30 de jul de 2014

Capítulo 4 - Housewives Fantasy Club Part.2

Booa leitura! :)

— Você desperta de um sono profundo, percebendo que há al­guém no quarto — começou Lua. — Senta-se na cama, segurando o lençol de encontro ao peito. Enquanto seus olhos se ajustam à escuridão, você fica tensa. De repente, nas sombras, vê o vulto de um homem. Está todo vestido de preto, incluindo uma capa e chapéu, uma sinistra máscara ocultando-lhe o rosto. Ele se aproxima da cama. Você quer gritar, mas não o faz. Sua excitação logo vence o medo. Ele para ao lado da cama. Intensos olhos  fitam-na através da máscara, a expressão que exibem dizendo o que ele tem em mente.
‘Ele estende o braço e tira-lhe o lençol da mão. Lentamente. Centímetro por centímetro, expõe seu corpo. "Quem é você?", sus­surra você. A resposta dele é tirar uma espada da bainha, o brilho da lâmina destacando-se no escuro. Um pequeno grito excitado escapa de seus lábios. Sem deixar de fitá-la, ele usa a ponta da lâmina para provocá-la. Com leveza. Sedução. Erotismo. Corre-a por seu pé descalço, fazendo-a estremecer, causando-lhe uma sen­sação incrível. A espada vai subindo. Instigando. Acariciando sua pele sensível. Desliza pela parte interna de sua coxa, pelo ventre firme, até a curva entre os seios. "Tire a parte de cima", ordena ele. "Bem devagar. Temos a noite toda."
"E se eu não a tirar?", pergunta você ofegante. "Eu a tirarei" ameaça ele. Com dedos trêmulos, você começa a abrir a blusa do pijama de seda e renda e, enfim, atira-a de lado. O olhar dele per­corre seu corpo. "Agora, a calcinha de renda preta que está usando." Seus olhos dizem que ainda não está satisfeito. A ponta da espada desce cada vez mais, parando sobre a calcinha... Você fecha os olhos e morde o lábio inferior. A diminuta calcinha é a única coisa protegendo a parte mais íntima de seu corpo da lâmina afiada. O perigo a faz estremecer. Ele corre a ponta da espada de leve pelo tecido delicado, deixando-a ofegante. Você abre os olhos. "Tire-a", ordena ele, "devagar". Mais uma vez, você obedece. Lentamente, despe a calcinha. Está completamente exposta agora, nua sob o olhar penetrante dele.
‘Ele a admira abertamente, seu desejo evidente, os olhos man­tendo-a cativa. Ele baixa a espada e pousa-a na cama. Numa voz sexy sussurra: "você é a serva, eu sou seu mestre. Sempre". Tira o chapéu e joga-o longe. A capa esvoaçante cai ao chão. Ele tira a camisa. Você não pode evitar, seu pulso se acelera ao observar-lhe o peito despido, musculoso. Você baixa o olhar para a calça preta que o veste como uma segunda pele. Em expectativa ao que virá em seguida, você umedece os lábios. Ele não a desaponta. Despe a calça com ousadia, desafiando-a a olhar o quanto quiser. Você aceita o desafio e o contempla abertamente. Seu olhar o excita ainda mais. "Deite-se de volta na cama", ordena ele, mas a urgência na voz finalmente o trai. Você sorri consigo mesma, sabendo a ver­dade. Você, não ele, está no total controle agora. Quando se trata de sexo, ele é seu servo. Você é a mestra dele. Sempre. "Deixe a máscara", ordena você. Ele obedece a sua mestra e faz o que lhe é mandado.
...
— "Obedece a sua mestra" uma ova! — resmungou Arthur e des­ligou o monitor. Alternou, então, um olhar entre os amigos. — Isso não é típico de Lua?
Chay deu de ombros sem saber o que dizer.
— Deixe-me fora disso — declarou Micael sem hesitar.
— Podem acreditar numa coisa dessas? — Arthur sacudiu a ca­beça, falando mais consigo mesmo do que com os dois. — Lua nem sequer consegue inventar uma fantasia sem se certificar de que eu saiba que ela está no absoluto controle.
