22 de jun de 2013

Cap. único: "Hurley Boy 2 - Coleção Primavera Verão"



Autora: ??
Créditos: TTens RBR Forever
Categoria: Hot Fics


Tô chegando aí, Lua.

Aquela mensagem chegou exatamente às seis e quarenta e três da manhã do meu sagrado domingo.
Só tenho três coisas a dizer:
1. O número era desconhecido e de outro estado;
2. Esse desconhecido sabia meu número e meu nome;
3. Eu sabia que Arthur – o representante da Hurley que me comeu há três meses no quarto de hóspedes de minha casa, que fica a apenas alguns metros do quarto de minha mãe – chegaria hoje na cidade para mais uma coleção.
Mas eu não podia ter certeza de que essa mensagem era dele. Eu tinha o número dele – não que eu ficasse passando torpedos e/ou telefonando pro cara, mas é legal fuçar o celular da minha mãe e encontrar números preciosos – e não era nem um pouco parecido com aquele que tinha me mandado a maldita mensagem. E como ele tinha meu número? Tipo assim, pegar o número dele era tranquilo porque minha mãe tinha, mas como ele pegou o meu número? Em momento algum – desde que achei o dele – passei uma mensagem. Nem sequer cogitei a ideia de ligar para escutar a voz dele. Eu gostava de ter o nome dele na minha agenda porque via aquilo como um troféu.
Não que eu fosse uma colecionadora de homens, não que eu fosse uma puta! Mas eu gostava de manter como troféu.
E posso dizer que Arthur foi uma transa bem interessante. Eu tinha – e ainda tenho – vontade de repetir.
Tá, eu sei, eu pareço uma puta falando dessa forma, mas se vocês conhecessem as garotas que estudam comigo, tirariam rapidinho essa ideia da cabeça.
Até hoje, com 18 anos, eu havia chegado aos finalmentes com apenas quatro caras, e Arthur fora o terceiro deles. Tendo em vista que perdi a virgindade dois meses depois de completar 16 anos e que daqui 3 meses eu completo 19, não transei com tantos caras assim.
As meninas lá da faculdade – é, contei que tô na faculdade? Acho que não – transam com um por semana. Bem, posso estar exagerando... Ou mesmo sendo boazinha, tire essa conclusão por si mesmo! Mas não é bem isso que interessa.
- Lua... – Mamãe abriu a porta de meu quarto e foi logo cutucando meus pés. – Eu vou pra praia...
- Mãe, são sete e meia da manhã, tem como me deixar dormir? Hoje é domingo, mãe. Domingo! Eu preciso dormir até meio-dia.
- Mas...
- Mãe! – Levantei a cabeça, que estava embaixo do travesseiro, e a olhei com raiva.
- Ontem o Arthur da Hurley, se lembra dele? – Ela continuou quando me viu fazendo que sim com a cabeça. – Então! Ele me ligou e eu passei seu número pra ele. Disse que, provavelmente, você estaria em casa sozinha quando ele chegasse... Eu não queria perder minha praia com as garotas. Tudo bem ele te ligar quando chegar?
Claro, isso explica muita coisa!
- E eu vou ter que fazer sala enquanto você se diverte com suas amiguinhas vendo surfistas gostosos de um lado pro outro? – Claro que sim! Eu tava adorando aquilo. Não veria surfistas, mas veria o cara da Hurley!
- Quando ele chegar, você me liga e eu volto. – Ela sorriu. – Cinco minutos me esperando não é muita coisa. A praia fica a dois quarteirões daqui. Ou você já se esqueceu disso?
- Tá bom, mãe! Tá bom! Vá se divertir e mande um abraço pras garotas.
Era engraçadíssimo ver minha mãe saindo com suas garotas. Aquelas lá eram piores que qualquer grupo de adolescentes famintas.
Mamãe me deu um beijo na testa e saiu de meu quarto com toda a felicidade do mundo estampada na cara.
Peguei meu celular e escolhi a opção de responder a mensagem.

Você poderia ter assinado a mensagem, Arthur.

Alguns minutos depois, quando eu já estava quase dormindo de novo, o barulhinho irritante que meu celular faz quando chega alguma mensagem me incomodou.

Eu sabia que você era esperta. Percebeu pelo DDD? Já tô na cidade. Sozinha?

Ele tá achando que eu tinha o número dele? Tudo bem que eu tinha, mas ele não podia desconfiar que eu tinha.
Acho que nem eu me entendo às vezes.
Mesmo assim, sorri com o fim da mensagem.

