12 de dez de 2013

Dark Moon - Capítulo Doze


Capítulo Doze – Batalha



- Chay, você não entende! Eles vão ir atrás de você! – disse Mel.
- Por quê?
- Nós somos amigos, você vive lá em casa, e é HUMANO! Se um deles te morder, você estará contra nós, mesmo que não queira!
- Leizinha chata essa!
- Eu sei, mas você tem que tomar essa decisão Chay! É vida ou morte! Nós não temos proteção agora por causa da guerra, você estaria a mercer deles em qualquer lugar!
Chay estava em uma luta interna furiosa. Morrer ou morrer?
- Mel, estou confuso. Sabe o que achei disso tudo no começo e agora, eu sou praticamente obrigado a ser um.
- Eu sei Chay, mas é urgente!
Mel também estava a beira de um ataque de nervos.
- Ok. Me morde. Tudo pelo bem de tudo.
Mel o encarou e se aproximou.
- Certeza?
- Morde logo.
Mel ainda sem a certeza do que fazia, foi se aproximando devagar, para que ele tivesse tempo de desistir, mas Chay continuou firme na sua decisão.
Ela cravou seus dentes em seu pescoço e nunca havia provado sangue igual aquele. Era como o chocolate para os humanos.
Chay nunca se sentira assim. Era uma sensação estranha, mas ótima.
Quando acabou, um silencio tomou conta do quarto de Chay.
- Como se sente? – Mel perguntou ao fim.
- Ótimo. Me sinto forte e poderoso.
- Você sabe que agora vai ter que viver conosco. – Mel comentou.
- Eu sei. Vamos fazer as malas agora.
Ele tinha muita coisa de rock e colorida. Seus vinis eram obrigatório serem levados.
Parecia uma garota, cheia de malas.
##
A chegada ao castelo fora como uma rotina. Júniper se alegrou de terem mais alguém para ajudar e mais alguém para ela cuidar. Seu coração era enorme.
Todos estavam conversando na sala, rindo, quando a porta da frente fora aberta com força, era Carlotta, a bruxa aliada deles.
Ela tinha a roupa negra rasgada e suja e os cabelos cheios de terra e gravetos.
- Santo sangue derramado! – disse Júniper com a mão no coração – o que ouve Carlotta?
- Um desastre! Os Cassiano invadiram a torre mestre das bruxas, e mataram quase todas. Só sobraram eu e outras mais poderosas. As aprendizes todos morreram.
Um estrondo lá fora. Dessa vez, não eram os inimigos. Eram os vampiros aliados e os outros seres místicos.
Os Carvalho, com Álvaro, Avery, Rayana e seus vampiros, os Amaral, com Thiago, Ully, seus pais e os vampiros, os Falcone, com Bernardo, seus pais e seus vampiros, os Adara, os Zimmer, os Delacourt, os Delacour, os Montana, os Montez, lobisomens, bruxas, centauros, duendes estrangeiros, fadas e mutantes. Todos, encheram a sala e outros cômodos.
- Álvaro – disse Andrew apertando sua mão – temos quanto tempo?
- Até amanhã de manhã. eles atacaram pela manhã – disse Álvaro tenso – estamos em numero maior, muitos não querem te desafiar e participarem dessa guerra.
- Eles não têm motivo nenhum para isso – disse Rayana irritada – tudo por causa de uma bobagem! Não sei como tive coragem de namorar aquele idiota do Pedro!
Thiago a abraçou.
- Fica calma. Temos mais chance.
- Vamos nos preparar – disse Júniper – se aragem todos em quartos que vou preparar alguma comida. E depois, iremos nos preparar.
E assim foi feito. Todos se arrumaram, comeram, e depois foram se preparar.
##
Lua e Arthur acabaram passando a noite em claro, abraçados na cama e conversando.
- É duro eu confessar isso, Thur, mas eu to com medo de que aconteça alguma coisa com você! – Lua falou se aconchegando em Arthur, quase sumindo em seu abraço.
Ele beijou o topo de sua cabeça a abraçando.
- Eu tenho medo que algo aconteça com você. Eu vou te proteger com a minha quase vida, com toda ela.
- E eu com toda a minha. Eternamente.
Ela se virou e o beijou com vontade. O medo era transmitido naquele beijo.
- Quero te amar, como se fosse a ultima noite – disse Lua o olhando intensamente.
Arthur apenas a beijou com vontade e desejo.
Era como sua ultima noite juntos.
..
Lua caiu ao lado de Arthur, e as três palavras inevitáveis saíram de sua boca.
- Eu te amo.
Ele a olhou intensamente acariciando seu rosto.
- Eu te amo.
Dormiram abraçados, esperando pelo que viria.
##
Quatro horas da manhã, todos na mansão estavam de pé e prontos.
Lua mantinha a espada na mão, uma arma na cintura e a cabeça no ombro de Arthur. Sophia batia o tênis no chão, tensa, enquanto Micael fazia massagem em seus ombros. Chay fazia um grupinho que continha Mel, rir.
Os outros, tinham conversas entre si.
Oito horas da manhã, um estrondo de explosão deu inicio a tudo.
Todos armados e equipados saíram e viram um grupo não muito grande a espera deles. Quando viram que estavam em menor quantidade, chegaram a fraquejar.
Andrew quase abriu um sorriso convencido.
...
Explosões, uivos, gritos, tiros, a batida das espadas.
No meio disso tudo, Chay agarrou Mel e a beijou. Ela arregalou os olhos surpresa, mas retribuiu.
- Se acontecer qualquer coisa com algum de nós hoje, saiba uma coisa Melanie. Eu te amo – ele falou a beijando de novo e saindo para lutar.
Mel poderia ficar ali parada, com a boca aberta, mas tinha que lutar.
...
Sophia agarrou Micael e o beijou no meio das explosões.
- Que fique claro: iremos conversar depois – ela falou o beijando.
...
Muitos vampiros dos Cassiano estavam caídos. Outros haviam sito exterminados. Os outros que apoiavam eles estavam caídos ou mortos.
- Aprenda Pedro, ganhamos – riu Rayana debochada.
Quem teve o prazer de acabar com Pedro fora Chay.
Ainda aprendendo a manusear, ele acertou em cheio o coração de Pedro que virou em farelos.
E um por um, todos os outros também. Poucos conseguiram fugir, mas a Brigada Noturna trataria de prendê-los ou exterminá-los.
A batalha estava ganha.
Todos suados, cansados, exaustos, mas vencedores.
Os aliados decidiram ir embora para suas casas, batalha ganha, para casa.
Eles, entraram para casa, tomaram um banho longo e foram descansar.
...
Pela manhã, todos limpos, descasados e prontos para um café da manhã cheio de comida.
- Sei que deveríamos estar comemorando, mas, o que vai acontecer agora? – Jhulie perguntou.
- Quem sobreviveu será condenado – disse Andrew.
- E a paz reinará, é claro – disse Júniper cantarolando.
Após esse café da manhã, muitas coisas deveriam ser faladas, escutadas e resolvidas.

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