12 de mar de 2014

13° CAPITULO: UNIDOS POR UMA CRIANÇA // HOJE NÃO !



Bom dia, babyyyys... Aqui está um capitulo beem caprichado pra vocês, espero que gostem e comentem bastante ! 

DANNI AIRES:  É mesmo, mas a Elena tá muito mimada... Não acha? Então já que o Arthur não se impõe ela tem que fazer o papel dele também! ><  Bjks! : *

lethy:  Obg, amoree! :)) Bjks! : *

MINA LOKA:  É, ela está realmente muito estressada, mas também cuidando de uma casa, trabalhando, brigando com o Arthur e ainda cuidando da Elena, é bem estressante mesmo. E também acho que ela não deveria descontar a raiva dela toda na pequena... Mas enfim, espero que tudo dê certo! rs' ... Bom pode até rolar, uma maratona... Mas não agora porque tô meia sem tempo pra escrever e tals, mais com certeza vai rolar outra maratona... Vou marcar a data e tudo direitinho aí eu posto ! ;) Bjks! :*

Booa leitura ! :)




#Relembrando: – Não! – Assim que eu disse isso, Arthur se virou para mim, assustado com a minha resposta.

– Como é que é ? – Arthur pergunta descendo os degraus que havia subido até agora .

– Você não vai ver a Maria Elena hoje  ! –  cruzo os braços, pronta pra uma briga.

- Lua, você não pode me privar de ver a minha própria filha ! – Ele falou, já me olhando completamente sério.

– Não, Arthur... – Insisto. – Ela não está me obedecendo e está me respondendo, não quero uma menina abusada perto de mim, e se você subir pra ir “ver” ela, vem na semana que vem ! – Falei.

– Lua, pelo amor de Deus. – Ele respira fundo, acho que buscando por calma, mais isso é o que ele não vai ter, enquanto estiver aqui. – Eu preciso falar com ela, eu PRECISO ver a minha filha. – Disse por fim.

– HOJE NÃO ! – Falei já ficando agoniada com a insistência de Arthur.

– Lua! – Ele me repreende.

– Arthur ! – Faço o mesmo com ele .

– Você não tem o direito de me proibir de ver a minha filha, Lua. – Ele que até então estava calmo começa a aumentar o tom de voz.

– Eu tenho, quando é pro bem dela! – Falo no mesmo tom que ele, só que um pouco mais alto.

– Não, não tem. – Aumenta mas o tom. – Ela é a minha filha e eu quero ver ela, quero FALAR com ela. – Agora ele já estava gritando .

– VOCÊ PODE FALAR COM ELA POR TELEFONE! – Gritei. – VOCÊ NÃO VAI FALAR COM ELA E PONTO. – Continuo séria, os olhos de Arthur encontram os meus, e sei que ele está fervendo de ódio, mais não vou dar o braço a torcer.

– VOCÊ É LOUCA, LUA, LOUCA! – Falou e eu revirei os olhos.

– Arthur, pelo amor de Deus seja mais original, já chorei muito por coisas que você me disse, mais uma coisa eu sei. VOCÊ NÃO ME ATINGE MAIS E EU NÃO TENHO MEDO DE VOCÊ ! – Disse e senti ele respirar fundo e descer todos os degraus da escada e começando a andar de um lado para o outro.

– Lua, eu preciso ver a minha filha. – Por algum motivo meu coração inchou e eu tive vontade de deixar ele subir, Mais NÃO. Tenho que manter a minha fama de mãe protetora, não quero que a minha filha fique mais abusada e desobediente. – É importante!  – Continuou.

– JÁ FALEI QUE NÃO ! – Gritei descendo até ele .

– MAIS QUE DROGA, LUA. PARA DE TENTAR SER ALGUÉM QUE VOCÊ NÃO É, PARA DE TENTAR ME ATINGIR, NÃO VAI CONSEGUIR ! –  Ahn? Do que ele está falando ? Pergunto a mim mesma.

–   Do que você tá falando Arthur ? –   Pergunto confusa, e ele logo trata de se explicar.

