22 de jul de 2014

Dangerous Woman - Capítulo 9

- ARTHUR NÃO! - gritei me agachando ao seu lado e o chacoalhei - Seus
filhos da puta!

Puxei a arma e acertei dois policiais. Coloquei a cabeça de Arthur no
meu colo e comecei a dar tapinhas em seu rosto.

- Arthur, não fecha os olhos! Você tá me ouvindo?

- Você... você tá bem? - ele perguntou com a voz falha.

- Sim seu idiota! Você não deveria ter feito isso, porra!

- Eu tinha que te proteger - ele sorriu e sua cabeça pendeu para o lado
em meu colo.

- Arthur? Arthur acorda seu puto! Ah seu puto - eu chacoalhava ele, mas ele não
abria os olhos.

Ouvi mais sirenes e quando vi haviam mais dois ou três carros de polícia
parando. Joe e Kenny começaram a trocar tiros com os policiais.

- Lua você precisa tirar o Arthur daqui, ele não vai aguentar muito
tempo! - Kenny gritou.

- Eu não vou deixar vocês aqui!

- Lua vai, isso é uma ordem! - Joe gritou.

Eu ficaria puta por receber ordens, mas Arthur estava me deixando mais
preocupada, sua respiração ficava mais fraca a cada segundo. Deixei ele
deitado, segurei suas mãos e comecei a arrasta-lo para o carro. Arthur
era pesado, mas na hora do desespero eu conseguir o colocar no banco de
trás da Range, tomei o volante e sai em disparada. Eu sempre corri pra
caramba, mas naquele dia eu me superei. Em questão de minutos eu estava
paramos meu carro na frente do hospital.

- Alguém me ajuda por favor! - eu disse ao entrar correndo na recepção.

- Você está bem moça? - um homem de branco perguntou me olhando
assustado, eu estava suja pelo sangue de Arthur.

- Eu estou, mas meu amigo não. Me ajuda.

Ele assentiu e me seguiu até o carro. Abri a porta, o homem pegou Arthur
e o levamos para dentro o colocando na maca que as enfermeiras haviam
deixado pronta. Eu fui acompanhando a maca, mas ao chegar em uma porta
fui barrada.

- Senhorita, você tem que ficar aqui na sala de espera.

- Eu preciso acompanhar ele.

- Perdão, mas é proibido.

- Merda!

Peguei meu celular e liguei para os celulares de Kenny e Joe e nenhum
deles atendia. Liguei então para Katia e expliquei a situação e ela
disse que viria assim que arrumasse alguém para ficar com as crianças.
Depois de uma hora e meia eu ainda estava sentada sozinha na sala de
espera daquela merda de hospital. Me levantei e fui até o balcão aonde
estava uma enfermeira.

- Oi moça, eu gostaria de saber sobre Arthur Aguiar, ele entrou aqui faz
tempo e... - fui interrompida.

- Família de Arthur Aguiar- disse um médico aparecendo.

- Eu!

- Você é o que do paciente senhorita?

- Eu? Eu sou... namorada dele.

- Aonde estão os pais?

- A mãe está a caminho. Você pode me informar como ele está?

- Bom, ele foi atingido na região do tórax. A sorte dele foi a bala não
ter acertado nenhum órgão. Nós retiramos o projétil e ele está no quarto.

- Eu posso vê-lo?

- O paciente está sobre efeito de sedativos, vai demorar mais uns quinze
minutos para ele voltar a consciência.

- Então daqui quinze minutos eu vou entrar e não vai ter quem me impeça.

- Calma senhorita - o médico disse rindo - eu vou deixar sua entrada
autorizada.

- Me perdoe, eu só estou nervosa.

- Tudo bem, é normal isso. Mas, me diga, como ele foi baleado?

- Eu não sei, foi bala perdida - menti.

- Entendi. Bom, eu vou entrar e qualquer coisa peça para a enfermeira me
chamar.

- Obrigada.

O médico sorriu e saiu. Fiquei andando em círculos por uns dez minutos e
não aguentei mais, entrei na UTI e fui até o quarto que o médico tinha
me passado. Abri a porta com cuidado e Arthur estava abrindo os olhos.
Assim que me viu ele sorriu e a minha vontade de matar ele voltou.

- Você é retardado de fazer aquilo? - perguntei parando ao lado da cama
dele.

- Eu salvo sua vida e você me trata assim? Garota você é doida - ele
disse rindo.

- Eu não me conformo em como você consegue brincar até nessas horas.

- Melhor do que chorar.

- Ok, você venceu.

- Eu sempre venço.

Dei risada.

- Você quase me causou um infarto seu idiota.

- Te deixei preocupada então? - ele perguntou irônico.

- Sim, mas não fica se achando não.

Ele soltou uma risada gostosa.