Claro. Ou você acha que minha mãe não aproveitaria a praia hoje?

Nos vinte minutos que se passaram desde minha resposta até o barulho de uma buzina em frente minha casa, eu consegui fazer tudo aquilo que normalmente levava mais de uma hora: escovar os dentes, trocar de roupa, arrumar meu quarto, passar uma maquiagem e arrumar meus cabelos.
Abri o portão e lá estava ele. Calça jeans, All Star preto – daqueles comuns – camisa branca – da Hurley, obviamente – e um Ray Ban Wayfarer preto. Perfeito, gostoso, suculento.
Ele estava encostado na porta de seu Jetta – me pergunto se o ramo de representações dá tanto dinheiro assim – de braços cruzados, segurando as chaves do carro e um pacote e, provavelmente, fitando-me.
- Quer entrar com o carro? – Perguntei a primeira coisa que me veio à cabeça.
- Não acha melhor você me dizer um oi e perguntar como eu fui de viagem antes de perguntar se eu quero entrar com o carro? – Um sorriso travesso surgiu em seus lábios.
- Arthur! Eu disse seu carro, esse aí no qual você está encostado, entrar na garagem da minha casa – apontei pro portão e ri. – E, oi, como foi de viagem?
- Oi, foi ótimo – Ele se aproximou e parou na minha frente. Seu rosto se aproximou do meu e seus lábios roçaram no lóbulo de minha orelha. – Mas é bem melhor chegar aqui e te ver assim.
Comentei que eu estava apenas de biquíni e com um short jeans?
Ele passou o queixo com sua barba por fazer por meu pescoço, acendendo ainda mais minha libido.
- Acho melhor a gente entrar.
Ele riu em meu pescoço.
- Vamos fazer ceninha pros vizinhos.
- Arthur! – O repreendi.
Nós rimos, mas ele parou com o assanhamento e me entregou o pacote que estava em suas mãos.
- O que é isto?
Ele deu de ombros.
- Uma lembrancinha.
Eu arqueei a sobrancelha e comecei a abrir o embrulho. Lá dentro estava a camisa que eu usara da última – e primeira – vez que ele viera.
- Ela ficou muito bem em você. Aí eu comprei algumas peças do mostruário. De qualquer maneira, te prefiro sem ela. – A última frase ele sussurrou em meu ouvido.
- Acho melhor a gente entrar! – Repeti.
Ele riu e entrou no carro.
Abri o carro da mamãe, procurando o controle do portão para abri-lo e aproveitei para puxá-lo um pouco mais pro fundo da garagem.
Quando desci do carro, Arthur estava desligando o seu. Ele sorriu, enquanto saía do carro e vinha em minha direção.
- Morro de saudades daquela cama...
Eu o puxei pra perto de mim, colando nossos corpos.
- Deixe a cama pra depois. – Murmurei, com a boca colada na dele.
- Por quê? – Ele rebateu.
- Seu carro me parece muito bom.
Ele riu, andando de costas até seu carro, comigo em sua frente, sem me beijar.
Abriu a porta de trás e, quando tentou entrar lá comigo, nos deparamos com duas malas.
- Merda!
Ele disse, fazendo-me rir.
Explicando: ele é representante. Essas coleções costumam ser gigantescas. Normalmente eles trazem de 6 a 10 malas – é meio óbvio as coisas não caberem todas no porta-malas.
Enquanto xingava mais alguns muitos palavrões, Arthur foi tirando as malas do banco de trás e colocando-as no chão da garagem. Assim que terminou, sentou-se com as penas para fora do carro. Fiquei de pé na frente dele e comecei a desabotoar o short que eu vestia por cima do biquíni. Vi Arthur morder seu lábio inferior e sorri enquanto baixava o zíper. Aproximei-me dele, pegando suas mãos e colocando-as no cós de meu short. Ele o abaixou vagarosamente, mantendo seu olhar no meu. Quando a peça atingiu meus joelhos ele a largou e ela caiu sozinha. Levantei meus pés, chutando-a para o lado.
Passei meus lábios por seu rosto, encostando-os em sua orelha direita, mordi o lóbulo de leve e voltei a passar meus lábios por sua bochecha, chegando em seus lábios. Quando ele tentou me beijar, eu me afastei.
Levei minhas mãos à barra de sua camisa e a puxei, fazendo-o levantar os braços para que ela saísse com facilidade.
Levei uma de minhas mãos ao seu pescoço e levei meus lábios ao outro lado do mesmo.
- Faça silêncio e ganhe uma recompensa – ri, antes de chupar com força o lugar que meus lábios tocaram.
Arthur acariciava minha nuca e, quando chupei com ainda mais força, o senti puxando meus cabelos. Deixei seu pescoço, sorrindo travessa para ele.
- Que tipo de recompensa?
- Minha boca vai te mostrar.
Levei minhas mãos ao cós de sua calça e desabotoei-a com rapidez. Arthur se levantou e fez a calça sair. Ficou de pé em minha frente enquanto eu tirava sua boxer com meus dentes. Seu membro estava rígido e eu sorri pensando – e vendo – sobre a maneira que eu o deixara. O fiz se sentar novamente e me ajoelhei na sua frente. Minha mão direita foi na direção de sua excitação, segurando-o firmemente pela base. Passei minha língua levemente pela cabeça, escutando-o gemer. Continuei fazendo a mesma coisa por um tempinho até que a mão dele voltou aos meus cabelos.
- Para de me torturar! – Ele murmurou, empurrando levemente minha cabeça.
Abri um pouco a boca, colocando apenas a ponta dentro dela. Chupei com força, fazendo-o gemer e lagar minha cabeça. Tirei seu membro de minha boca e comecei a masturbá-lo com uma rapidez que nunca imaginei ser capaz de realizar. Olhei para cima e reparei que Arthur havia jogado a cabeça para trás. Sua boca entreaberta deixava escapar gemidos. Quando parei, ele grunhiu, contrariado. Dei um leve sorriso antes de voltar a enfiar seu pulsante sexo em minha boca. Chupava-o rapidamente, fazendo minha língua escorregar com movimentos que o circulavam. Senti o pré-gozo em minha boca e, mesmo assim, continuei chupando-o.
- Lua! – Arthur falou, puxando meus cabelos, fazendo-me largar seu membro. Fiquei de pé na frente dele e colei nossos lábios.
- Eu tô em desvantagem, Luinha. – Ele murmurou contra minha boca.
Levei meus lábios à sua orelha.
- Mamãe chega daqui a pouco, então a gente termina isso aqui mais tarde.
- E eu vou ficar assim? – Ele se frustrou.
Levei uma de minhas mãos até seu membro e comecei a masturbá-lo novamente, vendo-o arfar e ouvindo-o gemer até que atingisse seu clímax, gozando em minha mão.
Juntei nossas testas, beijando seus olhos que estavam fechados.
Ele sorriu e me emprestou sua camisa para que eu limpasse minha mão sem precisar me afastar dele.

