23 de ago de 2013

Presos num 'inferno'


19º Capítulo - Vigiando 


Sophia Pov
Já havia anoitecido, e tudo parecia estar tranquilho naquela casa, Não ouvimos um barulho sequer, absolutamente nada, mas já temos a certeza de que eles estão lá, trancados naquela casa. Estava sentada, enfrente a janela que dava para ver a casa, com a cabeça no colo de Mica, olhando para a tal casa.

- Você acha que eles estão bem? – Perguntei a Mica.
- Bom em que sentido? Porque eu vejo que o Arthur está é se dando bem – Disse rindo.
- Bobo – Disse rindo junto – Eles estão juntos igual a nóis dois.
- Verdade. 
- Mas ainda temos que tirar eles de lá
- E descobrir como agir, o que eles pretendiam com isso, muitas coisas ainda
- Temos que resolver isso logo
- Calma, muita calma nessa hora – Disse a beijando

Lua Pov
Anoiteceu, eu e o Arthur estávamos fazendo o jantar, ou melhor eu estava fazendo, porque
ele estava me agarrando.

- Arthur... – Suspirei, enquanto ele beijava meu pescoço, me arrepiando toda.
- Oi... – Disse a agarrando por trás e beijando seu pescoço, subi os beijos até sua orelha e a mordi no nódulo, ela suspirou.
- Assim não vamos jantar hoje – Disse me virando para ele.
- Ah acho que não quero jantar hoje não – Disse voltando a beijar seu pescoço
- Mas eu quero.
- É? – Perguntei, e não esperei resposta, simplismente a beijei.

Arthur Pov
Nossas línguas bailavam em uma sincronia incrível, era quase impossível, eu não me perder perto dela, impossível controlar o desejo que sinto simplismente ao vê-la, Cada vez eu tenho mais certeza que eu a amo. Depois de longos minutos se beijando, nos separamos buscando fôlego.

- Chega, estou com fome – Disse depois de um tempo, buscando fôlego.
- Ok, ok – Disse desistindo e a ajudando com o jantar. 

Depois de jantarmos, ficamos vendo um progama na televisão, até irmos dormir.

Micael Pov
Nesse tempo em que ficamos presos descobrimos a localização das câmeras do lado de fora da casa, contém somente duas, de dia ficam 4 seguranças ao redor da casa e de noite ficam 2, eles são bem preguiçosos, costumam cochilar no meio da madrugada, não vai ser difícil entrar ali, Sophia foi preparar um lanche que a gente trouxe na mochila enquanto eu vigiava a casa, até que ela chega com os pratos

- Agora vem, precisamos nos alimentar, descobriu alguma coisa? – Perguntei me sentando ao seu lado e o entregando um sanduíche e um suco
- Sim, durante o dia é impossível entrarmos ali, há 4 seguranças, e também tem as câmeras, a noite fica mais fácil, há somente dois e são bem preguiçosos, cochilam durante a madrugada, as câmeras ficam no portão uma de um lado outra de outro, e elas pegam a rua toda, temos que pensar nelas antes de fazermos qualquer coisa - Eu disse e logo mordi o meu sanduiche

- Ok, agora vamos descansar e amanhã pensamos em alguma coisa - Disse também comendo.

Terminamos de comer e fomos deitar numa cama que tinha ali e assim caímos no sono.

Lua Pov
Acordei e Arthur ainda dormia feito anjo. Tomei banho e desci para fazer o café da manhã. Quando terminei de descer as escadas, ouvi um barulho vindo da cozinha. Fui até lá e assim que adentrei a cozinha, avistei um segurança, com várias sacolas, ele parecia tentar achar um lugar para guardar as sacolas.

- Oi – Disse ainda com receio
- Oi
- Procura alguma coisa? – Perguntei, na verdade eu estava tentando me aproximar, preciso fazer isso para ver se assim, descobro pelo menos alguma coisa que possa tirar eu e Arthur daqui.
- Bom a Dona Mercedes mandou eu vim trazer esses suplementos aqui para vocês, e não sei onde devo colocar.
- Bom pode deixar ai em cima da mesa, que eu mesma guardo – Disse tentando ser simpática, mais a minha vontade mesmo era de voar no pescoço dele.
- Você é muito linda – Ele se aproximou de mim, e colocou a mão em meu rosto, se segura Lua, calma, você não pode matá-lo, mesmo que essa vontade seja quase incontrolável.
- Ér, se era só isso – Disse tentando disfarçar, eu não queria que aquele homem me tocasse de forma alguma.
- É era sim – Ele disse olhando para atrás de mim – Agora tenho que ir – Ele disse e saiu dali, que nem um foguete, imagino porque.

Quando olhei para trás, vi Arthur, encostado no batente da porta me olhando, com um olhar furioso.

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