- Vem aqui - ele deu uma batidinha no espaço da cama ao seu lado.

Pensei um pouco, mas acabei me sentando ao seu lado. Ele passou um braço
ao redor do meu ombro e eu encostei minha cabeça em seu peito que estava
coberto apenas pelo avental do hospital. Ele começou a afagar meus
cabelos e eu me aconcheguei.

- Não gosto de hospitais - eu disse enquanto brincava com a sua mão.

- Por que?

- Porque eu me lembro da minha família.

- Não fica assim - ele disse me apertando em seus braços e beijou o topo
da minha cabeça.

Ficamos quietos por alguns minutos enquanto ele acariciava meus cabelos
e eu fazia carinho em seu peitoral com as unhas.

- Você é um bom amigo - eu disse levantando os olhos para o seu rosto.

- Eu sei.

- Convencido - dei um tapa em seu peito e ele riu.

Logo depois a porta do quarto de abriu e eu deu um pulo para fora da
cama, deixando Arthur com cara de confuso. Kátia entrou toda afobada e
logo deu um abraço apertado em Arthur.

- Meu filho! Eu só consegui vir agora, porque eu não achava quem ficasse
com as crianças e acabei tendo que esperar uma babá. Você está bem?
Sente alguma dor? - ela falou tudo muito rápido.

- Mãe, a senhora tá me esmagando - ele disse rindo e ela o soltou - Eu
estou bem, foi um acidente de trabalho.

- Eu quase morri de preocupação quando a Lua me ligou.

- Eu já disse, está tudo bem mãe -Arthur disse revirando os olhos.

- Obrigada por trazê-lo para o hospital - ela disse se virando para mim

- Eu que tenho que agradecer, seu filho salvou minha vida.

Sorri e olhei para Arthur, que sorriu de volta.

- Eu vou lá na recepção acertar a conta e já volto - Kátia disse.

- Não precisa, eu já paguei - falei e ela é Arthur olharam surpresos
para mim.

- Você não deveria ter feito isso - Arthur disse me olhando meio bravo.

- E você deveria ser menos orgulhoso. Você me salvou.

Ele bufou e eu e Kátia rimos.

- Obrigada por tudo querida - ela disse me abraçando.

- Sem problemas - sorri.

- Eu vou no carro buscar as roupas do Justin que eu trouxe -Kátia
disse e saiu.

Me virei para Arthur e ele estava com cara de bravo, o que me fez rir.

- Parece um bebê bravinho - eu disse fazendo biquinho e apertando sua
bochecha.

- Você sabe o motivo de eu estar bravo.

- Arthur, é só uma conta de hospital, para com isso.

Ele desviou seus olhos de mim e olhou para a janela.

- Você não vai ficar assim comigo, né? Eu não posso ficar brigada com o
meu melhor amigo - eu disse puxando-o pelo queixo e o dando olhar para mim.

- Melhor amigo? - ele franziu o cenho.

- Melhor amigo colorido - eu disse rindo e ele finalmente sorriu.

Um médico entrou no quarto com uma prancheta.

- E aí, tudo certo com o seu namorado?

Eu arregalei os olhos e meu queixo caiu. Arthur olhou para mim esperando
explicações.

- Está ótimo - forcei um sorriso ignorando a cara de Arthur.

- Que bom. O senhor terá que passar a noite em observação e amanhã, se
tudo estiver bem, poderá ir para casa.

- Tudo bem - Arthur respondeu.

O médico sorriu para mim e saiu.

- Namorado? - Arthur perguntou com um sorriso travesso nos lábios.

- Eu tive que dizer que era sua namorada, se não eles não me deixavam
entrar aqui pra te ver.

- Sei - ele disse ainda sorrindo irônico.

- Idiota - falei rindo - Eu vou lá fora falar com a sua mãe - disse indo
em direção a porta.

- Espera! - Arthur me chamou - Vem aqui.

Franzi o cenho e fui até ele. Quando estava ao seu lado ele puxou meu
rosto e me deu um selinho.

- Agora pode ir - ele disse sorrindo.

Fiz sinal negativo com a cabeça e sorri de volta. Sai do quarto e quando
estava virando o corredor, dei de cara com Kátia.

- Oi Lua!

- Oi! Eu estava indo a sua procura.

- Nos encontramos então - ela riu - Estou um pouco preocupada.

- O que aconteceu? - perguntei confusa.

- Eu não posso deixar as crianças passarem a noite com a babá, eu não
tenho confiança, mas se eu for embora o Arthur vai ficar sozinho e eu
não quero isso. Não sei o que fazer.

- Posso ficar aqui com ele de você quiser.

- Sério? Não precisa meu anjo, você já está fazendo muito por nós.

- Não tem problema, estou devendo essa para o seu filho.

