua??? Pq se for isso vai ser muito irado!!! Posta mais viu??!!
    Xx Beca

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  4. Posta +++++++++++++++
    Ameeii *-*

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  5. Swag!!!!!! Alegria de Belieber começa com tão pouco kkkkk ta perfeita co o sempre e quanto ao fã clube::: Você merece.

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  6. mirella vasconcelos08/08/2014 19:40

    Posta +++++++++++

    ResponderExcluir

Não vai sair sem comentar, né?! xD

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