–   DROGA, LUA. VOCÊ SABE QUE AQUILO QUE ACONTECEU COM A GENTE FOI UM DESLIZE DE NÓS DOIS, VOCÊ SABE QUE NÃO SIGNIFICOU NADA PRA MIM, COM EU TAMBÉM ACHO QUE NÃO SIGNIFICOU NADA PRA VOCÊ, MAIS É O SEGUINTE: PORQUE VOCÊ TÁ QUERENDO SE VINGAR DE MIM? PORQUE ? –   Como ele é idiota. COMO ELE É IDIOTA, eu aqui que tremo sempre quando olho pra ele... Como ele pode achar que não significou nada pra mim?

–   COMO UM DIA EU PUDE ME ENTREGAR PRA VOCÊ ARTHUR? –   Faço essa pergunta pra ele que arregala os olhos, parece que todo o amor que eu sentia por ele a alguns segundos tivessem descido por um ralo, agora eu estava com : ódio, nojo, raiva mais ódio, mais raiva e mais nojo, dele do que quando a ele me deixou no quarto, chorando. –   COMO UM DIA EU FUI TÃO IDIOTA, AO PONTO DE PENSAR
QUE VOCÊ ME AMAVA? –   Sorri, debochando e ele continuou sério me olhando. –   COMO? COMO?...–   Sinto um nó se formar na minha garganta. –   E O PIOR, DEPOIS DE TUDO ISSO QUE VOCÊ ME FEZ, EU AINDA TE AMAVA A UNS DOIS MINUTOS ATRÁS. –   Olhei pra ele e seus olhos estavam marejados assim como os meus. –   QUER SABER ARTHUR? EU QUERO É MAIS QUE VOCÊ SUMA, SUMA DA VIDA DA MINHA FILHA, SUMA DA MINHA VIDA!

–   EU JAMAIS VOU DEIXAR A MINHA FILH... –   Nem deixo ele terminar de falar e já o interrompo.

–  VOCÊ JÁ DEIXOU ELA, ARTHUR... –   Gritei o mais alto que podia, e uma lagrima caiu, sobe o meu rosto, senti todo ele se queimar com o ódio. –   VOCÊ NÃO ESTAVA AQUI QUANDO ELA FALOU A PRIMEIRA PALAVRA, VOCÊ NÃO ESTAVA AQUI QUANDO ELA DEU OS PRIMEIROS PASSINHOS , NOS MOMENTOS MAIS IMPORTANTES DA VIDA DELA, VOCÊ NÃO ESTAVA AQUI. –  Falei. –  AGORA EU FICO ME PERGUNTANDO, SERÁ QUE VOCÊ VAI AO CASAMENTO DELA ? –   Arthur se aproximou mais de mim e eu recuei.

–   VOCÊ NÃO FAZ A  MÍNIMA IDEIA DO QUE EU PASSEI, QUANDO DESCOBRI QUE VOCÊ TAVA GRÁVIDA LUA. NÃO FAZ A MÍNIMA. E QUER SABER ? –   Ele perguntou. –   EU NUNCA TE AMEI, FOI SÓ DESEJO SEXUAL. SEMPRE . –   Nessa hora o meu sangue subiu , e eu não me aguentei, dei alguns passos até chegar perto de Arthur, e o dei o tapa mais forte que consegui.

–   NÃO BATE NO PAPAI! –   Me assustei ao ouvir uma vozinha familiar ao inicio da escada, ela desceu uns três degraus e perdeu o equilíbrio caído rolando por toda a escada.

–   ELENAA. –   Eu e Arthur gritamos juntos e saímos correndo, mais foi tarde ela estava desmaiada totalmente torta, no chão, nesse momento meu mundo desabou, não consegui mais pensar direito, não consegui respirar, a MINHA BEBÊ ESTAVA DESMAIADA POR CULPA MINHA, talvez o Arthur fosse o melhor pra ela.

