29 de jul de 2014

CAPÍTULO 4 - HOUSEWIVES FANTASY CLUB - Part.1

#LuaLouca ahaha' 
Boa leitura! <3




Depois que uma ainda atordoada Lua entrou na cozinha de Sophia e contou às amigas sobre o "golpe baixo" de Arthur, ambas concor­daram que ele merecia uma lição. Os próprios maridos mereciam uma lição, declararam Sophia e Melanie, determinadas. Pelas conversas que haviam tido com eles na volta do jogo de golfe, ficara claro que Micael e Chay não se manteriam neutros.
— Você tem certeza de que está pronta para abrir mão de seu casamento? — ainda persistiu a sensata Melanie. — Você e Arthur po­deriam parar com esse jogo tolo e se entender de uma vez por todas.
— Sim — interveio Sophia. — Não é segredo para nenhuma de nós que você o ama. Você mesma sabia que não conseguiria resistir a ele quando aceitou esse jogo tão arriscado.
Lua soltou um longo suspiro.
— Está certo. Agi impulsivamente. Não parei para pensar como seria difícil quando Arthur se mudasse de volta. Ele atirou a isca e não pude deixar de mordê-la. Eu deveria ter percebido que Arthur recorreria a seus antigos truques. Sempre usando a sedução para tentar me dobrar. Quanto ao nosso casamento, isso é mais uma prova de que não podemos ficar juntos, apesar de eu ainda amá-lo. Ele só me beijou com segundas intenções... As de que eu perca o jogo. Foi meu primeiro desafio, como o chamou. Não há dúvida de que ele mal pode esperar para me ver longe daqui.
Sophia ergueu o queixo.
— Bem, se é assim, você tem que contra atacar. — Seus olhos se iluminaram. — Acho que estou tendo uma ideia! Uma ideia que fará Arthur recuar. Ah, e que a propósito, colocará Micael e Chay em seus devidos lugares.
...
— Acho que menti — gracejou Micael. — Talvez não seja tão bom ter você de volta à vizinhança.
Arthur riu e esparramou suas cartas na mesa de jogo.
— Olhem para isto e chorem, rapazes.
— É a terceira partida que você ganha em seguida — resmungou Micael.
Arthur puxou alegremente as moedas em sua direção.
— Mas não deixe que isso suba a sua cabeça — avisou-o Chay. —Micael e eu não temos jogado muito pôquer desde que você foi embora. Espere só até nos aquecermos e será você que estará chorando.
Arthur estava surpreso.
— Por que não jogaram desde que eu parti?
— Perdemos um pouco o interesse — disse Chay. — Não tinha muita graça vencer Micael a cada partida.
— Diga a verdade — protestou Micael bem humorado. — Você só vencia porque eu tinha pena de você e o deixava vencer.
— Cale-se e de as cartas — resmungou Chay.
Micael embaralhou as cartas e começou a distribuí-las. Erguendo o olhar, abriu um sorriso quando Sophia desceu a escadaria com uma bandeja de nachos de queijo, os petiscos favoritos deles.
— Obrigado querida. — Ele franziu o cenho quando viu que ela colocou o monitor do circuito interno de tevê na mesa ao lado da bandeja. — Ora, vamos como poderei me concentrar no jogo se tiver de ficar de olho nos gêmeos a cada dois ou três minutos?
Sophia cruzou os braços.
— Da mesma maneira como eu me concentro em tudo o que tenho de fazer aqui e em cuidar dos garotos quando você viaja a semana toda.
Arthur desviou o olhar de suas cartas. A tela do monitor mostrava o quarto dos gêmeos. Os dois estavam sentados diante da tevê, jogando videogame.
— Estou prestes a subir e lhes dizer que é hora de se deitarem — explicou Sophia. — E estou contando com você para se certificar de que os dois fiquem na cama depois que eu os colocar para dormir.
— Está bem — resmungou Micael.
— E mantenha o monitor ligado. Nada de dar uma espiada neles só de vez em quando.
Depois que Sophia tornou a subir, Micael soltou um suspiro.
— Céus, os gêmeos têm oito anos, não são mais bebês. Essa obsessão que Sophia tem de vigiá-los a cada instante é ridícula. Ela me fez instalar câmeras pela casa toda.
Depois de mais algumas partidas, Micael olhou de relance para o monitor, notando que os gêmeos estavam dormindo agora, a tevê desligada. Alternando um olhar entre Arthur e Chay, então, tornou a olhar para o monitor e abriu um sorriso malicioso.
— Ei, tive uma ideia. Que tal darmos uma espiada na conversa das garotas na cozinha?
