8 de nov de 2013

Meu vizinho Insuportável 3ª Temp.


Capítulo 13



Não podia acreditar no que estava vendo. Arthur estava se divertindo com uma desconhecia dando banho em uma cadelinha da fazenda, e um molhando o outro. a mulher usava um curto vestido azul, Lua bufou por ele estar tão distraído a molhando com a mangueira que nem notou sua presença, muito menos a ouviu falar, bateu o pé no chão o chamando mais um vez e a gargalhada dos dois morreu ao vê-la de braços cruzados esperando uma explicação.

Arthur: Oi Lu, já chegou? –  se aproximou, a abraçou pela cintura e lhe deu um beijo na bochecha, deixando-a incrédula.
Lua: o que está fazendo Arthur? – suas sobrancelhas se juntaram
Arthur: banhando a tempestade – apontou pra cadelinha que se sacudida e vinha em sua direção junto com a mulher – Ah, esta é Rayana, minha nova amiga, dentinho esta Lua, minha esposa – as apresentou e Lua disse apenas oi, com um falso sorriso, estava achando tudo aquilo uma palhaçada
Lua: dentinho? – arqueou uma sobrancelha
Arthur: sim, é que estávamos falando sobre nossos defeitos e ela falou que o único defeito que ela se importava era seu dente que não cresceu, mas isso deixa o sorriso ainda mais bonito – dizia olhando Rayana que sorria para ele
Lua: Arthur – respirou fundo – quando essa palhaçada terminar, eu estou no meu quarto – girou os calcanhares e entrou furiosa
Rayana: acho que ela se irritou – riu junto com Arthur.
Rayana: deu certo – gargalhou – viu a cara dela? – a mulher assentiu – muito obrigada Rayana, seus conselhos me ajudaram muito.
Rayana: eu falei, tem que deixar de se preocupar e ocupar a mente se divertindo, ficar cobrando de mais deixa o relacionamento cansativo.

(...)

Arthur entrou no quarto dela com calma, a viu de frente a janela, olhando a linda vista da fazenda, ela sentiu a presença dele mas não se moveu, ouvindo ele se aproximando.

Arthur: Oi... – a abraçou por trás, pela cintura, acariciando a barriga dela que apenas soltou um suspiro – tudo bem?
Lua: não – negou com a cabeça – não está tudo bem – virou-se de frente pra ele – me explica que diabos foi aquela cena ridícula Arthur?
Arthur: ficou com ciúmes? – sorriu vendo-a bufar
Lua: ciúmes? não, mas achei patética aquela ceninha de criança – fez careta – dentinho isso, dentinho aquilo – fez voz enjoada – ah por favor Arthur. Eu me senti... – ele a interrompeu
Arthur: da mesma maneira que eu me sinto quando você está perto daquele jegue – retrucou e ela abriu a boca, porem não saiu respostas, abaixou a cabeça e respirou fundo, ele estava completamente certo.
Lua: Arthur eu... - tentava procurar palavras – você não me procurou e eu.... apenas estranhei sua atitude...
Arthur: ah claro – riu sem humor – pensou que eu ia ficar louco de ciúmes atrás de você? – cruzou os braços
Lua: para de falar assim comigo – franziu a testa estranhando aquele comportamento – não parece o meu Arthur. 
Arthur: e você também não está parecendo a minha Lua desde que chegamos aqui – retrucou – eu apenas decidi aproveitar a viajem também, ao invés de ficar no teu pé, você deveria estar satisfeita com isso , não era o que queria María? – cruzou os braços a olhando seriamente
Lua: não coloque palavras na minha boca Arthur, você sabe que não é assim
Arthur: é assim, sim, você queria que eu te deixasse em paz e agora farei isso...
Lua: mas viemos aproveitar juntos... – baixou a mirada
Arthur: pelo que me parece estamos cada vez mais longe, Dulce.
Lua: para de querer me culpar – se irritou – foi você que quis assim, me deixou aqui e mudou pra merda do quarto ao lado – reclamou – me deixou sozinha por causa de um ciúme idiota. – rolou os olhos – e agora fica fazendo birra feito criança
Arthur: agora eu sou a criança? – incrédulo – pois você vai ficar sozinha neste quarto até voltarmos pra casa – a olhou irritado – a criança quer assim.
Lua: as vezes eu não te suporto – jogou um travesseiro nele – sai daqui , sai.
Arthur: agora me expulsa? – perguntou e ela assentiu – tudo bem... vou ver se tem algo melhor pra fazer – se virou para sair e assim que chegou na porta sentiu Lua o virar bruscamente fazendo seus corpos se chocarem e o emprenssasse contra a porta

Lua: você não vai a lugar nenhum – dito isso, o beijou com fúria e ele agarrou sua cintura a beijando a altura – eu te amo, idiota insuportável – disse entre beijos enquanto lhe tirava a camisa com a ajuda dele que sorriu beijo o pescoço dela, guiando-a até a cama, nada como uma boa reconciliação.

2 comentários:

Não vai sair sem comentar, né?! xD

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