- Muito obrigada meu amor - ela disse me abraçando - Amanhã eu venho
buscar ele, ok?

- Ok.

- Deixa eu ir falar tchau para ele

- Tudo bem.

Ela entrou no quarto e eu peguei meu celular. Liguei para Kenny e ele
finalmente atendeu após alguns toques.

- Chefe?

- Aleluia você lembrou que existe celular!

- Desculpa, nós tivemos que nós livrar dos policiais e das viaturas. E o
Arthur, como ele está?

- Retiraram a bala dele e ele vai passar a noite em observação. Eu vou
dormir aqui já que a mãe dele tem que cuidar das crianças. É o mínimo
que eu posso fazer depois de ele ter salvo a minha vida.

- Ta certo. Você quer que nós passemos a noite aí no hospital com vocês?

- Não precisa, está tudo tranquila minha arma está comigo. A única coisa
que eu quero é que vocês descubram quem foi o desgraçado que mandou
aqueles policiais atrás de mim.

- Vamos investigar o mais rápido possível.

- Ótimo. Vou desligar, tomem cuidado!

- Sim chefe. Até mais.

- Até.

Guardei o celular de volta no bolso e fui em direção ao quarto e Kátia
estava saindo.

- Lua eu estou indo para casa. Meu número está no celular do Arthur,
qualquer coisa me liga.

- Tudo vai ficar bem - sorri e dei um abraço nela.

- Te vejo amanhã.

- Tchau Kátia.

Assim que ela virou o corredor eu entrei no quarto. Me deparei com
Arthur com o controle remoto na mão, mudando os canais freneticamente.

- O que você está fazendo? - perguntei rindo e fechei a porta atrás de mim.

- Hoje é dia de jogo e nessa merda de TV só tem novela passando em todos
os canais.

- Homens - falei revirando os olhos.

- Eu desisto - ele disse e jogou o controle no chão.

- Calma aí estressadinho - levantei rindo e coloquei meu celular em suas
mãos - Eu tenho TV no meu celular, pode assistir.

- Valeu - ele respondeu e fixou os olhos no jogo.

Fiz sinal negativo com a cabeça e voltei a me sentar, começando a ler
uma revista qualquer que tinha por ali. Pude perceber JArthur desviar os
olhos do celular em minha direção as vezes, mas nem liguei.

- Você não vai para casa? - ele perguntou quebrando o silêncio.

- Não, eu vou dormir aqui - disse sem desviar os olhos da revista.

- Aonde?

- Aqui na cadeira ué - falei rindo.

- Você realmente acha que eu vou deixar você dormir na cadeira?

- No chão é que eu não vou né.

- Você não me entendeu. Vem - ele bateu no espaço ao seu lado - senta
aqui comigo.

- Arthur eu não vou deitar com você.

- Prefere que eu levante e te coloque aqui? - ele fez menção de se levantar.

- Não! Para com isso seu demente. Eu sento aí.

Ele sorriu vitorioso e eu bufei sentando ao seu lado. Arthur passou o
braço por mim me puxando para perto dele.

- Você não precisa ficar aqui comigo - ele disse afagando meus cabelos.

- Você está me despachando? - perguntei levantando minha cabeça e fingi
estar indignada.

- Claro que não - ele riu - Eu só não entendi o motivo de você dormir no
hospital só porque um segurança seu se machucou.

- Você é meu amigo. Bom, pelo menos é o que eu acho.

- Sei - ele riu e eu o encarei.

Nossos olhos se fixaram um no outro. Arthur foi aproximando seu rosto do
meu lentamente e meu coração acelerou. Ele encostou seus lábios nos meus
e nós começamos um beijo lento. Arthur segurava minha cintura com uma
mão e com a outra acariciava minha bochecha e eu segurava forte sua
nuca. Nossas línguas se mexiam em sintonia e era uma sensação
maravilhosa. O beijo começou a ficar mais intenso e Arthur me colocou no
seu colo de frente para ele e eu enlacei sua cintura com as pernas.
Coloquei meus braços ao redor do seu pescoço o aproximando mais de mim.
Dei uma rebolada em cima do seu membro apenas para provoca-lo e ele
arfou em meio ao beijo. Apertei minhas pernas ao seu redor e ele gemeu,
mas foi de dor.

- Ah meu Deus, Arthur me desculpa! Eu esqueci que você está machucando -
disse apressadamente e quando ameacei sair do colo dele, ele me segurou.

- Calma Lua. Não tem problema - ele disse colocando meu cabelo
atrás da orelha.

- Você é doido - tentei sair de cima dele, mas ele não deixou.

- Fica aqui, por favor - ele disse fazendo carinha de cachorro.

- Olha o drama - ri e dei um selinho nele, que passou seus braços ao
redor da minha cintura me segurando.