— De jeito nenhum — respondeu Arthur. — Não seria correto bisbilhotarmos a conversa delas.
— Você já nos contou como planeja vencer Lua aumentando a tensão sexual — lembrou-o Micael. — Basta apertarmos um botão desse monitor e você saberá que estratégia ela pretende usar. E, tecnicamente, não seria bisbilhotar. Eu só estaria fazendo o que minha adorável esposa pediu. Ficar encarregado do monitor esta noite.
— Errado — retrucou Arthur. — Tecnicamente, o que você está fazendo é invasão de privacidade.
— Droga, Arthur, ao menos uma vez, você poderia deixar essa mentalidade de quartel de lado e agir como o restante de nós?
Arthur contraiu o rosto. Lua já o acusara de coisas semelhantes. Será que era mesmo tão rígido e escrupuloso em excesso? Bem, um homem tinha que se ater a seus princípios.
Micael sintonizou o monitor nas imagens da câmera da cozinha.
— Estou de saída — ameaçou Arthur.
— Ele está certo — interveio Chay. — Acho que não devemos bisbilhotar as garotas.
— Então, acho que verei vocês depois. Não sou tolo o bastante para deixar passar uma oportunidade como esta.
Arthur e Chay levantaram-se.
— Sabem como se pode dizer se um homem está pronto para fazer sexo? — perguntou uma voz.
Chay franziu o cenho.
— Ei! É a Melanie falando.
— Sim — respondeu outra voz.  Quando ele está respirando!
Seguiu-se uma explosão de risos femininos.
— E esse comentário veio de Lua— declarou Arthur secamente. Ele trocou um olhar com Chay e, em meio a um riso triunfante de Micael , ambos tornaram a se sentar.
...
— Está bem — disse Sophia, lançando um olhar maroto às duas amigas à mesa da cozinha. — Já basta de piadas sobre os homens. É hora de o Clube das Fantasias das Donas de Casa fazer jus a sua reputação. Declaro esta reunião oficialmente iniciada.
As três brindaram com suas taças de vinho.
— Bem, se não se importam, serei a primeira — ofereceu-se Sophia. — Fechem os olhos para poderem visualizar melhor a fantasia.
Recostando-se nas respectivas cadeiras, Melanie e Lua obedeceram. O tiro poderia sair pela culatra se enveredasse pelo caminho das fantasias sexuais. Poderia estar se colocando em sério risco. Lua argumentara a respeito com Sophia, mas a amiga não lhe dera ouvidos.
Respirando fundo, fez uma prece silenciosa para que Arthur já estivesse dormindo quando ela chegasse em casa.
...
— Você está encostada numa coluna de mármore num setor escuro do museu — começou Sophia , a voz sensual. — Ele segura suas mãos acima de sua cabeça, enquanto insinua a outra mão sob sua saia e sobe lentamente até sua coxa. Sorri quando descobre que você não está usando calcinha, como a instruiu. Você sussurra “nós não podemos, não aqui”. Ele a ignora e desliza a mão entre suas pernas. Você morde o lábio inferior para não gritar, enquanto aque­les dedos a exploram. Ele mantém os lábios quentes junto a seu pescoço, as carícias de seus dedos tornaram-se mais rápidas e ousadas. Você finalmente cede e se entrega com abandono ao mo­mento, sem saber o que a excita mais: a vontade dele de lhe dar prazer em público, ou o perigo de serem apanhados. Ele continua afagando-a, e as maravilhosas sensações a dominam, o prazer mais acentuado enquanto seu olhar está fixo no grande espelho do outro lado da sala. O espelho que lhe permite ver seu bonito amado le­vando-a as nuvens. Você está ofegante demais agora, perto demais do puro enlevo para se preocupar com o que quer que seja. Tudo que importa é que os deliciosos espasmos começaram a percorrer seu corpo inteiro.
— É tarde da noite — começou Melanie. — E você finalmente ouve a porta da garagem se abrindo, indicando que ele chegou em casa. Você está sozinha esta noite, mas ele ainda não sabe. Você não lhe contou que os avós estão cuidando da netinha. Você despe o robe de seda que está usando e anda descalça pela casa, não usando nada além da minúscula calcinha preta que com­prou especialmente para a ocasião. Tudo o mais que precisa já está à espera na garagem. O balde de água morna com espuma perfu­mada, as esponjas macias, a toalha felpuda para depois. Ele ainda está sentado no carro quando você abre a porta de comunicação e aparece na garagem. Ele a vê, os olhos brilhando quando se detém nos seios nus. Você o deixa olhar por alguns momentos e, então, apaga a luz, sabendo que o luar que se filtra pelas janelas será perfeito para o que tem em mente.
