27 de abr de 2013

Nos caminhos do amor

                                  Nos caminhos do amor
                                          11º capítulo


Sophia: AI!!! ESTA CEGO? (gritou ao esbarrar em um homem quando vinha distraída digitando algo no celular, ele ficou indignado com a ignorância dela, já que foi a total culpada)

Micael: não estou cego, você que é desastrada (a olhou irritado) parece uma louca, andando olhando para a tela do celular (revirou os olhos, era uma mimada, e conteve o sorriso ao notar sua beleza) não dava pra esperar chegar em um local apropriado não?

Sophia: GROSSO estúpido, idiota, olha como fala comigo (com um olhar ameaçador) nem te conheço

Micael: ui que medo da loirinha brava (Sophia rolou os olhos e bufou)

Sophia: quer saber? Eu nem vou me importar com um desconhecido idiota, estou muito atrasada para isso (passou as mãos pelos cabelos, respirou fundo e saiu andando rebolando, poncho sorriu a mirando e negou com a cabeça, que loirinha rebelde)





(...)



Lua: viu o que você fez idiota? Matou a menina (os dois saíram do carro às pressas e foram até a pequena, Lua levou as mãos na boca e sentiu as lagrimas quentes em seus olhos ao ver a pequenina desacordada, tão pequena, tão frágil e delicada. Abaixou-se e tocou o rosto da menina tirando mechas de cabelo da frente, e a olhando preocupada)

Pedro: droga! isso não podia acontecer (passando as mãos no cabelo, nervoso) vamos logo Lua, deixa ela aí, é só uma menina de rua, vamos logo antes que aqui vire tumulto (olhando ao redor e vendo pessoas se aproximarem)

Lua: como é que é? (o encarou incrédula) mas é claro que não, você a atropelou irresponsável, não sabemos o seu estado, é uma criança, e está machucada, temos que levá-la ao hospital urgente, me ajuda a levar ela pro carro (segurou a menina em seu colo ainda no chão) vamos Pedro, ela ainda está viva, mas não sabemos o que pode acontecer (estremeceu, imaginando o pior, não sabia o motivo do seu coração está tão apertado, como um pressentimento ruim)

Pedro: eu não vou levar essa menina imunda pro meu carro, jamais, eu não sei por onde ela tocou e nem em que, para colocá-la em meu lindo carro (Lua o mirou com os olhos entreabertos de raiva e agradeceu mentalmente por não ter casado com aquele homem e ter aberto os olhos a tempo) quer saber? Quer ficar aí? Então fica, eu tenho mais o que fazer (levantou a cabeça arrogante e voltou para o carro logo partindo dali, Lua suspirou e começou a chorar pedindo para que alguém a ajudasse, as pessoas apenas olhavam e algumas comentavam, a vista dos carros passando a deixava tonta e nenhuma pessoa oferecia ajuda)



(...)



Mel: mas que droga! (Reclamou quando duas de suas cinco enormes caixas caíram de suas mãos, ela viu alguém se abaixar e pegar)

Chay: cuidado, uma mulher tão linda e delicada não pode carregar tanto peso assim (sorriu tentando controlar o olhar de desejo ao mirá-la) pode se machucar

Mel: obrigada, mas não estão pesadas, é que...

Chay: deixe-me ajudá-la (segurou todas as caixas com a maior facilidade, ela estava encantada com tanto cavalheirismo, não conseguia tirar os olhos dele) para onde tenho que levar?

Mel: er.. para... para empresa (sorriu), mas não precisa se incomodar eu...

Chay: não há incômodo nenhum (sorriu simpático, e continuou a mirá-la rindo por dentro, ia conseguir que a morena de seus sonhos estivesse em sua cama rapidinho, ele sabia bem como conquistar uma mulher embora depois tivesse que dar o fora, e era essa sua intenção para com a morena)

Mel: er... bom, então vamos (ele sorriu e foram conversando) eu acho que já te vi em algum lugar, não lembro onde... (franzindo a testa tentando lembrar, Chay praguejou, ela não podia se lembrar que ele trabalhava na lanchonete, não por enquanto, ou não ficaria com ele e todo seu plano iria por água a baixo)

Chay: deve ter sido em algum evento ou algo parecido (forçou o sorriso tentando parecer sincero, Mel fez uma careta olhando para a forma como ele se vestia, não parecia homem de freqüuentar os mesmos eventos que ela, mas não podia perguntar nada da vida dele, pois mal o conhecia, então preferiu não comentar nada e assim seguiram)



(...)