— Ei, Lua não fazia ideia de que você estava ouvindo sua fantasia, não se esqueça disso — avisou-o Micael . — Se as garotas descobrirem que as observamos às escondidas, todos acabaremos num tribunal de divórcio.
— É verdade. — Chay parecia um tanto nervoso.
— Fiquem tranquilos. Não direi nada, é claro. A propósito, não há nenhuma câmera instalada aqui embaixo, não é?
— Não, felizmente — assegurou Micael.
Arthur recostou-se na cadeira e soltou um profundo suspiro, uma grande preocupação sobrepujando a culpa.
— Sabem, acabo de me dar conta de que intimidar Lua com sexo é o mesmo que jogar roleta russa.
— Quem está ganhando mais no pôquer esta noite?
Arthur gelou ao ouvir a voz jovial de Sophia . Ficou contente por estar sentado de costas para a escada do porão convertido em sala de jogos. Do contrário, ela poderia ter visto sua expressão culpada. Micael e Chay não haviam tido a mesma sorte. A palavra "culpa" poderia ter estado escrita em letras garrafais na testa de cada um.
Felizmente, Sophia não pareceu notar, enquanto substituía a ban­deja de petiscos vazia por outra.
— Micael! Eu disse para você deixar o monitor ligado.
Ele conseguiu pegar o monitor antes da esposa e ajustá-lo dis­cretamente. Quando ela o ligou, a tela mostrou os gêmeos dormindo serenamente no quarto.
— Pensei que você tivesse dito para mantê-lo ligado até que eles pegassem no sono querida — disse Micael, lançando-lhe um ra­zoável olhar inocente.
Sophiarevirou os olhos e levou o monitor.
— Homens — resmungou enquanto desaparecia escada acima. Arthur foi checar se ela fechara a porta atrás de si antes de per­guntar:
— Vocês acham que Sophia desconfiou de alguma coisa?
Chay ainda se recobrava da palidez.
— Não. — Micael por sua vez agora sorria confiante e aliviado. — Se Sophia desconfiasse que estávamos ouvindo a conversa delas, ainda estaria aqui tentando me esganar a esta altura.
...
Sophia voltou à cozinha e pousou o monitor na bancada.
— E então? — perguntou Lua.
— Missão cumprida! — exclamou Sophia com um largo sorriso.
Melanie olhou para a imagem dos gêmeos adormecidos na tela do monitor.
— Como sabe?
Sophia riu.
— Vocês deveriam ter visto a cara deles quando desci ao porão. Micael só faltou ter um ataque cardíaco quando quase peguei o monitor antes dele. E claro que o pegou primeiro apenas para poder sinto­nizá-lo de volta no quarto dos meninos antes de eu ligá-lo.
Melanie tinha um ar duvidoso.
— Isso ainda não prova...
— Não? E quanto ao fato de, quando eu ainda estava no alto da escada, ter ouvido Arthur dizendo que havia se dado conta de que intimidar Lua com sexo era o mesmo que jogar roleta russa?
— Você é um gênio! — exclamou Lua eufórica. — Eu gostaria de ter visto a cara de Arthur quando cheguei àquela parte de "mestra"!
— Sim, Micael e Chay também tiveram sua lição por estarem tentando ajudar Arthur — declarou Melanie . — Especialmente Chay— acrescentou ainda aborrecida com a falta de imparcialidade do marido.
— Foi muita esperteza de sua parte Sophia , sugerir que você e Melanie desconcertassem os rapazes, descrevendo algo particular que já fizeram com eles no passado.
— Sim, foi não foi? Mas é você quem merece os aplausos, Lua. Seu desempenhofoi espetacular, em especial porque tirou tudo da sua imaginação.
Lua riu.
— Admito que tive de ser bastante criativa. Arthur sempre foi um amante maravilhoso, mas, discreto como é, ele jamais se vestiria de Zorro para realizar a fantasia de uma mulher. Só alugou aquela roupa na época porque era para uma festa de Halloween. Bem, o importante é que agora ele entendeu que de nada adiantará usar sexo como a estratégia que estava planejando para vencer o jogo.