Mamãe chegou em casa dez minutos depois daquilo. Arthur estava no banho e eu na cozinha, preparando alguns mistos para nós três.
- O Arthur chegou?
- Aham! Faz pouco tempo, por isso não te liguei. Eu disse pra ele se sentir em casa e todas aquelas coisas que você sempre fala... Também falei que tomasse um banho. Coitado, mamãe! Chegou com uma cara de cansado! Aí, vim preparar alguma coisa pra gente comer. – Ouvi a misteira estalando e a abri, retirando os dois que estavam prontos e colocando mais dois. – Aceita?
Ela fez que sim e pegou metade de um.
- Vou tomar um banho também. E você, mocinha, vista uma blusa. Está muito indecente e temos um homem na casa.
Rolei os olhos e ri.
- Tá bom, mãe!
Coitadinha da dona Katerina! Se visse o que eu acabara de fazer com Arthur, não diria que a falta de uma blusa era indecente. Mesmo assim, fui até meu quarto e escolhi uma camisetinha com estampa de gatinho na frente. Miau!
Assim que saí do quarto, trombei com Arthur saindo da porta ao lado, já vestido e com sua toalha em mãos.
- Cadê sua mãe? – Sussurrou.
- Tomando banho. – Respondi, no mesmo tom.
- Então vem cá. – Puxou meu braço e deu um leve beijo em meus lábios, aprofundando-o logo em seguida. – Ei! – Exclamou. – Você ta com gosto de presunto e queijo!
Eu ri e o puxei pela mão, levando-o para a cozinha. Ele se sentou num banquinho em frente à bancada e eu levei um misto para ele.
- Bon apetit. – Fiz biquinho, arranhando no francês e ele riu.
- E qual o motivo da camiseta? – Ele perguntou, depois de dar uma mordida – e que mordida! – no misto.
- Mamãe disse que eu tava indecente. – Dei de ombros, enquanto abria a geladeira, pegando uma jarra de suco de laranja. Arthur sorria quando eu o olhei.
Mamãe entrou na cozinha falando ao telefone.
- Certo, Alberto. Sim, busque Lua depois, então. Combinado.
Franzi a testa, esperando explicações. Qual seria o motivo de ela estar falando com meu pai sobre mim? Ela desligou o telefone e respirou fundo.
- Ah, oi, Arthur! – Eles se cumprimentaram.
- Oi, Katerina, tudo bom?
- Mãe... – Os interrompi. – O que meu pai queria? – Perguntei.
- Passar a semana com você. – Ela respondeu.
- Mas...
- Depois conversamos, Lua.
Argh! Eu odiava passar a semana com meu pai. A mulherzinha dele me fazia de faxineira e de babá do filhinho do primeiro casamento dela. Não! Eu definitivamente não passaria uma semana com meu pai. Não passava nem dois dias, quanto mais uma semana inteira!
Fui até o armário e peguei três copos. Coloquei suco pra gente e comecei a comer meu misto.
Só percebi que mamãe não estava na cozinha quando a mão de Arthur apareceu em cima da minha. Ele não me perguntou absolutamente nada, apenas acariciava minha mão, mostrando que estava ali. Aquilo foi fofo. O carinho cessou quando mamãe retornou.
- Pensei em olharmos a coleção agora cedo, pode ser?
- Claro. – Arthur respondeu.