Lua: por favor me ajudem, tenho que levá-la ao hospital, chamem uma ambulância (suplicou sentada no chão com a menina no colo, olhou nervosa para a pequena que ainda estava desacordada o que a desesperava mais, e acariciou-lhe o rosto se perguntando onde estariam os pais daquela linda menina, provavelmente nem sabiam que ela estava mal, seus pensamentos foram interrompidos ao escutar uma voz que de certa forma acalmou seu coração)

Arthyr: oh meu deus! O que aconteceu aqui Lua? Eu soube agora desse acidente e...  (se abaixou perto dela e arregalou os olhos)

Lua: ela foi atropelada e ... (foi interrompida pela voz incrédula do Arthur)

Arthur: BELINHA? NÃO, Belinha (passou as mãos o rosto se sentindo culpado, seu coração acelerou rapidamente preocupado e logo se pos nervoso, não podia imaginar o que fria se algo acontecesse a menina, e tudo por sua culpa, e se realmente fosse sua filha? Não , nada poderia acontecer com ela, passou as mãos pelos cabelos com nervosismo, Dulce olhava sem entender)

Lua: você a conhece? (indagou com um nó na garganta, não conhecia Arthur bem, e se ela fosse filha dele? Mas o que importava? Ela não entendia sua preocupação em relação a isso mas não conteve a curiosidade) é sua filha?

Arthur: não temos tempo Lua (levantou-se rapidamente nervoso) temos que socorrê-la imediatamente

Lua: sim, claro, já devia ter feito isso (com lagrimas nos olhos), mas eu não sei o que fazer estou perdida e sozinha (Arthur segurou Belinha desacordada em seus braços e apoiou a cabecinha dela em seu peito, Lua sorriu ao ver aquela cena, sempre sonhou em ver o pai de sua filha a carregando assim em quanto a mesma estivesse dormindo, mas que pensamentos eram aqueles? O pai de sua filha seria o idiota do Pedro e não Arthur, e não era momento para pensar assim, pois alem de não ser sua filha a menina não estava dormindo e sim correndo riscos de vida, então levantou-se quando percebeu que Arthur não estava mais ali. foi atrás dele que caminhava até um táxi)

Arthur: você não está sozinha Lua, eu estou com você, vamos (avistou Sophia vindo com os olhos arregalados em sua direção e praguejou, ela só atrapalharia ainda mais)

Sophia: bebê, o que aconteceu? De quem é essa menina? (olhou para Lua e ergueu a sobrancelha não conhecendo) quem é essa mulher?

Arthur: desculpa Soph, mas não tenho tempo agora (suspirou mantendo a calma, gostava muito da Sophia como amiga, a respeitava e tinha um enorme carinho por ela, mas as vezes não tinha paciência com a loira, pois era daquelas que sufocavam)

Sophia: e quando você tem tempo Arthur? Nunca, não é?

Lua: desculpa atrapalhar, mas não temos tempo Arthur, a vida dela está em jogo, se quiser pode ficar fica e...

Arthur: claro que não, de maneira alguma, eu disse que não vou te deixar sozinha e eu cumpro com minha palavra, alem do mais a Belinha é especial para mim, Sophia por favor, toma conta da lanchonete pelo menos até o Chay chegar, não tem ninguém lá ok? Faz esse favor, quando eu voltar te explico tudo, vamos Lua (entrou apressado no táxi , Lua lançou um olhar indecifrável para Sophia e entrou em seguida, Sophia ficou incrédula, e socou o ar, era Lua, a mulher que ele falou ainda dormindo, serrou os punhos irritada, o que Arthurtinha com aquela mulher? Suspirou tentando se acalmar e foi para a lanchonete)

6 comentários:

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  2. Livia Ellen28/04/2013 03:01

    Posta Mais! ++++++++++++++++++++++++++++++++

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  3. comecei a ler hoje já quero saber o final logo maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais

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  5. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

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Não vai sair sem comentar, né?! xD

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