“Ele começa a abrir a porta do carro. Seu olhar lhe indica para ficar onde está, e ele fica. Você mergulha uma esponja na água ensaboada e, depois, a espreme sobre seus seios, apreciando o con­tato da água morna que escorre por seu corpo. Aprecia ainda mais o desejo nos olhos dele. Você se aproxima e, inclinando-se para frente, passa a esponja lenta e sedutoramente pelo capo do carro. Você se deita no capo a cabeça virada para ele, que, a essa altura, já tirou a gravata e desabotoa a camisa lentamente. Você desliza a esponja sensualmente por seu corpo, passando pelos seios, pelo abdome e descendo mais, as pernas entreabertas. Ele mantém o olhar fixo na esponja e solta um gemido quando você ergue os quadris e move seu corpo de encontro à esponja. Lentamente, em princípio. Mas o prazer dele em observá-la a faz mover-se mais e mais depressa. As sensações finalmente tomam conta de você e, enquanto estremece de prazer, encontra o olhar dele. Sedutor, ele sorri e abre a porta do carro, inclinando-se sobre você num instante, puxando-a para si. Um beijo faminto toma seus lábios. Um puxão rasga sua frágil calcinha. Ele abre o zíper das calças, segura seus quadris e a possui deliciosamente...
...
— Céus, basta! — Chay adiantou-se para desligar o monitor. Micael, que já suara frio em meio ao relato da fantasia de Sophia, não tentou impedi-lo.
— Sem comentários — disse Chay, pouco à vontade.
— Sim, assunto encerrado! — declarou Micael, categórico.
— Agora estão vendo por que isso não foi uma boa ideia? — disse Arthur, esforçando-se para conter o riso, especialmente depois que os dois tinham deixado escapar que, na verdade, as esposas tinham revelado coisas que já haviam feito com eles anteriormente.
— Ei, não pense que está fora disto! — exclamou Micael de repente. — Ainda falta a sua vez de passar pela "tortura".
— Sim — sorriu Chay , desafiador. — Ou está com medo de que tornemos a ligar o monitor?
Arthur deu de ombros.
— Façam como quiserem. Para mim, é indiferente.
Sem hesitar, Micael ligou o monitor outra vez. Bem a tempo de observarem as três mulheres ainda sentadas à mesa da cozinha, enquanto Sophia dizia:
— Agora, é a sua vez, Lua.
— Eu passo.
Oh, felizmente!, pensou Arthur aliviado.
— Não podemos aceitar sua recusa. Nós lhe contamos nossas fantasias. Agora, é a hora de nos contar a sua.
— Oh, está bem — resmungou Lua.
Arthur engoliu em seco.
— De fato, tenho uma fantasia inspirada em Arthur para contar. Lembram-se da festa de Halloween que fizemos no ano pas­sado? — perguntou Lua.
— Sei aonde exatamente você quer chegar — disse Sophia. — Arthur usou aquela fantasia de Zorro. Certo?
Lua confirmou.
Chay e Micael riram.
— Calem-se — disse Arthur , aproximando-se mais do monitor. — Quero ouvir isso.
— É claro que quer — riu Micael. — Agora que sabe que a fantasia de Lua envolve você.
...

8 comentários:

  1. Eeeeiiiiiii, pq acabou??? Eu queria sacber o restoo!!
    Posta maiiiiiis, to curiosaa! Se possivel for, posta um hoje??
    Xx Beca

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  2. quero saber maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais

    Ana

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  3. Mais quero saber

    Adriana

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  4. o que será que a Lua vai contar? curiosa demais

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  5. posta mais, quero muito saber

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  6. mirella vasconcelos29/07/2014 19:13

    Posta ++++++++++++++++++++++++++

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  7. Posta mais to louca pra saber

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  8. Porque parou?? Parou porque? kkkkkkkk
    Adorandoooo u.u #ArthurZorro, eiita senhor *O* chama o bombeiro u.u kkkkkkkk

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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