–   LUA, ME AJUDA, LIGA PRA AMBULÂNCIA, A GENTE PRECISA TIRAR ELA DAQUI ! –   Sai correndo a procura do telefone e assim que o encontrei disquei a emergência, e uma moça me atendeu pedindo para que eu esperasse alguns minutos até que a ambulância chegasse. Assim que desliguei, caminhei até Elena e Arthur, ela continuava no mesmo lugar, Arthur não havia mexido nela, e quando eu fui para tocar nela, ele tirou a minha mão.

–   Ela pode ter quebrado alguma coisa ! –   Falou, sua voz estava rouca, ele não me olhou, mais sei que ele chora. Respiro fundo e corro escada acima, troco de roupa rapidamente e desço completamente destrambelhada, quando ouço as sirenes da ambulância.

[...]

Eu e o Arthur esperamos por noticias na sala de espera, estou ao lado de Arthur. Por um momento todo o meu ódio por ele passou, pois sei o que ele tá passando. Mesmo a culpa não sendo dele, e sim minha! As lágrimas voltam a cair, e a culpa começa a tomar conta do meu corpo. Como eu pude fazer isso? Como eu pude ser tão burra, tão idiota ao ponto de bater nele? Porque eu fiz isso? - São essas as perguntas que me assombram. E o pior, agora a minha filha deve estar achando que eu sou um monstro.  -

  -  Os responsáveis pela Maria Elena Blanco de Aguiar ?   -  Meus olhos voam ao encontro do médico, e rapidamente eu e Arthur já estávamos na frente dele.
 
  - Está tudo bem com ela?   - Foi a primeira coisa que eu perguntei.
 
- Bom, ela quebrou a perna e vai precisar ficar por algum tempo em repouso, parece que a queda foi feia. Mas nada muito grave! - O médico falou anotando algo em sua prancheta. Por um lado eu estou aliviada, mas por outro quero morrer.

  -  Nós podemos ver ela ?   -  Agora quem perguntou foi o Arthur, já que eu não conseguia mas falar nada... Nem quero, ver a reação da Elena quando me ver !

  - Claro, acompanhem-me !   -  Assim o médico se virou e eu olhei pro Arthur que já o seguia, mas não me movi. Então Arthur olhou pra mim e viu que eu ainda continuava parada, então me puxou pelo braço e nós fomos assim: Ele me puxando . Até o quarto 312 onde Elena estava. Assim que chagamos lá o médico mostrou a porta onde devíamos entrar e saiu pôs uma das enfermeiras o chamou, assim que viu que ele estava disponível. Arthur abriu a porta para que eu entrasse, mas eu paralisei mais uma vez e então Arthur me puxou novamente para que entrasse, e só assim pude ver a minha pequena deitadinha na cama, com os olhos entre abertos e assim que ela me viu fechou a cara. Acho que ela não me esperava.

  - u que voxê veiu fager ati?   - Perguntou ela, cruzando os bracinhos. Isso com certeza aumentou a minha culpa, com certeza aumentou o meu ódio de mim mesma... Com certeza, isso acabou totalmente comigo por dentro, meus olhos já estavam marejados, por conta da pergunta da minha filha.

  -  Como é que é, Maria Elena?   -  Arthur passou por mim e chegou mas perto dela, que fez um bico enorme.   - Pede desculpa pra sua mãe agora!   - Arthur falou sério assim que chegou perto da cama, Elena deu um olhadinha pra mim e depois voltou a olhar pro pai.

  -  Papai...   - Ele a interrompeu.

  -  Agora!   -  Falou mais sério e ela, conseguiu deixar o bico maior ainda.   Ela enrolou, enrolou e enrolou até que me pediu desculpas, e então eu e o Arthur ficamos lá por alguns minutos até a enfermeira pedir para que saíssemos para ela dar o remédio pra Elena. E então saímos e voltamos para a sala de espera. Lá eu liguei pra Mel e pra Sô que disseram que iriam vir até o hospital.

7 comentários:

  1. Faz a Elena ficar com o Arthur pra a menina dar valor ah lua

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  2. que confusão.

    Ana

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  3. Lua tá sofrendo demais
    amando
    ass Sofia

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  4. Que tenso.
    Quase tive um treco imaginando a cena.
    Arthur foi um ogro com a Lua, mereceu o tapa.

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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