8 de abr de 2013

Eu sou Teu - Capítulo 105.


 

“What doesn`t kill you makes you stronger”

(Kelly Clarkson - Stronger [What Doesn`t Kill You])

Eu sou Teu! #6

Lua tinha ficado bastante abalada com tudo que tinha acontecido, ainda mais depois a pequena bronca do medico.

Arthur: Não fica assim, pigmeu – se deitando ao lado dela na cama, Lua deu um espaço para ele e se aconchegou nos braços dele – tira essa carinha, sim? - beijou a pontinha do nariz dela.

Lua: Ele foi tão ... – suspirou – não quero que ele fique chateado comigo – abraçou ele mais forte.

Arthur: Aposto que ele não está – também apertou os braços em volta dela. Então o silencio foi tomando conta do quarto, até que só podia escutar os passos das enfermeiras ao lado de fora, e algumas vocês de mães, parentes dos pacientes. Arthur ia acariciando as costas da amada, não precisavam falar lada, só por gestos e carinhos conseguiam expressar o que realmente estavam sentindo. Então tudo escureceu ambos tinham dormido abraçadinhos.

- você acha que vai escapar de mim? – deu uma grande risada alta – não mesmo, só estou esperando pela hora certa, esteja prepara – então aquele vulto preto sumiu.

Era sempre o mesmo sono, Lua tentou acordar, mas foi impossível, num momento a morte estava ali em seu sonho e agora ela que estava ali olhando para o próprio corpo, em sua cama estava ela dormindo e Arthur, então sorriu, ele era tão lindo.

O que estava acontecendo? Por que ela estava fora do corpo? Eram perguntas pertinentes, mas sem respostas. Claudia entrou no quarto devagar e foi até Arthur que ainda dormia.

Claudia: Ei querido – acordando ele toda carinhosa, como sempre fazia com Lua, ele resmungou como sempre e olhou para ela confuso – já passa das 21h, o horário de visita acabou – sorriu sem graça. Arthur passou as mãos pelo rosto e viu Lua dormindo ali tranquila.

Arthur: Acho que peguei no sono – ele se levantou com cuidado, se sentou na poltrona para colocar o tênis.

Claudia: Não tem problema Arthur – Claudia colocou um lençol em cima de Lua para cobri-la do frio.

Arthur: Hoje foi um dia bastante cansativo e cheio – suspirou, ele se levantou e beijou a bochecha de Lua. Lua que via tudo fora do corpo sentiu o beijo dele então sorriu com o toque – eu te amo – pode ouvir perfeitamente o que ele falava em seu ouvido.

Claudia: Você precisa de carona? – indo com ele pela porta do quarto, Lua queria seguir eles, mas alguma coisa a impedia de sair do quarto, até que sentiu duas mãos frias em seu rosto, ao olhar para trás com dificuldade viu que era a morte, tentou fugir, mas ela lhe apertava e dava umas risadas maquiavélicas.

- Só estava esperando você sair do seu corpo, é muito mais fácil levar a alma quando saiu do corpo – era aquela voz estridente.

Lua: Não, por favor – então começou a chorar e seu coração a bater mais forte e quando ouviram o PIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII do aparelhinho do coração, a alma de Lua e a morte olharam para o corpo de Lua na cama puderam ver que a expressão do rosto dela era de sofrimento e tristeza, parecia estar em um sonho horrível. Lua que estava nas mãos da morte chorava querendo fugir, então Dr. Anderson entrou correndo no quarto com umas enfermeiras.

Lua: socorro – Lua tentava gritar, mas da sua garganta nada saia.

Dr. Anderson: A morte já me levou a Mi, não vou deixar ela de levar Lua – falou aflito e cheio de tremor, tinha medo de perder mais alguém. Então pediu o desfibrilador e lá mais uma vez estava tentando reanimar mais um paciente – Vamos Lua Blanco, volte! – e mais uma vez o choque – Que droga, volte para a vida – ele estava desesperado.

Um comentário:

Não vai sair sem comentar, né?! xD

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