27 de mai de 2013

Minha irmã Adotiva.


Capítulo 175.



A loira processava cuidadosamente a informação que fazia com que sua mente entrasse em colapso.

Arthur: Lua.. (se aproximou da mesma) Não se deixe manipular.(agregou dispensável)

---: Manipular?(indagou a frágil mulher “jogada” sobre a cama regada a sedativos)

Arthur: Não interfira, ok?! (advertiu agilmente voltando seu olhar sobre a loira, que se mantinha com um semblante transtornado) Vem Lua, vamos sair daqui.(estendeu a mão para “irmã”, que apenas lhe jorrou um olhar idgnado ao mesmo)

Lua: O que tá acontecendo aqui?(indagou arqueando uma das sobrancelhas)

Arthur: Nada, já estamos resolvidos, vamos embora.(decretou le puxando pela mão, ação concluída sem êxito Lua se negava a acompanhar o mesmo)

Lua: Eu não sou boba.(molhou seus lábios com a língua) Vai me dizer o que tá acontecendo ou vou ter de descobrir sozinha?(indagou desafiadora)

Arthur: Não complica as coisas, por favor.(definitivamente implorou)

---: O que inventaram pra ela?(indagou lentamente)

Arthur: Nada que seje de sua conta.(direcionou rispidamente a frase)

Lua: Perdão, mas como a senhora chama?(indagou ignorando o comentário infeliz de Arthur)

---: Cla..(tossiu duas vezes seguidas) Claudia. Talvez esse nome seje familiar pra vc, não?(jogou uma indireta bem pensada)

Lua: Claudia? (sua repiração automaticamente se tornara ofegante e voltara seu olhar a Arthur) Grande semelhança,néh?!

Arthur: Engano seria a palavra certa.(concluiu satisfeito) vc deve ter se enganado de quarto, “adotada”.

Lua: Seria muita coincidência, não?!(cruzou os braços desconfiada)

Arthur: Coincidência é ver que o Pedro tá ali te esperando. Vc veio com ele, néh?! (sua voz saira incoerentemente a questão)

Lua: Não extravie o assunto.(decretou se colocando a fitar a mulher, ou melhor dizendo Claudia)

Arthur: Lua, não se deixe manipular.(repetiu novamente a frase em um tom repreensivo)

Lua: Ela é a minha mãe, néh?! (apontou irreversivelmente a mulher, que embora estivesse ali presente não tinha forças o suficiente para se proteger de qualquer acusação que se referisse a ela)

Arthur: Isso é ridículo(fez careta) Controle sua imaginação, néh Lua!?(levou uma das mãos a cintura)

Lua!? Pelo visto Arthur havia perdido seu escudo “defensor”, parecia estar nervoso o suficiente para se esquecer de suas manias.

Lua: E vc sabia. (afirmou com a cabeça, se sentindo traída e ignorando novamente o comentário sarcástico de Arthur)

Arthur: Vc está totalmente desiquilibr..(foi interrompida)

Lua: CHEGA (decretou aumentando significativamente seu tom de voz) Eu quero verdades, e não me tente enganar, ok?! (advertiu sentindo que as primeiras lágrimas riscavam seu rosto)

A loira se sentiu desprotegida, se sentiu enganada, reprovada, desqualificada, traída..Mal pudera crer que estava tão perto e ao mesmo tempo longe de sua mãe. Havia conhecido uma estranha que simplesmente devastou seu coração e acabara de conhecer de fora exótica sua mãe, ou melhor, a “mulher que lhe concedera a vida”.

Arthur: Será que tem como conversarmos em particular? (pediu com um olhar derrotada em direção a mesma)

Lua: Claro.(abriu a porta , não se dando ao luxo de olhar Claudia) Claudia (pausou alguns lentos segundos) Daqui à alguns minutos eu retorno aqui para conversarmos.(fechou a porta seguindo Arthur)

Ao passar pelo corredor Lua notou a ausência de Pedro., talvez deveria estar lhe aguardando no estacionamento, mas aquilo não via ao caso, estava ocupada demais com respostas para muitas perguntas.

Arthur: Olha..(parou em meio ao corredor se virando agilmente para que avistasse o par de olhos amêndoas da loira) Minha mãe não fez por mal.(alegou antes mesmo de iniciar qualquer que fosse o assunto)

Lua: Então quer dizer que sua mãe tem culpa?(supôs cinicamente)

Arthur: Não.(expirou pesadamente)

Lua: Arthur vc quer fazer o favor de me dizer alguma coisa coerente? (cruzou os braços devidamente irritada)

Arthur: Bom..(coçou sua nuca) Aquela mulher é de fato sua mãe..(Sentiu seu rosto arder, e olhou a fúria nos olhos da loira) O que foi isso?(indagou perplexo com a ação da mesma)

Lua: Isso é por vc me fazer te amar e não corresponder a altura (levou sua mão ao próprio rosto retirando as lágrimas ali concentrada) Vc tinha que ter me contado isso, vc não tinha o direito (negou com a cabeça) Não tinha..

Arthur: Eu juro que não lhe contei pro seu bem (se sentiu tão mal quanto a mesma)

Lua: Não parece..(cruzou os braços)

Arthur: Vc queria realmente ver sua mãe nessa situação que se encontra?(arqueou uma das sobrancelhas)

Lua: Ah Claro! E ver que minha “suposta”  mãe biológica me renegou assim foi a melhor opção (usufruindo da ironia)

Arthur: Mas a verdadeira também te renegou.(alegou)

Lua: E isso te dá o direito de me privar a conhece-la? Sabe quanto eu esperei esse dia, e sabe o quando eu sofri quando conheci aquela “mulher” que ..(se auto interrompeu) Vc é um lixo (cuspiu aquelas palavras ao mesmo) Sabia que aquela não era a minha mãe e me deixou sofrer mesmo assim.(negou com a cabeça decepcionada)

Arthur de certa forma se sentira um lixo como realmente Lua lhe acusava.. Sabia que havia pecado, mas também possuía seus motivos,que apenas giravam em torno da loira. Sabia o quanto “sua pequena” estava sofrendo e de certa forma a culpa era dele.

5 comentários:

  1. maisssssssssssssssssssssssssssssssssssss por favorrrrrrrrrrrrrr

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  2. Posta +++++++++++

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  3. mais por favor....

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  4. maissssssssssssssss pf eu amo essa web! faz eles se reconsciliarem logo...

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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