19 de ago de 2014

YOUR BED OR MINE? - CAPÍTULO 7 - THE PERFECT FIT - Part.2

         
Olá amores, espero que gostem deste capítulo, ashaushauhs... Meio tenso! *o*
"Fanfic movida a comentários"
Boa leitura!;)



Lua sorriu quando ouviu o carro de Arthur no meio da tarde de sexta-feira. Uau, ele decidira encerrar o dia de trabalho mais cedo e teriam um fim de semana prolongado ainda mais especial! Des­ligando o computador em seu escritório, ela guardou suas anotações numa gaveta e adiantou-se depressa pelo corredor. Já o en­controu na sala de estar, de costas para a entrada.
— Que bom que chegou mais cedo! — exclamou, aproximan­do-se. — Podemos...
Ela parou de falar no momento em que Arthur se virou. Não pre­cisou lhe dizer que havia algo grave acontecendo, a absoluta frieza em seus olhos deixou aquilo claro o bastante.
— Recebi um PRESENTE hoje. — Ele entregou-lhe uma fotografia.
Nada poderia ter preparado Lua para o choque.
Observou a foto, assimilando tudo de uma vez. Ela e Simon sentado tranquilamente a seu lado. O estranho que encontrara por acaso na pista de caminhadas. Ele parecendo acariciar sua face. O queixo dela um tanto virado de lado, dando a impressão que acei­tava a carícia.
Tornou a fitar Arthur . Ficou com o coração partido ao vê-lo com lágrimas nos olhos.
— Oh, Céus, Arthur...
— Não diga uma palavra. Não quero ouvir nada. — Ele sentou-se no sofá, recusando-se a olhá-la.
— Sei o que isto parece — disse ela, a voz trêmula. — Mas, por favor, deixe-me explicar.
Arthur sacudiu a cabeça com ar desgostoso.
— Eu nem sequer conheço este homem.
— Com mil diabos! — explodiu Arthur, enfim. — Ele está aca­riciando seu rosto, droga! Não me tome por um imbecil.
— Ele não está acariciando meu rosto! Eu juro que não o co­nheço!
Arthur levantou-se e começou a se afastar, enfurecido como ela nunca o vira.
Lua agarrou-o pelo braço.
—Esse estranho estava vindo pela trilha enquanto eu ia cami­nhando com Simon numa manhã desta semana. Ele me cumpri­mentou e disse que estava procurando uma CASA com a esposa para comprarem aqui em Woodberry Park. Ele estendeu a mão e tirou uma lagarta do meu cabelo. É o que está fazendo nessa foto. Não acariciando meu rosto!
Arthur libertou o braço e rumou pelo corredor até a cozinha. Lua seguiu-o.
— Estou dizendo a verdade. Só gostaria que a pessoa que tirou essa foto tivesse esperado mais um momento. Então, você teria visto eu me esquivando do toque e Simon avançando na direção do sujeito. Ele me assustou quando se aproximou demais e tocou meu cabelo. Dei um salto para trás e Simon quase o atacou.
— Quer mesmo que eu acredite que um sujeito abordou-a na pista de caminhadas, Simon quase o mordeu e você não me contou a respeito? — esbravejou Arthur, colérico.
— Não pareceu importante. Acabei esquecendo por com­pleto a respeito. Você sabe como fico concentrada no trabalho quando estou elaborando um novo livro.
Arthur tirou-lhe a foto das mãos e segurou-a diante dela.
— Não chamo isto de "concentração no trabalho"!
Lua pegou a foto e atirou-a longe.
— Sarah está por trás disso — falou mais para si mesma do que para Arthur. — Essa foto é exatamente como a que ela descreveu em sua fantasia. Uma foto incriminadora, que apenas parece uma coisa, mas é outra.
— Sarah ! — Arthur observou-a como se estivesse maluca.
— Sim, Sarah. Melanie, Sophia e eu desconfiamos dela desde o início como a responsável por aqueles telefonemas anônimos.
— Deixe-me adivinhar. Você também estava concentrada de­mais em seu novo livro para mencionar que suspeitava que Sarah tivesse dado os telefonemas.
— Droga, você está distorcendo as coisas.
— Eu? Você é que inventou uma história ridícula sobre uma lagarta e esperou que eu acreditasse! — Arthur soltou um riso sar­cástico, amargo. — Diga-me, que motivo Sarah teria para colocar lagartas no seu cabelo, esconder-se atrás dos arbustos com uma máquina fotográfica e esperar que algum sujeito solícito aparecesse para poder tirar uma foto?
— Viu? Está distorcendo as coisas de novo. Eu não disse que foi a própria Sarah que tirou a foto. Mas acredito que ela está por trás dessa armadilha.
Ambos se entreolharam por um longo momento.
— Está certo — declarou Arthur, enfim, cruzando os braços sobre o peito. — Vamos até a CASA da Sarah agora mesmo. Mal posso esperar para saber que armadilha ela preparou para conseguir essa foto.
Lua respirou fundo. Suspeitar de Sarah era uma coisa. Ir con­frontá-la com uma foto... E talvez uma acusação falsa... Era outra.
— Eu disse que desconfiava de Sarah. Não tenho provas, Não ainda, mas...
Arthur deixou a cozinha abruptamente, e ela o seguiu.
— Isto nem sequer é sobre quem deu os telefonemas ou tirou a foto — argumentou furiosa àquela altura também. — É sobre con­fiança. Por mais absurdo que tudo pareça, eu disse a verdade. Ou você acredita em mim, ou não.
Ele estudou-a por um longo momento.
— Preciso de algum tempo. Para refletir.
— De quanto tempo?
Arthur deu de ombros.
— Alguns dias.
— Está enganando a si mesmo. Se não tem total confiança em mim agora, mais alguns dias não mudarão nada.
...

12 comentários:

  1. Não deixa que eles fiquem brigados, são tão perfeitos juntos, o Thur tem que confirmar nela.

    Hellen

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  2. Eitaa deu em treta :S...
    Tomara que a verdade, venha atona. Não quero eles separados :/

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  3. Ahhh mus Jesus! Que ódio dessa Sarah, #Bitch!

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  4. depois o thur vai se arrepender e ter q pedir perdão a lua . xx adaline

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  5. Posta mais por favor

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  6. Pooosta maiiiis!!!
    Xx Beca

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  7. Amooo essa webbb!! Farinha de lua vai sofrer de novo.. Posta maisssss!!

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  8. eles não podem ficar brigados pf

    Ana

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  9. +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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