21 de dez de 2013

[FIC] O Sequestro


Capítulo 1 - O Sequestro.



Lua estava em seu escritório agendando com sua secretaria todos os seus compromissos. Sua cabeça já latejava de dor por causa do dia corrido e das reuniões irritantes que havia tido. Já eram 23h da noite quando saiu de seu escritório. A caminho de casa decidiu parar para tomar um café. Como morava sozinha e passava a maior parte do tempo na empresa, não via necessidade de comprar mantimentos. A diarista ia duas vezes da semana para limpar seu apartamento. Como seria um café rápido decidiu ir a uma lanchonete próxima a seu trabalho.

Lua: Por favor, eu quero um cappuccino com creme e um misto quente. - disse ela a garçonete.

Lua ligou seu notebook e começou a ver umas planilhas mensais, percebeu que cada dia que passava precisava contratar mais empregados, sua empresa estava crescendo. Pensou nessa possibilidade quando a garçonete chegou com seu pedido. Lua fechou o notebook e começou a comer. Ela viu um casal entrar e sentar em uma mesa próxima a sua, eles conversavam e sorriam, ela pode ouvir metade da conversa. O casal planejava ter filhos devido aos anos de casados. A mulher reclamava dizendo que não teria um filho para que ele sofresse as consequências.

Mulher: Não, esse mundo esta perigoso, ontem nós vimos o que aconteceu com aquelas pessoas perto do condomínio Del Rey, coitadas elas não mereciam. - baixando a cabeça com uma cara triste

Lua se sobressaltou, Del Rey era o nome do condomínio que morava. Ela tomou mais um gole do cappuccino e prestou mais atenção na conversa.

Homem: Verdade pareciam pessoas boas, e aquela criança não merecia aquilo, coitada. - Devido a sua curiosidade Lua levantou e foi até a mesa do casal.
Lua: Boa noite me desculpem mais sem querer devido à proximidade de nossas mesas eu pude ouvir parte da conversa de vocês. Desculpem, não era minha intenção ouvir mais vocês falaram Del Rey e isso chamou minha atenção. O que houve por lá?
Mulher: Ontem a noite ouve um assalto, tentativa de sequestro na verdade, tinha um casal com um filho no carro, eles tentaram reagir mais o homem e a mulher foram baleados.
Lua: e a criança?
Homem: ficou com parentes, nós não sabemos o que aconteceu com os pais, espero que não tenha acontecido uma fatalidade. Você mora naquela região? - olha o estilo totalmente executiva de Lua
Lua: sim, moro no condomínio Del Rey, por isso me interessei pela conversa de vocês, fico tão pouco tempo por la que não sei o que se passa.
Mulher: aquela região esta muito perigosa aconselho à senhora...
Lua: senhorita, por favor. - sorrindo de lado
Mulher: perdão aconselho a senhorita não andar naquela região tarde da noite.
Lua: agradeço o conselho, é de grande valia. Bom, boa noite pra vocês e mais uma vez desculpe a interrupção. Com licença. 

O casal sorriu e Lua se afastou voltando para sua mesa. Sentou-se e desligou o notebook enquanto esperava a conta. Depois do pagamento Lua foi para seu carro travando todas as portas e seguindo em direção a sua residência. Enquanto esperava o portão da garagem abrir, Lua reclamava por ainda estar lento, ela havia reclamado com o porteiro fazia uma semana e a central não respondia o comando dos controles atrasado à entrada e saída dos moradores. 

Quando finalmente o portão abriu e Lua acelerou um homem se jogou na frente do seu carro lhe apontando uma arma, Lua gelou e ficou sem reação, ele seguiu até o seu lado e mandou-a abrir a porta, com a arma apontada em sua direção Lua tirou seu cinto e abriu a porta, quando ia sair o homem de voz grossa a mandou passar pro banco do carona, e ela atendeu ao pedido, tremendo e sem conseguir nem ao menos gritar devido ao pânico. O homem entrou e deu à ré no carro, saindo da frente do condomínio, Lua o olhava, ele estava com uma toca preta que se estendia da cabeça e cobria todo o seu rosto.

Lua: se... - tremia e gaguejava - é dinhe..dinheiro que quer, darei...mais me deixe sair
XxX: calada - ele seguia com o carro e parecia calmo, entrou em umas ruas escuras até entrar em um beco um pouco estreito e logo estavam em uma garagem.