Terminamos de comer e eu o acompanhei até seu carro, para ajudá-lo com as malas.
- O que foi? – Ele perguntou, tirando duas do bagageiro e colocando-as no chão da garagem.
Contei meus motivos para ele, que me abraçou, dando-me um beijo na testa.
- Eu passava pela mesma coisa. – Sussurrou em meu ouvido. – Escute os motivos de seu pai te querer por lá essa semana. Se não der certo, você volta antes. Você é maior de idade e conhece seus direitos.
- Obrigada, Arthur.
- De nada. – Ele sorriu.
Quando tentei pegar uma mala, ele me impediu.
- E eu vim pra cá pra te ajudar com o quê? – Rolei os olhos.
- No banco do carona tá a maleta do notebook. Você pode levá-lo. Isso aqui é meio pesado.

Levei o notebook e liguei-o quando Arthur me pediu. Depois de trazer quatro malas, ele se sentou ao meu lado e mamãe riu da gente.
- Arrumou uma secretária, né, Arthur? – Ela apontou com o queixo pra mim e nós rimos enquanto eu sentia minhas bochechas corarem.
- É, daqui a pouco tô contratando!
Corei ainda mais e passei o notebook pra ele.
Depois de abrir o programa, ele se levantou e começou a mostrar a coleção. Mamãe fez o pedido e eu dei algumas opiniões, sempre trocando olhares com Arthur.
Enquanto ele ia terminando de passar os pedidos, eu ia arrumando as roupas nas malas. Mamãe continuava dizendo que era para Arthur me contratar. Ele ria e eu, bem... Eu corava.
- Quando terminarmos, podemos ir almoçar naquele restaurante de comida árabe que abriu essa semana, mãe. – Falei. – Você gosta, Arthur?
- Comida árabe? Gosto sim.
- Filha, eu tinha combinado com as meninas de comermos caranguejo...
- Eu não gosto dessa brincadeira não!
Arthur riu.
- Como?
- Não gosto de caranguejo. – Corei.
- Então a gente vai ao tal do restaurante e sua mãe vai comer o tal do caranguejo. Eu também não sou muito fã não, Katerina. – Ele falou pra mamãe a última parte, fazendo uma leve careta.
- Então tudo bem! É até bom que a Lua te mostra a cidade
Eu sorri por dentro. A cidade eu não mostraria, mas as estrelas... Aí já é outro caso!

