27 de jun de 2013

Minha irmã Adotiva

 

Capítulo 118.


Pensei que ficariam o resto da noite juntos.


Não era preciso ser um conceituado intelectual para notar que a mensagem que Lua acabara de receber em seu celular remetia a Pedro,e por mais que fossem amigos aquele aspecto sufocante de lhe induzir a acreditar que Arthur não estava disposto a boas intenções lhe intrigava, desde que já notara o tom irônico que o moreno usufruía no sms.

O Arthur foi resolver alguns problemas meus e nada a mais, Pedro.



Pensei que o problema do Arthur fosse vc. rs’ Não pude deixar de ouvir a conversa de vcs, Acho que posso ajudar vc.



Pedro?! Como assim ouviu a conversa? Se eu quisesse que vc ficasse sabendo de qualquer coisa eu mesma tinha lhe contado. :/



Ei, eu disse que posso lhe ajudar...Muito.Onde vc ta?



Os fins não justificam os meios, fiquei muito desapontada com vc, táh?! Amanhã nós acertamos. 



Lua, vem pra biblioteca pra gente conversar.



Amanhã a gente conversa. Boa Noite.Beijos




Lua, eu quero te ajudar.




Bom, digamos que Pedro induziu o suficiente o lado curioso da loira, que embora ainda permanece um tanto magoada com o moreno por ter escutado a conversa dela com o Arthur sem permissão alguma, arriscou a crer que Pedro estivesse sendo franco a ponto de realmente ter algo pra que ajudasse a encontrar seus familiares distantes.

Lua: o que vc ta sabendo?(indagou logo que avistou o esmo sentando sobre umas das cadeiras “apreciando” um dos livros de Machado de Assis)

Pedro: Eii, calma(fechou o livro o colocando sobre a mesa) Pensei que não viria.(argumentou)

Lua: Eu também(admitiu escondendo seu sorriso cativante que aflorava sempre que encontrava Pedro)

Pedro: Não fica triste comigo Lua.(implorou com os olhos) Não fiz por mal.(alegou)

Lua: Pedro, depois conversamos sobre isso,eu só queria saber se é verdade que vc tem algo que pode me ajudar a d..(foi interrompida)

Pedro: Eu sei que não tenho nada a ver com isso, mas tomei a liberdade de puxar alguns documentos seus remanescentes da documentação do orfanato do qual vc disse que foi acolhida e achei algumas informações suas.(um sorriso vitorioso brotou nos lábios do mesmo)

Lua: Quando vc fez isso?(indagou surpresa)

Pedro: Semana passada.(se limitou a dizer)

Lua: E como..(foi interrompida)

Pedro: Lua agora não é hora de pergunta é hora de ir atrás do Arthur e dizer pra ele que não tem documento nenhum seu na casa dos pais dele.(cruzou os braços se escorando na mesa)

Lua: Do que vc ta falando?(indagou um tanto confusa)

Pedro: Loirinha, não tem qualquer tipo de documentação sua a não ser no orfanato, e o que te leva a pensar que o Arthur iria ter, hein?! Menos ilusão, néh Lua?!(coçou a cabeça)

Lua: Eu só vou ligar pro Arthur e dizer que já achamos alguns documentos meus e que ele Nem precisa sair das instalações da faculdade.(concluiu discando o numero do amado no seu celular)

Chamar..chamar..chamar.. Caixa postal.. Chamar...Chamar...Chamar..Caixa Postal...

Aquilo era um sinal ruim ou muito ruim, afinal Arthur não atendera seu aparelho celular por motivos dos quais nãos favoreciam de forma algumas o celebro de Lua.

Lua: Ele não atende essa droga(praguejou)

Pedro: Acho que posso te ajudar( se ofereceu) Que tal se levarmos esses seus documentos, dos quais eu tirei uma copia pro Arthur analisar e quem sabe já resolver todos essas questões que lhe rondam.

Lua: Bom..(mordeu seus lábios inferiores) Acho que não há mal nenhum nisso, néh?!(sorriu sem graça)

O percurso entre a faculdade e a casa “abandonada” por Alexandra e Victor nunca fora tão grande , desde que gastaram quarenta e cinco minutos no carro de Pedro. Já estacionado a poucos metros de distancia da imóvel o moreno estacionou o carro.

Pedro: Acho melhor vc ir sozinha até porque minha presença não agrada muito Arthur (esticou um envelope pardo a Lua)

Lua: Tudo bem(capturou o envelope e fechou a porta do carro caminhando até a casa)

A luz de um dos cômodos estava aberta concluiu Lua ao observar tamanha escuridão em sua volta.Provavelmente estariam procurando os tais papeis.

Naquele momento a loira sentiu uma dor no coração ao saber que o moreno fazia tudo aquilo por vc e se sentiu honrada em tê-lo ao seu lado.Onde estava aquela maldita chave? Resmungou mentalmente Lua procurando a chave da casa que Arthur lhe dera da ultima vez que estivera ali. No bolso,não, na bolsa,não, no bolso da camisa, sim. Roçou a chave na fechadura e abriu a porta.

Óh... A casa ainda exalava o cheiro forte que a mantinha fechada por tanto tempo, Lua inalou por alguns segundos aquele ar jogando apenas sua bolsa sobre o o sofá e procurando o cômodo que viera a luz.

Lua: Thur, meu amor, acho que ficara feliz com a noticia que trago.(concluiu a loira, subindo quatro três que a levava a um corredor com três portas e uma delas se mantinha fechada, mas um feixe de luz vazava por fora) Thur, acho que não esc..(parou de falar ao abrir a porta e se deparar com uma cena um tanto deplorável.) O que que é isso?(indagou com a voz falha)


Suspense no ar o.O

3 comentários:

Não vai sair sem comentar, né?! xD

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