Ainda com a arma na mão, ele apontou pra Lua e segurou o braço da mesma puxando ela para sair pela porta do motorista, ela passou por cima com um pouco de dificuldade. Ele segurava firme a machucando. Ele colocou Lua em sua frente e encostou a arma na cintura dela enquanto abria uma porta com a outra mão, empurrou Lua fazendo ela se chocar com uma mesa logo na entrada do casebre.

Lua: o que vc quer?
XxX: dinheiro - dizia ele enquanto trancava todas as fechaduras e cadeados que tinha na porta, a casa estava escura e as janelas fechadas, a pouca luz que entrava era de um poste atrás de um muro fora da casa, à luz entrava pelas frestas das janelas.
Lua: diga quanto quer e me deixe ir - tentando enxergar cada canto e se encolhia- por favor, não me machuque - os olhos dela enchiam de lágrimas
XxX: se for boazinha não vou machuca-la. E não chore - ele ligou um pequeno abajur e sentou em uma poltrona, ele pode ver Lua agachada no canto tremendo de medo - esta com medo?
Lua: sim - ela olhava estreitamente pra ele que parecia relaxado na poltrona.
XxX: Lua Blanco
Lua: quem é vc? - perguntou ela surpresa por ele saber seu nome
XxX: conheço você, já a vi em algumas revistas, pensa que não sei escolher minhas vitimas? - ele ri
Lua: vamos ao caixa e eu te dou tudo, te dou todo meu dinheiro, mais me deixe ir
XxX: nããoo - ele ri mais alto - não tem graça, quero algo mais publico, quero emoção
Lua: diga-me seu nome - ela o olhava
XxX: chame-me de... - ele pensou - Aguiar
Lua: Aguiar?

Arthur: sim, é um nome legal.
Lua: mais não é seu nome - ela tentava levantar - vai me deixar trancada aqui?
Arthur: só por uns dias até eu ter o dinheiro.
Lua: quanto quer?
Arthur: ainda não sei, quanto vale seu patrimônio? - ele levantou e foi na direção dela fazendo-a encostar-se à parede.

Lua tremeu quando sentiu a mão dele tocar seu rosto e acariciar, comportamento estranho de um sequestrador ela pensou. Ele passava a mão pelo cabelo dela e ela ofegava de medo

Arthur: ainda com medo?
Lua: você esta com uma arma, só deus sabe o que fará com ela, me deixe ir, por favor - ela olhou os olhos dele entre os buracos da touca preta, eram castanhos, estava escuro mais ela podia ver.
Arthur: já disse que não - ele afastou e colocou a arma na cintura, enquanto puxava a camisa para cima, tirando.

Lua observou suas costas musculosas e largas e não pode evitar admirar, quando ele se virou ela pode notar o tanquinho definido e os braços fortes, mais voltou à realidade quando viu a arma em sua cintura, virou o rosto e não o olhou.

Arthur: tire a roupa
Lua: o que? - virando a cabeça imediatamente
Arthur: tire - ele colocou a mão sobre a arma
Lua: o que vai fazer? - olhando-o
Arthur: obedeça-me - disse com uma voz firme e tirando a arma da cintura, apontando pra ela.

Lua ofegou de medo e tremeu quase caindo ao sentir suas pernas bambearem. Então, ela começou a tirar a roupa, primeiro o blazer e depois os sapatos.

Arthur: mais rápido - aproximando dela, ela tirava a blusa ficando de sutiã. Ele passava o cano na arma nos braços dela enquanto ela tirava a calça e ficava de calcinha, ele a observava - linda muito linda - ele passou a arma sobre a cintura dela levantando e indo até o colo dos seios, depois se afastou e foi até a poltrona.

Arthur sentou-se e ficou olhando Lua ali na sua frente apenas de lingerie, ele a chamou com o dedo e pediu que ela parasse na sua frente de costas.

Arthur: fio dental? Interessante - disse ele sorrindo enquanto Lua tremia
Lua: por favor, me deixe ir - as lagrimas já rolavam no seu rosto.

Arthur passou o cano da arma pelas costas de Lua, da nuca até a cintura. Soltou a arma sobre a poltrona e levou suas mãos, segurando a cintura dela e puxando para mais perto, ele sentiu Lua tremer, as mãos dele acariciava suas costas e descia até a Bunda onde ele deu um tapa e ela gemeu de pânico, logo subiu com as mãos desabotoando o sutiã dela e tirando com dificuldade, pois ela segurava.

Lua: por favor - disse se afastando mais ele o segurou.

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