Quando mamãe saiu, de carona com uma de suas amigas, mostrei a Arthur que ela não havia levado as chaves. Ele riu e me puxou pro seu colo.
- Topa almoçar misto? – Eu falei, antes que ele me beijasse.
- Se eu tiver a sobremesa que imagino... – Murmurou contra meus lábios.
- A sobremesa pode vir antes do almoço? – Perguntei.
- Deve.
Sem mais esperar, Arthur passou sua língua por meus lábios, fazendo-me abrir a boca, recebendo-o em mais um de nossos tantos beijos ardentes.
- Já disse que tô sentindo falta daquela cama?
Eu ri.
- Sentirá falta dela e de outra, então...
Fui empurrando-o até meu quarto, jogando-o em minha cama.
Antes de me afastar dele, disse em seus lábios:
- Dormir nesta cama nunca mais será a mesma coisa.
Afastei-me dele e puxei minha camisa rapidamente pelo meu corpo. Não deixei que ele tirasse meu short como mais cedo, apenas o fiz sumir de meu corpo. Desamarrei os lacinhos do meu sutiã, deixando-o cair. Arthur arfou e mordeu os lábios. Quando me aproximei, ele entendeu o que eu queria. Levou suas mãos aos laços laterais de minha calcinha e os desamarrou. Olhou meu corpo, enquanto passava as mãos por meu quadril. Eu me sentei em seu colo, mexendo meu corpo, fazendo minha intimidade nua roçar em sua excitação ainda vestida. Arthur jogou a cabeça para trás e eu parei, puxando sua camisa de uma só vez.
Quando tirei sua bermuda e boxer, ele olhou para mim e pediu:
- Coloque-o na sua boca de novo? Você chupa muito bem.
Eu sorri e lambi seu membro vagarosamente. Arthur gemeu e empurrou minha cabeça. Abri meus lábios e o recebi quase inteiro em minha boca. Chupei-o da mesma maneira que havia feito pela manhã.
- Eu não vou aguentar por muito tempo, Luinha.
Eu ri e o larguei. Ele latejava.
Abri a gavetinha da cômoda ao lado de minha cama e de lá tirei uma camisinha, que coloquei com todo cuidado em Arthur. Ele estava sentado, comigo em seu colo. Fiz com que ele me penetrasse e apoiei minhas mãos em seus ombros, que me davam impulso para subir e descer sobre seu membro, dando prazer para nós dois. Eu arfava e gemia enquanto o sentia apertar minha cintura, guiando-me nos movimentos.
Apertei seus ombros quando senti um imenso prazer me invadir. Minhas pernas tremeram e eu deixei um grito de prazer sair de minha garganta, enquanto Arthur gemia meu nome de forma rouca em meu ouvido.
Ele caiu de costas na cama, puxando-me consigo.
- Obrigado. – Ele murmurou, depois de um tempo, em meu ouvido.
Trocamos beijos e carícias e recomeçamos tudo mais uma vez.
Ouvi a campainha tocar quando estávamos – graças! – apenas nos acariciando em minha cama.
Reparei que nem havíamos almoçado, mas nada falei.
Levantei, vestindo-me apressada, enquanto Arthur juntava suas coisas e corria pro seu quarto.
Tirei o interfone do gancho enquanto terminava de vestir minha camisa.
- Quem é?
- Mamãe!
Abri o portão e corri pro meu quarto. Arrumei minha cama o mais rápido possível e, quando saí do quarto, trombei mais uma vez com Arthur, que riu. Era a segunda vez que aquilo acontecia naquele dia.
Ele me abraçou e fomos surpreendidos por mamãe, que saía do quarto dela. Ele começou a rir, fazendo-me rir também. Mamãe passou por nós, provavelmente pensando que éramos loucos.
Fomos atrás dela até a sala e soltei a pergunta:
- O que papai queria?
- Disse que quer passar a semana com você.
- E a mulherzinha dele junto, né?
- Ex-mulherzinha. Como era previsto, o casamento acabou.
- Ah!
Franzi a testa e me sentei numa poltrona.
Papai me buscou à noite e eu não pude dizer que não ia com ele. Consegui puxar Arthur até um canto escondido e me despedi dele com um beijo.
- Obrigado por hoje. – Ele acariciava meu rosto, olhando em meus olhos.
- Eu que agradeço. – Respondi.
Tivemos de nos separar rapidamente. A última peça de roupa que peguei em meu quarto foi a camisa que Arthur me dera.
Eu sorri ao entrar no carro com meu pai.
- O que foi, filha?
- Nada, pai.
Pensei em Arthur e balancei minha cabeça.

No outro dia, pela manhã, meu telefone tocou enquanto eu tomava café da manhã. Saí correndo para atender, ainda com o copo de suco nas mãos. Era mamãe.
- Você reparou ontem no chupão que tava no pescoço do Arthur?
Engasguei com o suco e mamãe começou a rir.
- Filha, tava muito roxo hoje!
Fiquei sem palavras enquanto escutava como mamãe descobrira sobre o chupão no pescoço dele e tentava imaginar como ele conseguira aquilo.
Mal sabia ela que fora eu, sua filha, quem o torturara no dia anterior.



FIM

3 comentários:

Não vai sair sem comentar, né?! xD

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