E ela esperava que fosse o caso, pois sabia que não teria forças para resistir do contrario.
As três preencheram, então, suas taças de vinho e brindaram:
— Ao Clube das Fantasias das Donas de Casa!
...
Lua esperou propositadamente quase uma hora depois que Arthur deixou a casa de Sophia e Micael para voltar para a sua. Parecera uma boa ideia, dar a ele tempo o bastante para ir se deitar, a fim de que não pudesse surpreendê-la com mais um de seus desafios.
Ainda não estava convencida de que a ideia de Sophia envolvendo as fantasias eróticas não iria ser algo como o feitiço virando contra o feiticeiro em seu caso. Mesmo que sua fantasia de mestra e servo tivesse servido para desencorajar Arthur , aquilo não significava que os próprios hormônios dela não estavam a mil. Evidentemente, ainda não haviam voltado ao normal depois de toda a carga sexual a que haviam sido submetidos para que ela desse uma lição no homem. Mas ter ficado uma hora a mais significara mais taças de vinho.
E mais taças de vinho significavam...
Lua sobressaltou-se quando a porta da frente se abriu antes que pudesse usar sua chave.
Arthur estava parado na soleira, usando nada além de uma cueca boxer. E havia uma expressão divertida em seu rosto.
Lua cambaleou de leve. Por vê-lo quase nu, não tanto por causa do vinho. Corou ligeiramente, perguntando-se se o ar risonho nos olhos dele tinha algo a ver com sua fantasia de Zorro.
— Eu tinha ido tomar água na cozinha e ouvi você chegando.
— Oh... Obrigada. — Zonza, ela seguiu devagar pelo vestíbulo, segurando-se com firmeza ao corrimão para subir a escadaria.
Arthur seguiu-a de perto e, quando ela já quase chegava ao último degrau, ele puxou-a para trás, fazendo-a colidir com seu peito.
— Se isto é outro desafio — disse a voz um tanto pastosa — Você não é um homem honrado. Um homem honrado não tiraria proveito de uma mulher que abusou um pouquinho do vinho.
— Isto não é um desafio. Eu havia lhe dito no início da noite que ambos sobrevivemos ao nosso desafio de hoje. Você terá seu segundo desafio amanhã.
— E por que está com os braços em torno de mim?
— Porque você tropeçou num degrau e eu a segurei.
Ambos sabiam que era mentira. E Lua também sabia que de­veria se desvencilhar logo daquele abraço, mas não o fez. Era tão bom ter aqueles braços fortes em torno de si. Fantasias eróticas ainda dançavam em sua mente. E seis meses sem sexo havia sido um tempo longo demais!
— Precisa de ajuda para chegar até a cama? — sussurrou ele ao ouvido.
Lua quase riu. Precisava de ajuda para ficar longe da cama, e o espertinho sabia daquilo. Oh, Sophia Borges e suas ideias brilhantes! Ou talvez aquele fosse o momento de usar a ideia da amiga a seu favor.
— Será meu servo e fará exatamente o que eu disser? — sus­surrou de volta.
Sentiu Arthur ficando tenso de imediato. Sorriu consigo mesma. Escolhera as palavras com perfeição.
Arthur ergueu-a no colo e colocou-a de volta no chão no meio do corredor. Virou-a, então, de maneira a deixá-la de frente para a porta do próprio quarto. A cabeça girando ainda mais, ela camba­leou até seu quarto e abriu a porta. Mas tornou a virar-se antes de entrar.
— Onde está Simon?
— Está no meu quarto — respondeu Arthur já da outra extremi­dade do corredor. — Nada mais justo do que nos revezarmos para ficar com ele à noite.
— Como quiser — disse Lua com um ligeiro aceno. Estava aérea demais para argumentar. E era sensata o bastante para saber daquilo.
