4 de mai de 2013

Nos caminhos do amor

                                   Nos caminhos do amor
                                           12º capítulo


Lua andava de um lado para o outro na recepção daquele hospital, e não era qualquer hospital Arthur que estava sentado a mirando tinha acabado de se dar conta que aquele era o melhor da cidade, ele teria que vender sua lanchonete para pagar, seus pensamentos foram interrompidos quando Lua se sentou a seu lado



Lua: meu deus que demora, preciso saber como ela está (colocou as delicadas mãos sobre o rosto, e logo mirou Arthur curiosa) ela é sua filha? (foi interrompida pelo celular, era Micael, ela se levantou e atendeu, Arthur suspirou ao ver ela desligar com a frase “também te amo” claro uma mulher daquela não estaria sozinha, ele era mesmo um imbecil, Lua voltou a sentar-se ao seu lado e ele não conteve a curiosidade)

Arthur: era seu namorado não? (perguntou com um nó na garganta, Lua sorriu negando com a cabeça enquanto ele franziu a testa)

Lua: não, Micael é meu grande amigo, eu não tenho namorado Arthur

Arthur: impossível (arregalou os olhos surpreso) uma mulher magnífica como você, com certeza tem milhões de homens babando atrás (falou com a mais pura certeza, pois ele era um desses homens, Lua sorriu delicada) tenho certeza que muitos te amam sem ao menos te conhecer realmente

Lua: obrigada, mas você está enganado as coisas não são assim, quem dera (riu) os homens apaixonados por mim

Arthur: é a verdade (sorriu)

Lua: mas é claro que não Arthur diga um exemplo (ele nem pensou ao falar em voz bem clara)

Arthur: eu (ela que olhava outro ponto sorrindo o encarou rapidamente de olhos arregalado, e depois voltou a sorrir ele só podia estar brincando para descontrair, mas como se Lesse seu pensamento Arthur com um ar de coragem continuou) não é brincadeira, eu te amo Lua (disse sincero) desde sempre, pode parecer impossível ou ridículo mas é a verdade, eu sei, eu sinto (ela estava incrédula ao ver a sinceridade em sua voz e em seus olhos, estava boquiaberta e sem saber o que falar, e fechou os olhos ao sentir ele se aproximar de seu rosto, o ar lhe faltou com as tamanhas batidas de seu coração)



(...)



Mel: não sei como te agradecer Chay (sorriu grata, arrumando as caixas em seu sua mesa, e Chay viu ótima oportunidade)

Chay: almoçando comigo (sorriu) e não aceito um não como resposta

Mel: mas... (ele a olhou repreendendo) ok, tudo bem, eu vou com você (seu celular tocou, era Micael e lhe avisou que Lua estava no hospital e pediu para ela tomar conta da empresa na sua ausência)

Chay: problemas? (perguntou ao notar a feição da morena ao desligar) seu marido?

Mel: não, sou divorciada (sorriu) bom, Chay tem sim um problema, houve um problema e temos que adiar este almoço (mordeu os lábios) hoje não vai ser possível

Chay: perfeito, então jantamos (se aproximou dela) bem melhor não acha?

Mel: mas é que ...

Chay: depois te ligo para pegar o endereço e te buscar em casa (deu um beijo no rosto dela que fechou os olhos, então ele sorriu, trocaram os números dos celulares, e se despediram)



(...)



Sophia: cinco, mas dois e cinqüenta... AAAA que ódio, odeio fazer contas, odeio matemática (socou o balcão com fúria, Arthur ia lhe pagar por a fazer passar por tudo isso, ah se ia)  

Micael: ao todo deu doze reais (Sophia estremeceu ao escutar aquela voz em seu ouvido, só então percebeu que ele estava praticamente colado nela)

Sophia: obriga.. É VOCÊ? (se pos furiosa novamente ao ver que se tratava daquele homem que mais cedo foi um idiota com ela) saia já daqui

Micael: é assim que se tratam os clientes aqui? (sorriu debochado)

Sophia: do seu tipo, sim (rebateu empinando o nariz (Micael prendeu o visível riso, estava adorando implicar com ela)

Micael: não vai me dizer seu nome? (ela ergueu uma sobrancelha) pode me chamar de Mica

Sophia: pouco me importa como você se chama, e não, não pode saber meu nome

Micael: como não, se você que vai me servir? (ela arregalou os olhos e gargalhou com muita ironia)

Sophia: eu te atender? (disse entre risos enquanto ele assentia) mas nem em sonhos queridinho (se pos séria, caminhou ate a outra mesa e entregou a conta a um casal que após pagar foi embora, Alfonso se encontrava sentado a admirando, o que já estava a irritando) quer parar de ficar me olhando dessa maneira?

Micael: Quando você me atender eu paro (arqueou uma sobrancelha)

Sophia: NUNCA (gritou e depois sorriu sem graça para uma cliente que a olhou irritada pois seu grito assustou o filhos dela)

Micael: então eu nunca vou parar de te olhar e nem vou sair daqui (sorriu) eu sei que você gosta

Sophia: mas é claro que não (afirmou certa)

Micael: se não gostasse já teria me atendido e eu já teria ido embora não acha? (Sophia foi ate ele, colocou suas anotações em cima da mesa e ficou de frente para Micael)

Sophia: o que diabos você quer hem? porque está me perseguindo? me diz qualquer coisa que eu possa fazer pra que me deixe em paz (suspirou, ele segurou sua mão e ela apenas olhou)

Micael: quero apenas saber seu nome

Sophia: no dia de são nunca você saberá ok queridinho?

Chay: Sophia o que faz aqui? E onde está o Arthur (Sophia arregalou os olhos e olhou irritada para o amigo, Micael gargalhou) que foi Soph?

Micaeç: acho que o dia de são nunca chegou SOPH (com aquele sorriso irritante, Sophia soltou um gritinho irritada, bufou, socou o ar e adentrou na lanchonete vermelha de raiva, deixando Micael gargalhando e Chay confuso)

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