8 de abr de 2013

Nos caminhos do amor

                                    Nos caminhos do amor
                                              2 capítulo


Arthur: Rayana, naquela mesa está faltando guardanapos (disse o dono da lanchonete “ArthurDelicias” que se localizava em frente a grande  e luxuosa empresa “Lua Modas”)

Chay: cheguei parceiro (afirmou seu sócio e melhor amigo) pode parar de chorar gatinha (agarrou Rayana que o empurrou rindo)

Rayana: para de gracinha Chay (saiu rindo)
folgado você não sabe 
Arthur: até que fim chegou neh cara? (Chay rolou os olhos) quantas coisas tem pra fazer hoje (suspirou cansado)

Chay: você esta se sacrificando muito Arthur, tem que se divertir um pouquinho cara, conseguir umas gatas e ...

Arthur: poupe-me dos seus conselhos (arqueou uma sobrancelha) eu sei muito bem dividir meu tempo (Chay rolou os olhos) é sério Chay não vou mais tolerar que chegue atrasado, é nosso trabalho, tem que levar a serio cara.

Chay: que isso parceiro? tive sérios problemas, é sério brother, não deu pra chegar antes

Arthur: claro que sim, serio problemas... com mulheres provavelmente, estou certo? (Chay assentiu mordendo os lábios maliciosamente e Arthur negou com a cabeça) só aceito isso por que você é meu amigo, é sério Chay, não faz mais isso, o trabalho dobra aqui quando você não está sabia? Você e a Ray são meus únicos que me ajudam, sem um de vocês eu fico louco neste lugar

Chay: você não está entendendo, desta vez foi um problema mesmo e sério, olha (levantou a camisa ficando de costas e mostrou uma marca roxa nas costas)

Arthur: o que foi isso Chay? (de olhos arregalados, agora preocupados)

Chay: o marido da gostosona nos pegou no flagra na cama dele e me bateu e quase me matou (falou choroso), sorte que eu corro rápido, juro que eu não tive culpa (levantou aos mãos enquanto Arthur gargalhava jogando a cabeça pra trás) não rir, idiota o cara parecia três. Era enorme

Arthur: adoraria ter visto a cena (não conseguia parar de rir)



Na sala de sua residência Lua conversava animada, com sua melhor amiga e advogada de sua empresa, Melanie Fronckowiak



Lua: então agora com vinte e três, anos e conhecida por todo o país por ser dona da “Lua Modas” tenho um desafio pela frente, e com garra te garanto que encontrarei minha filha (determinada)

Mel: assim que se fala Lua (disse dando todo apoio a amiga) não sei como você consegue trabalhar no mesmo ambiente que o Pedro, ainda mais sabendo que ele ainda é louco por você

Lua: nem eu (suspirou) acho que deve ser porque não o amo, na verdade acho que nunca o amei de verdade, e ele menos (Mel a encarou séria) pode ser desejo, mas amor o Pedro não tem e nunca teve por mim, mas ele mudou amiga, tenho que admitir, agora depois de quase sete anos ele está mais maduro

Mel: por isso permitiu que fosse seu amigo? (incrédula, Lua era muito ingênua)

Lua: ele mudou (afirmou certa), mas não é meu amigo, o trato bem por conhecê-lo desde sempre e por ser o advogado da empresa, e alem disso mamãe adora ele (fez careta) nunca o culpei por não me apoiar, ele era jovem tinha o direito de curtir a vida dele, tinha suas próprias escolhas. (Mel suspirou cansada e observou a filha adentrar a sala)

Lali: mamãe, vamos logo se não vou me atrasar para o ballet (disse Mariana, mais conhecida como Lali: filha da Mel, ao entrar na sala, foi até Lua e deu um beijo na bochecha, sendo correspondida) oi tia!

Lua: oi princesa! Está linda (a menina agradeceu com um sorriso)

Mel: bom, já sabe que o que precisar pode contar comigo, agora tenho que levar essa miniatura de adulta para o balé (Lua sorriu e Lali rolou os olhos)

Lua: adulta? A menina tem apenas treze anos Mel (rindo)

Mel: é serio Lua, não sei onde ela aprende tantas coisas, acho que é a família do pai dela que ensinam, lembro-me quando ainda era casada com o Guto, odiava ir visitá-los (Lua negou com a cabeça)

Lali: mamãe quando você começa a falar só termina amanhã, vamos logo (rolou os olhos)

Mel:ok, ok tchau amiga, obrigada pela hospitalidade em sua “humilde” residência,  adoro passar os fins de semana na sua casa, apesar da sua mãe ser muito chata (rolou os olhos, Lua sorriu e se despediram)



Enquanto isso a alguns quilômetros dali... Isabella corria entre as crianças do orfanato, estava se divertindo, Belinha como gosta de ser chamada, é uma menina doce, meiga e muito esperta que apesar de ter um coraçãozinho triste, por ser órfã e não conhecer esse carinho incondicional que vários falavam, esse sempre fora seu sonho, ter uma casa com uma mãe e um pai, com direito a avos tias e tios e quem sabe de quebra irmãozinhos. ela mora neste orfanato a dois anos, é maltratada pela diretora Pérola Faria , a única que a defende quando pode, é Graça uma senhora que é sua professora e amiga, a trata com muito carinho, como se fosse sua neta



Pérola: IZABELLA (a menina parou ofegante por estar correndo e encarou a diretora do orfanato com medo) não te dei o direito de se divertir garota, anda vai pra cozinha e lave todos os pratos que lá estiverem (ordenou)

Isabella: mas por quê? Eu não fiz nada, quero brincar um pouquinho (olhando chorosa) por favor

Pérola: você fez sim algo grave, nasceu, esse é o seu problema, nem teus pais te quiseram (gargalhou sarcástica e girou os calcanhares entrando pela enorme porta do orfanato nossa senhora de Guadalupe)

Belinha saiu correndo para um santuário que havia naquele orfanato, parou em frente à imagem da virgem de Guadalupe, a padroeira do México, se ajoelhou colocando as mãozinhas juntas em baixo do queixo e olhou esperançosa para a santa

Belinha=minha santinha, eu sei que eu só te peço ultimamente, você já deve estar cansada de mim não é? (esperou resposta mas não teve então continuou) eu sei, mas por favor, não aguento mais ficar neste lugar,  me manda uma mamãe e um papai que me ame muito (sentiu lagrimas descerem por sua bochecha rosada) esse é meu maior sonho, Eu não aguento mais a bruxa torta me tratando mal

Graça= o que você tem menina? (perguntou uma senhora, sua professora, a única que a amava naquele lugar)

Belinha= Graçaaa (gritou pulando no colo dela e escondendo o rostinho no pescoço da mesma)

Graça= o que aconteceu pequenina? (belinha abaixou a cabeça triste) já sei, aquela bruxa que te fez ficar assim não foi? (belinha assentiu com um bico de choro) não fique triste eu tenho uma surpresa pra você ta bom? (os olhinhos da pequena brilham) um presente (belinha sorriu)

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