Nosso beijo voltou a ser intenso. Arthur separou um pouco nossos lábios
e puxou minha camiseta a tirando. Eu estava de saia é por isso a tirei
por cima sem precisar me levantar. Fiquei só de lingerie e Arthur estava
apenas de cueca e aquele avental de paciente. Tirei aquele treco dele
nós dois ficamos apenas de peças íntimas. Arthur abandonou meus lábios e
começou a descer beijos e chupões do meu pescoço até o meu colo. Ele
apertou um dos meus seios por cima do sutiã e eu arfei jogando a cabeça
para trás. Sua mal desceu até minha calcinha e entrou na mesma
massageando minha intimidade e eu estremeci.

- Já está desse jeito, Lua? - ele perguntou rindo.

Não respondi e apenas o beijei. Quando precisamos de ar me afastei um
pouco e tirei sua cueca e seu membro quase pulou de tão duro. Subi
novamente, posicionei seu pênis em minha entrada e sentei devagar.
Arthur quase cortou a boca de tão forte que a mordeu para que um gemido
não escapasse. Apoiei as mãos nos ombros dele e ele me segurou pela
bunda auxiliado nos movimentos. Eu tinha que me controlar, não podia
fazer barulho, afinal, estávamos em um hospital e era noite. Começamos a
ir cada vez mais rápido, quando senti meu corpo estremecer e não
consegui controlar, soltei um gemido um pouco mais alto do que o devido
quando minha intimidade mastigou o membro de Arthur. Ele me puxou para
um beijo para que eu me calada e logo senti seu líquido quanto dentro de
mim. Encostei minha cabeça em seu ombro tentando recuperar o fôlego.

- Nós somos doidos - ele disse e eu ri.

- Você não se machucou, né? Eu não sei o que tenho na cabeça - falei
levantando o corpo para tentar olhar o machucado.

- Não, eu não me machuquei, relaxa - ele disse segurando meu rosto com
as mãos.

Fui me levantar, mas ele mais uma vez me segurou.

- Onde você vai?

- Vou colocar minha roupa e pegar a sua para você se vestir. Seria um
pouco embaraçoso o médico chegar e nós estarmos nus - falei rindo.

- Se você diz - ele falou rindo.

Vesti minha roupa e ajudei Arthur a colocar a roupa do hospital e a
cueca. Quando ia me sentar na poltrona, ele pigarreou com a garganta.
Olhei para ele e ele fez sinal para que eu deitasse ao seu lado. Revirei
os olhos e fiz o que ele pediu. Ele me abraçou e eu me aconcheguei em
seu peito, logo adormeci. A luz do sol me fez despertar. Me mexi e
Arthur  ainda mantinha seus braços ao meu redor. Me desvencilhei dele e
fui ao banheiro do quarto. Lavei o rosto e assim que sai dei de cara com
Kátia que sorriu ao me ver.

- Lua! Bom dia - ela me deu um beijo.

- Bom dia.

Olhei para baixo e encontrei Mitch e Alex e atrás deles havia um médico.

- Luh! - Alex  veio correndo e pulou no meu colo quase me desequilibrando.

- Oi meu lindo.

- Oi Luh - Mitch disse assim que me abaixei com Alex no colo e ela me
deu um beijo.

Percebi que Arthur estava acordado e Mitch correu e subiu na cama,
sentando nas pernas do irmão.

- Passou bem a noite senhor Aguiar ? - o médico perguntou.

- Sim. Por que?

- Por nada, é que as enfermeiras disseram que ouviram um grito e alguns
barulhos vindos do seu quarto.

Arregalei os olhos e olhei para Arthur que estava do mesmo jeito que eu.

- Aah, aquele grito. É que eu virei de mal jeito na cama e pegou em cima
do curativo - Justin tentou explicar.

- Entendi. Tudo bem então.

- Outro dia quando a Luh tava em casa, eu e a Mitch ouvimos uns barulhos
do quarto do Arthur também e... - interrompi Alex.

- Ei crianças, que tal se formos na lanchonete comer algo? Eu estou
morrendo de fome.

- Vamos! - os dois disseram alegres.

Sorri para Kátia e olhei para Arthur e ele se segurava para não rir.
Peguei a mão de Mitche sai com ela e Alex, nos direcionado a
lanchonete do hospital.



       Bu quase matei vocês do coração Arthur não morreu aeeee. Bom irmãos sempre fofoqueiros kkkk espero que tenham gostado do capítulo

7 comentários:

  1. Amei amei amei.Posta mais

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  2. Ameii
    Simplismente P E R F E I T O

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  3. Maravilhoso, essa web é muito boaaaa posta mais flor

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  4. Kkk amei a parte dos irmãos dele kkk
    Posta maiiiiiiis please
    Xx Beca

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  5. Na hora que eu começo a gostar da web vs param de postar :\

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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