2 de jul de 2013

Minha irmã Adotiva.


Capítulo 226.

Lua: E como foi seu dia Mary?(persistiu pela quarta vez na mesma indagação a criança em sua frente)

Marina sem expressão qualquer em seu rosto marchou até uma pequena mesinha instalada exclusivamente para a pequena, e pegou uma folha que continha um desenho, um único desenho.Uma moça de braços abertos, apenas.

Lua: Óh! Quem é essa moça?(indagou a loira observando os traços desordenados que compunham o desenho)

Marina permaneceu em silêncio , apenas se preocupando em fixar seu olhar em Lua.

Pedro: Conte pra gente quem a moça da sua “pintura” Mary..(alternou) É alguma tia enfermeira sua?(indagou possibilitado)

A criança apenas chacoalhou a cabeça em sinal de negação e soltou uma gargalhada sonora, longa e contagiante.

Lua: Ei que foi?(indagou divertido se aproximando da garota) Óh! Senhorita do que está rindo?(consistiu no mesmo tom divertido)

O silêncio novamente e nenhuma resposta se quer fora ouvida.

Lua: Ah! Então é assim?!( a mirou desafiadora) Gosta de rir?! (se aproximou da “baixinha”) Então tome isso.(direcionou suas duas mãos a barriga de Marina persuadindo ali cócegas incesáveis , provocando risos estrondosas da pequena “moreninha”)

Surpreso?! De forma alguma. Pedro se conformava com o fato de marina não se relacionar com mais ninguém que não fora de seu circulo familiar, mas desde que conhecera Lua observou que talvez estivesse enganado,afinal o jeito cativante da loira poderia sim, ter o poder curativo..ou talvez não.

Lua: Pedro, foi maravilhoso.(concluiu a mesma fazendo um coque mal feito em seus cabelos com as mãos)

Pedro: Tenho de concordar com vc, foi um momento muito especial.(desligou o motor do carro em frente a faculdade)

Lua: Realmente , Mary estava linda.(inspirou e expirou todo o ar que pode em tempo record)

Pedro: Lua (molhou seus lábios com a língua) Marina (procurou melhor as palavras à serem pronunciadas) Sofre de uma síndrome e não de uma doença dos quais temos de criarmos expectativas de cura.(concluiu desviando seus olhar)

Lua: Mas está tudo transcorrendo tão perfeito, que acredito que talvez um dia ela possa viver nesse mundo aqui.(um sorriso cativante e esperançoso brotou nos lábios da loira)

Pedro: Não adianta nos iludirmos. (se limitou a dizer)

Lua: Adianta acreditarmos que nada é impossível.(interferiu)

Pedro: Acho que vc faz bem à ela.(um fraco sorriso transpareceu nos rosto do mesmo)

Lua: Oh! Que isso, apenas queria vê-la sorrindo.(deu de ombros)

Pedro: Fico feliz em saber que ela se deu bem com uma pessoa da qual tenha imensa estima.

Lua: Também fiquei muito feliz ao notar que ela não repreendeu meu jeito de se aproximar dela.(olhou atrás da janela do carro) Acho melhor eu entrar, antes qu..(foi interrompida)

Pedro: O que Arthur te veja comigo?(indagou arqueando uma das sobrancelhas)

Lua: De forma alguma, e se não for pedir muito prefiro que não fique citando muito o nome do meu “irmão” nas nossas conversas, ok?!(abrindo a porta do carro)

Pedro: Vc é quem sabe(deu de ombros, ligando o carro novamente) Só vou estacionar o carro  e já entro também.

Lua: Tudo bem. Até amanhã(fechou a porta do carro)

A única resposta que Lua teve de retorno foi o som forte do moto rangendo sobre o chão. A loira verificou a hora em seu celular e presumiu que com certeza acordaria suas companheiras de quando, já que o relógio marcava 00:58.

Alguns seres ainda se arriscavam andando pelas dependências da faculdade, sabe-se lá aonde estavam por ir, e foi onde Lua teve a certeza que não conhecera nem a um terço dos universitários.

Uma..Duas..Três.. batidas na porta fora o necessário para que Sophia a abrisse bufando.

Lua: Perdão se te acordei é que e..(foi interrompida)

Sophia: Vc me acordou?! E por acaso eu dormir?(indagou idgnada)

Lua: Aconteceu alguma coisa?(indagou entrando no quarto e se deparando com Rayana e Melanie sentadas sobra a cama de Lua)

Mel: Aconteceu que a “Porta Confusão” sentou  ai, e disse que não ia embora quando não conversasse com vc.(revirou os olhos apontando para Carla que se mantinha assentada imperceptível sobre a cama de Mel)

Carla: Miiinha Cunhada, espero que não se incomode se eu passar a noite aqui com vc, néh?! Preciso conversar com vc meu bem.(abraçando a loira pelo pescoço)

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