Fechando a porta do quarto atrás de si, nem sequer tirou as rou­pas antes de afundar na cama. Adormeceu praticamente no instante em que pousou a cabeça no travesseiro... Imagens de espadas, más­caras e de um sedutor homem nu em particular povoando sensual­mente seus sonhos.
...
Na manhã de domingo, Lua evitou Arthur completamente.
Demorou-se no banho e se trocando e, então, esperou paciente­mente no quarto até dez horas em ponto. Naquele preciso horário, adiantou-se até a janela de seu quarto e observou Arthur saindo com Simon e brincando com ele no pátio da frente antes de contornar a casa e seguir na direção de uma das trilhas de caminhada. No dia anterior, ele comentara que era melhor não alterarem a rotina de Simon outra vez, e suas caminhadas continuariam às dez. E se havia uma coisa que se podia dizer de Arthur era que o homem era sempre pontual.
E previsível.
Como fora, quando recuara na noite anterior.
Tudo o que ela tivera de dizer fora "servo". Apenas uma pequena palavra e ele a largara feito um saco de batatas. Não que não esti­vesse satisfeita com aquilo. Afinal, aquele fora o plano. Ameaçar o controle dele para fazê-lo recuar e, daquele modo, qualquer risco de ambos pararem na cama acabaria.
Ainda assim, a mente era algo difícil de se desligar.
E observar Arthur agora, atlético e vigoroso, num short e camiseta enquanto atirava uma bolinha com um sensor que desenvolvera especialmente para Simon, evocava-lhe lembranças perigosas.
Como a de quanto ele ficara irresistível naquele traje de zorro no Halloween...
De como tinham feito amor ardentemente naquela noite. Depois de ele ter tirado e pendurado meticulosamente à fantasia no armário para devolvê-la intacta à loja de aluguel, era evidente. Mas fora uma noite maravilhosa, de qualquer modo. Arthur era fabuloso na cama... A disciplina militar, o rigor, o conservadorismo, as manias irritantes, tudo aquilo era deixado de lado e ele se concentrava apenas em ser um amante dos mais atenciosos.
Era mais uma razão para ela não avançar por terreno perigoso, lembrou a si mesma, determinada, enquanto ainda observava Arthur da janela de seu quarto.
De repente, Sarah apareceu do nada! Usando um conjunto de short e miniblusa rosa escuro, os cabelos loiros presos num rabo-de-cavalo, o abdome firme e as pernas bronzeadas, bem torneadas, à mostra devia ter deixado Arthur de queixo caído.
Fervendo de raiva, Lua observou-os trocando algumas pala­vras, rindo de algo e, enfim, seguindo juntos na direção da trilha de caminhada com Simon.
Maldição!
Com os punhos cerrados ao longo do corpo, ela contou até dez... Várias vezes... E teve de fazer um esforço sobre-humano para não segui-los.
Já imaginara que Sarah não recuaria, mas não pensara que a vampe atacaria tão depressa.
...
Sentada à mesa da cozinha, Lua folheava uma revista calma­mente quando Arthur voltou com Simon da caminhada matinal uma hora depois. Sua calma era apenas aparente, claro, mas não podia dar mais munição ao inimigo.
Pelo canto do olho, viu Arthur tirando a guia da coleira de Simon e, no instante seguinte, o cão aproximou-se e pousou a cabeça sobre a revista que ela mantinha no colo.
— Fez uma boa caminhada garoto? — perguntou num tom carinhoso, afagando a cabeça de Simon.
— Fizemos uma excelente caminhada — sorriu Arthur.
Aposto que sim! Pensou Lua, furiosa, mas obrigou-se a manter a voz inalterada:
— Eu estava falando com Simon.
Arthur deu de ombros e se adiantou até a geladeira, de onde pegou uma garrafa de água mineral.
— Eu estava apenas respondendo por ele.
O silêncio se prolongou, e Lua continuou afagando Simon, nem um pouco disposta a dar a satisfação a Arthur de ouvi-la men­cionar o nome de Sarah.
