28 de mar de 2013

Eu sou Teu - Capítulo 92.



1 – Dizer: Eu te amo ♥ ²


Arthur: Bundão? É nessa bunda que você crava essas unhas de leoa – o que? Como ele pode falar isso aqui, eu não sei se riu o bato nele – estou mentindo?

Lua: Cala a boca e dirige esse carrinho – Ele me olhou rindo.

Arthur: Carrinho não, carrão – me mostrou a língua. Eu apenas ri, pois ele é meu, só meu.



“Não permita que uma luz se separe de você. Muitas vezes porque temos medo de chorar, perdemos a oportunidade de seguir. Muitas vezes porque temos medo de perder, não brigamos pelo que mais queremos e tem vezes que por medo que as coisas talvez não vão sair como queremos agente deixa de acreditar... De sonhar... Não tenha medo de ser você mesmo. Não tenham medo mesmo do que deixaram de acreditar. Sei que podemos começar novamente.”

Tenho que ir, mas amo você!

Sua Lua.


Não o entreguei ainda o que escrevi, estou esperando chegar a casa, o que não falta muito é só virar aqui e pronto, lá está a minha casa. Espero que mamãe ainda esteja dormindo.

Lua: Não quer entrar mesmo? – me virei para ele quando tirei o cinto.

Arthur: Gostaria muito, mas hoje é a entrega do meu trabalho – então fiz uma careta, com certeza era o trabalho com aquela tal de “Van” – não faça essa careta, pequena – então sorri de lado – porque não vai me buscar na escola, heim – ele encostou no nariz no meu.

Lua: Você vai me deixar dirigir o seu carro? – é claro que não ia. Foi à vez de ele fazer uma careta, então eu ri – se eu não dormi muito, estarei lá – selei os lábios nos dele.


Deem as Mãos:


Arthur: Eu te levo até a porta – ele saiu do carro e deu a volta abrindo a minha porta, quando a fechou me encostou-se a ela e beijou a minha boca, é claro que eu gostei, pergunta se macaco gosta de banana... Acho que não é assim o ditado, dane-se.

Lua: Não quero que vá – falei manhosa de novo, peguei a mão dele com carinho e beijei seus dedos assim como fazia comigo – você podia subir, sim? – fiz carinha de sapeca, ele entendeu onde queria chegar, pois sorriu abertamente.

Arthur: eu estraguei você – riu – é uma proposta tentadora – eu sorri – mas não posso – então o sorriso desfaleceu, foi à vez de ele levar a minha mão a boca e beijar com carinho – nunca diria não para você.

Lua: Mas está dizendo – fiz meu biquinho, ele sorriu terno e me abraçou com carinho.

Arthur: Busca-me na escola, sim? – seus lábios estavam no meu pescoço, eu me arrepiei quem não se arrepiaria com um homem desses.


Escute e Fale:


Ele me levou até a porta de casa, passamos pelo jardim da frente e na varanda nos beijamos de novo e de novo.

Arthur: É melhor eu ir, antes que te faça minha aqui – por favor, faça isso agora, eu e esses meus pensamentos.

Lua: liga-me assim que chegar a casa, ou manda mensagem – ele sempre fazia isso para avisar estar bem. Ele afirmou com a cabeça e me beijou de novo.

Arthur: Eu amo você – escutei assim que terminamos os beijos com selinhos longos.

Lua: Eu também te amo – falei cheia de dengo, eu sorri cheia de meiguice e logo ele estava indo embora, quando o carro partiu é que entrei em casa, subiu para o quarto tão lentamente e sem fazer barulho que estou me sentindo a mulher gato. “ Cheguei, eu te amo. Seu Arthur”, nossa que rápido, acho que demorei bastante para subir as escadas devagar.

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