Seria ele quem acabaria tocando no assunto, como esperado.
— E então?
Lua, enfim, fitou-o diretamente.
— Então, o quê?
— Não tem nenhum comentário a fazer?
— Sobre o quê?
Arthur estudou-a, sabendo que Lua tinha certeza de que ele to­caria no assunto sobre Sarah, só para provocá-la, e, em seguida, tornaria a lembrá-lo de que não deveria levar mulher alguma até a casa. Sorrindo consigo mesmo, ele decidiu de repente que não diria nada, que a deixaria se roendo por dentro sem saber o que aconte­cera durante aquela caminhada.
E não pretendera mesmo lhe contar a verdade. A um dado mo­mento na pista, Sarah lhe perguntara se ele estivera pouco à vontade com sua companhia e tivera de lhe dizer com toda a franqueza que sim, pois não estava interessado nela. Sarah, então, revelara que não estava interessada nele tampouco; que quando o julgara di­vorciado, achara que seria bom saírem juntos ocasionalmente para livrá-la do ostracismo que haviam lhe imposto.
Ela lhe contara que Lua a procurara na manhã anterior para lhe pedir que se afastasse dele, mas que, para aquilo, não aceitara sua condição de convidá-la para uma das reuniões do Clube das Fantasias das Donas de Casa. Sarah acreditava que, uma vez que Sophia, Melanie e Lua a tivessem aceito, o restante das mulheres de Woodberry Park pararia de vê-la como uma divorciada que representava uma ameaça em potencial a seus casamentos.
Lua, porém, não a convidara, e Sarah lhe dis­sera que continuaria atrás dele até que aquilo acontecesse. Arthur passara a ver um lado de Sarah que desconhecera até então. Era apenas uma mulher carente de amigas, cansada de ser vista como uma ameaça por causa de sua beleza. Ele, porém, deixara-lhe claro que não compactuaria com o plano dela de enciumarem Lua propositalmente.
Por mais que quisesse ficar com Simon e a casa, não era da natureza dele usar aquele tipo de subterfúgio. Não sabia se Sarah continuaria tentando despertar o ciúme de Lua até obter o que queria, nem se ela ficaria enciumada. Talvez fosse mais uma questão de não querer ser passada para trás pela mulher que detes­tava. O fato era que ele estava fora daquilo.
Agora, se Lua quisesse se aborrecer por causa de Sarah era problema dela... Não seria ele a esclarecer nada. Podia não ser inescrupuloso, mas também não era tolo. Aquilo mostraria quem estava no controle.
— Comentário sobre o quê? — repetiu Lua, já não conseguindo esconder a impaciência com tanta facilidade àquela altura.
Ele deu de ombros.
— Oh, nada. Esqueça. Vou até o centro de treinamento e só voltarei à noite. Teremos uma nova classe de recrutas começando amanhã de manhã. Preciso ajudar Scrappy e nossa equipe a deixar as coisas prontas.
Lua observou-o deixando a cozinha com total incredulidade. Tivera certeza de que ele falaria sobre Sarah, mas por que não o fizera? Estaria gostando das investidas da loira insinuante?

7 comentários:

  1. Lua esta se moendo de ciúmes hihihi
    quero só ver onde vai dar esse jogo de gato e rato :D
    Adorando

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  2. Ela tá morrendo de ciúmes dele.

    Ana

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  3. P-E-R-F-E-I-T-O

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  4. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

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  5. maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais

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  6. mirella vasconcelos02/08/2014 18:51

    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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